בא Bó (“vai”) Parashá: Êxodo 10:1 – 13

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    sofer
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    בא
    Bó (“vai”)
    Leitura publica para Sabado dia 28/01/12
    Parashá: Êxodo 10:1 – 13:16
    Haftará:Jeremias 46:13-28
    Brit Hadasha: Romanos 9:14-29
    הללו את יהוה כל גוים שׂבחוהו כל האמים
    Halelú et Adonay kol Goyim shabchuhu kol há’umin
    Louvem a Adonay todos os gentios que todos os povos o louvem!
    כי גבר עלינו חסדו ואמת יהוה לעולם
    Ki gavar aleinu hasdó v’emet Adonay le’olam.
    A Sua Graça por nós é forte, e a Sua Verdade dura para sempre.
    הללו יה
    halelú Yah.
    Louvem a Yah (Aleluia)!
    Salmo 117
    Uma das palavras hebraicas mais bonitas nas escrituras é a palavra Chesed (lê-se RResêd) uma palavra que se refere ao leal amor de D-us pelo seu povo.

    Esta palavra muitas vezes encontrada nos salmos ou na Torá quase sempre é traduzida como misericórdia e ou compaixão e em algumas bíblias da atualidade como amor, mas estas palavras não definem necessariamente o que é Chesed (Graça). Chesed e o grande amor incondicional de D-us se assim podemos definir.
    No salmo 136 repede constantemente a frase ‘Ki le’olam chasdó’ (Sua graça dura para sempre). Isto pode parecer muito estranho quando lemos nas escrituras a respeito quando D-us matou os primogênitos do Egito ou quando afundou os homens de faraó e seus cavalos (salmo 136:15) e etc.

    Como louvar que sua graça ou misericórdia ou compaixão dura para sempre se deparando com situações como estas?
    A questão é que nós devemos manter em mente que a Chesed (graça) de D-us são para aquele que estão em dentro de um relacionamento e uma aliança com ELE, com este foco em mente esses versos serão melhores compreendidos.

    E na verdade a Chesed (Graça) de D-us é o motivo das libertações de Israel de seus inimigos, assim também pelos atos de redenção em favor deles. Aqueles que estão em um genuíno relacionamento com D-us são chamados de Chassidim (Atos 2:5, Atos 13:43, Atos 17:17 e etc. Le-sê rrassidim) traduzido nas escrituras muitas vezes como ‘fieis’ ‘piedosos’, ‘leais’ … Atos de amor e fidelidade aos mandamentos de D-us são chamados de Gamilut Chasadim.

    O amor e o relacionamento com D-us e seu Messias é o objetivo da Torá. Há uma explanação dos nossos sábios Rabinos no Talmud muito interessante, podemos encontrá-la no Talmud (tratado Makot 23b-24ª): ‘Moises deu aos filhos de Israel 613 mandamentos. Daí veio David e os compactou em 11 (salmo 15). Porem veio Isaias e os compactou em 6 (Isaias 33:15-16), então veio Miquéias e os compactou em 3 (Miquéias 6:8) Isaias os compactou novamente para 2 (Isaias 56:1).
    Mas foi Habacuque que melhor compactou, dando um ensinamento essencial: ‘Vê Tzadik be’emunató yhié’ – ‘O justo pela fé existira’. (Habacuque 2:4).

    Na Brit Hadashá (“novo testamento”) os Shilichim (apóstolos) destilaram o mesmo principio para as práticas dos mandamentos na Torá. (Romanos 1:17, hebreus 10:38 e etc.)
    Yeshua (Jesus) o Messias nos deu a essência da pratica de gamilut chasadim quando disse: ‘Trate as pessoas assim como você gostaria de ser tratado’, pois isto é a Torá e os profetas (Mateus 7;12, João 15:10, e etc.)

    Uma historia Rabínica:
    _ Esta sua religião é muito cheia de regras. Regras para lavar as mãos; regras para comer; regras para rezar; regras para os negócios; regras para tratar as pessoas; regras até para festejar… O senhor não acha que isso é exagero? Não soa como um ritual vazio? Uma lei, muitas vezes sem sentido, sem explicação, que parece ser cegamente obedecida?
    Afinal, PARA QUE tudo isso?

    – ”Meu amado irmão,” respondeu o rabino, regras por si só são realmente vazias. Precisamos entender o que está por trás delas.
    Tenho a certeza de que você não deixaria de tomar banho, apenas por que essa é uma regra do dia a dia de um homem civilizado; nem tão pouco deixaria de respeitar o sinal vermelho no trânsito, se não soubesse que correria o risco de ser morto ou ferido em um acidente. As regras que permeiam a nossa vida humana individual e social são necessárias para a nossa boa sobrevivência.
    Elas não existem por acaso e nem são sem sentido. E assim é para com as Mitzvot (mandamentos) da Torá. Tudo tem um sentido, uma razão, um motivo. É certo que nem tudo está claro, e podemos não entender muito bem porque o Eterno nos instruiu a cumprir certos preceitos ou a não agir de determinada maneira. Mas no que se refere a Torá, aprendemos que ela foi inspirada e escrita por uma fonte de sabedoria muito acima do conhecimento humano e então, a pergunta certa diante de cada mandamento (ou regra) não é “PARA QUE?” e sim: “PARA QUEM?”

    Tu b’Shevat – (08/02/12)
    O 11° mês biblico chamado Shevat contando do 1° mês que é chamado de Nisan (zacarias 1:7). De acordo com a tradição judaica seu sumario da Torá (Mishnei Torá – o livro de Deuterionomio) o primeiro dia do mês de Shevat. O chamado “ano novo” das arvores ocorerá no dia 15 de Shevat (08 de fevereiro/12) porque no dia 15 de Shevat era o dia tradicional para trazer o Maaser (Dizimos) dos frutos das arvores que eram levados para os sacerdotes.
    E é celebrado hoje como dia das arvores e o costume é comer um fruto novo neste dia e recitar uma benção (ação de graças) conhecida como ‘shehechiyanu’. Desde que D-us diz na sua Torá que o ser humano é como uma arvore no campo – Ki Adam etz hasadeh deuterionomio 20:19.

    A Parashá (porção) Bó (vai) desta semana nós chegamos a gloriosa campanha de D-us para libertar seu povo da escravidão do Egito. A redenção através do sacrifício do cordeiro pascal é o ápice desta narrativa. Na cabalá podemos ver que a palavra hebraica Bó e a palavra hebraica Faraó têm o mesmo valor numérico que a palavra Mashiach (Messias) indicando a futura redenção no Messias descrita aqui na historia do êxodo do Egito.
    Segundo o Rabino espanhol Bechaye (século 11 – Espanha) as 10 pragas no Egito ocorreram por um período de 12 meses. (Tzena Urenah)
    Umas das maiores Mitzvot (Mandamentos) de Pesach (páscoa bíblica) é contar aos filhos, e aos filhos dos filhos, que o povo de Israel foi escravo no Egito e que D-us, com mão forte e braço poderoso, o tirou da escravidão. Esta é a lei: “E para que conte aos ouvidos de teu filho, e do filho de teu filho” (êxodo 10:2)

    A historia do Êxodo do Egito deve ser contada de geração em geração e sua lição deve ser aplicada a cada época e lugar. Fazemos isto na celebração da Páscoa no Seder (Jantar ritual de celebração).
    A palavra para educação em hebraico é Chinuch e tem a mesma raiz da palavra hebraica chanukah que significa dedicação. Educação é dedicar-se aos estudos ao conhecimento.
    Nós dedicamos a estudar as escrituras para saber e testemunhar ao mundo que só Adonay é O D-us (êxodo 4:22-23). O louvor mais importante que oferecemos a D-us é dedicarmos a estudar as escrituras, este louvor está acima de qualquer outro, tais como cantar e fazer musica ou dançar e etc. Por isto a leitura publica audível em nossas sinagogas ou encontros ‘congregacionais’ é essencial e indispensável.
    Por mais maçante que possa parecer para a maioria. (por que as pessoas hoje querem é se emocionar, comoções e etc) Sim, a leitura e o estudar são a primazia devocional para aqueles que querem ‘agarra-se’ a D-us e andar nos caminhos Dele.
    Antes de D-us liberar a ultima praga apocalíptica no Egito, D-us ordena a Moises a dizer aos filhos de Israel para pedirem ouro e prata (êxodo 11:12), nossos sábios nos ensinaram que isto foi para cumprir a promessa feita a Abraão de que seus desentendes sairiam de sua escravidão com grande posses. (Genesis 15:13-14)
    Foi ordenado passar o sangue do cordeiro pascal nos umbrais das portas simbolizando a letra hebraica Het no qual o valor numérico é 8, Het é conectado com a palavra Chay – Vida. O sangue do cordeiro não só nos livra da morte, mas é um símbolo da vida Eterna.
    Na Cabalá no Zohar (comentários místicos) ensina que quando D-us passou sobre o Egito todos os deuses do Egito representados pelos seus ídolos foram despedaçados.

    Muitos dos teólogos da bíblia acham que as pragas do Egito não são literais, mas sim simbólicas e outros teólogos acham que são literais, mas quando se trata das pragas descritas no Apocalipse quase as maiorias dos teólogos acham que são simbólicas e não literais.
    Embora as pragas do livro de Apocalipse sejam idênticas as ocorridas no Egito e os padrões bíblicos não mudam se repetem ao longo da historia humana.
    E se houve os protegidos das pragas no Egito também haverá aqueles que não serão atingidos pelas pragas descritas no livro de Apocalipse.

    Considere isto: Em Romanos 11:24
    Pois se tu foste cortado do natural zambujeiro, e não sendo oliveira fostes enxertado na oliveira legítima, quanto mais não serão enxertados na sua própria oliveira esses que são ramos naturais!
    Entendendo o que Paulo quis dizer:
    Pois se tu (Gentio, Pagão, sem D-us) foste cortado do natural zambujeiro (paganismo, nações), e não sendo oliveira (Israel, filhos das alianças) fostes enxertado na oliveira legitima (Israel, herdeiros das Alianças), quanto mais não serão (judeus ainda incrédulos) enxertados na sua própria oliveira (Israel) esses que são (Judeus, Hebreus) ramos naturais!

    Ao longo da historia da humanidade vemos que sempre na historia bíblica houve separação, ou seja, santificação e distinção entre os filhos da luz e filhos das trevas entre Israel e as demais nações entre o mundo pagão e o mundo do reino de D-us.
    Este é um princípio fundamental e tão importante do Reino de D-us. Israel foi colocado a parte para ser uma nação de sacerdotes, uma nação separada com os mandamentos da Torá, para receber a linhagem do Messias e o próprio Messias redentor da humanidade. Durante todas as pragas no Egito vemos este padrão bíblico acontecer. D-us fez distinção entre os filhos de Israel e os Egípcios. Lembre sempre destes padrões divinos na bíblia.

    Um simbolismo forte destas passagens é que o Egito representa as nações o mundo pagão cheio de conhecimento “científico”, mas sem o conhecimento do D-us Vivo e único, um mundo cercado de falsos deuses e injustiça, Israel por sua vez representa um mundo de um único D-us, o criador que está no controle de tudo, um mundo ligado as escrituras, a busca da vontade de D-us, o mundo da Lei.

    Israel é a oliveira enraizada nas escrituras sagradas e suas leis Divinas e o Egito o zambujeiro enraizado em varias escrituras pagãs e em costumes pagãos e sua anarquia. Romanos 9,10, e 11, Romanos 11:17 onde Paulo faz sua analogia da árvore de Oliveira em que alguns ramos originais foram cortados para o gentio crente, nascido de novo fosse enxertado na oliveira, ou seja na nação de Israel. Das perspectivas das escrituras um gentio (cristão) nascido de novo fiel a Yeshua (Jesus) e as escrituras, faz parte das mesmas alianças e bênçãos de Israel. E Assim estes gentios (cristãos) crentes fieis aos mandamentos de D-us e a fé no Messias Yeshua são separados e distintos, assim como é Israel entre as nações.

    Um gentio (cristão) dentro da Igreja (Kehilá – congregação) verdadeira do Messias não toma o lugar da nação de Israel e dos judeus como povo escolhido e sim esta Congregação (Igreja) verdadeira com sua diversidade de gentios (cristãos) de varias nações fazem parte e são o Grande Israel de D-us e co-herdeiros das mesmas promessas e bênçãos.

    Esta escrito em Lucas 22:15-16.
    E disse-lhes: Tenho desejado ardentemente comer convosco este Pesach (páscoa), antes que eu sofra, pois vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de D-us.

    Centenas de anos após o êxodo do Egito, Yeshua (Jesus) foi a Jerusalém com seus Talmidim (discípulos) para celebrar hag Pesach (festa de páscoa) e hag haMatzot (Festa dos pães sem fermento).

    Em Jerusalém, teve a refeição ritual do Seder com seus discípulos. Introduzindo o Seudat HaMashiach (a Ceia do Senhor) com o pão sem fermento (Matzá) simbolizando seu corpo e a ultima taça de vinho simbolizando seu sangue, ou seja, o Cordeiro de D-us que foi sacrificado por nós.

    E ainda hoje fazemos este ritual no Seder de páscoa como cumprimento do mandamento Dele, que nós disse: façam isto em memória de min. Por isto fazemos este ritual Seudat HaMashiach – da ceia do Senhor somente na Páscoa, durante o Seder (Jantar).

    De acordo com a cronologia do Shliach Yohanan (apostolo João) no dia em que os cordeiros pascais eram imolados para o sacrifício da festa de Páscoa, Yeshua neste momento se transformou o nosso cordeiro pascal, não só para um memorial da saída da escravidão do Egito, mas algo ainda mais sublime pra nos libertar da morte e das trevas. Yeshua deu seu sangue sinal de remição da morte assim como o sangue do cordeiro nos umbrais das portas dos hebreus os livrava da morte no Egito. Conseqüentemente, quando os crentes em Yeshua (Jesus) celebram Pesach,
    há duas coisas a recordar:
    1º A salvação histórica do Egito, como a Torá nos ordena.
    2º E a salvação que nos concedeu D-us com o sacrifício de Yeshua, o Cordeiro de D-us.
    As duas recordações complementam uma a outra.

    A cada ano na festa de páscoa precisamente no Seder temos o ritual da ceia do senhor onde comemos o pão sem fermento e o vinho simbolizando o sangue e o corpo do Messias, sendo este ritual um mandamento direto do próprio Yeshua a seus fieis.
    Mas por que Yeshua (Jesus) ordenar-nos-ia a fazer este ritual?
    Porque como o próprio Abraão disse:
    D-us proverá um cordeiro pra si… Yeshua o Messias estava identificando-se como este cordeiro, que ia ser morto precisamente na festa de Páscoa, tomando assim o lugar de todos aqueles cordeiros que vinham sendo sacrificados anos após anos no templo.

    Considere isto: I Corintos 5:7
    Tirem o fermento velho, para que seja massa nova, assim como são sem fermento. Porque o Messias, nossa páscoa, já foi sacrificado.
    Pelo que celebremos a festa (páscoa), não com o fermento velho, nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os pães sem fermento da sinceridade e da verdade.

    O Messias é chamado ‘nossa páscoa’ por causa do cordeiro pascal, Paulo aqui identifica a morte do Messias como sendo o sacrifício pascal e não só isto instrui a estes gentios crentes (cristãos) a celebram a festa de páscoa e também a comerem na festa os Pães sem fermento (Matza) assim simbolizando eles mesmos numa nova vida.
    Mostrando que os gentios crentes (cristãos) são co-herdeiros das mesmas bênçãos e festas do povo de Israel.

    {O livro aos Corintos foi escrito certa de 30 á 59 anos após a morte e ressurreição de Yeshua o Messias, foi escrito entre a festa de Pesach (páscoa) e Shavuot (pentecostes). Vemos isto porque a Páscoa é mencionada em I cor 1:23; 5:6-8; 10:15 – 22; e 11:20 – 34.As Primícias em 15:20 – 22, e Shavuot- Pentecostes em I cor.16:8 – 9.}

    Mesmo 30 à 59 anos após a morte e ressurreição do Messias o Judeu Paulo de Tarso junto com os outros judeus crentes e gentios crentes (Cristãos) celebravam todas as festas do S-nhor , indicando claramente que a morte e ressurreição do Messias não veio abolir as festas do S-nhor, mas muito pelo contrario, com a morte e ressurreição Dele elas teriam muito mais importância do que tinham antes.

    Na época da páscoa o Sacerdote saia para escolher o cordeiro perfeito sem malucas para o sacrifício no Templo, ao retornar e entrar em Jerusalém o povo o recebia em uma procissão cantando o salmo 118, onde temos o trecho Baruch habá b’shem Adonay (Bendito é aquele que vem em nome de Adonay)

    Yeshua (Jesus) nosso Messias entrou em Jerusalém este mesmo dia, em um asno (montado geralmente por um rei), provavelmente para a direita atrás da procissão do Sumo Sacerdote. Yeshua identificou-se com o sacrifício do Pesach (João 12:9 – 19).
    Os judeus crentes da época e também os de hoje consideraram Yeshua (Jesus) como o cumprimento dos sacrifícios da remição dos pecados por todas as gerações. Como podemos ver nas cartas de Paulo, Yeshua (Jesus) nosso sacrifício.

    Yeshua terminou sua refeição (Seder de Páscoa) na companhia de seus discípulos a noite.
    Mas, na cruz antes que a morte chegasse a ele, a terra transformou-se de repente em escuridão, Yeshua, nosso cordeiro de Pesach foi sacrificado quando tudo estava escuro, literalmente e “espiritualmente”, para o mundo e para Israel.

    Os Saduceus que eram os lideres religiosos da nação e do templo estavam cegos assim como muitos dos fariseus e não puderam ver que naquela hora de tensas trevas o Cordeiro de D-us estava sendo sacrificado para a libertação não só do povo de Israel, mas também para todos os povos da terra que o tomassem por sacrifício.

    E isto é o que quer dizer: ‘que cada um tome sua cruz e siga-me’
    Em Êxodos 12:47–49: vemos.
    Toda a Kahal (congregação – Ekklesia) de Israel a observará.
    Quando, porém, algum estrangeiro peregrinar entre vós e quiser celebrar a páscoa a Adonay, circuncidem-se todos os seus varões; então se chegará e a celebrará, e será como o natural da terra; mas nenhum incircunciso comerá dela.
    Não importa se você for um estrangeiro ou um cidadão de Israel. Não importa se você é um nativo, um judeu ou Israelita natural, ou um não judeu ou um não israelita, mas se você juntou a Israel através do sangue do cordeiro de D-us fazendo parte das mesmas promessas e bênçãos de Israel, você não é nenhum cidadão de segunda classe. Esta mesma mensagem é encontrada em inúmeros lugares em todas as escrituras sagradas.

    Sobre um não circunciso celebrar Páscoa, temos que esclarecer um ponto muito importante.
    No Talmude está escrito que um não circunciso pode participar do Seder de Pesach. (Goy = Gentio, incircunciso, ou seja, que não converteu ao judaísmo, pois a circuncisão é a porta de entrada pra o judaísmo)
    De acordo com a Halachá no Talmude tratado: Pesachim 96a
    Diz que o gentio NÃO pode é comer o CORDEIRO que foi oferecido em sacrifico, como prescrito na Torá. E muito claro isto no texto hebraico indicando para o cordeiro que ia ser sacrificado.
    Este mês será para vós o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. Fale a toda a congregação de Israel, dizendo: Ao décimo dia deste mês tomará cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. Disse mais o S-nhor a Moisés e a Arão: Esta é a ordenança da páscoa; nenhum, estrangeiro comerá dela; mas todo escravo comprado por dinheiro, depois que o houveres circuncidado, comerá dela. O forasteiro e o assalariado não comerão dela. Numa só casa se comerá o cordeiro; não levareis daquela carne fora da casa nem lhe quebrareis osso algum. Toda a congregação de Israel a observará.Quando, porém, algum estrangeiro peregrinar entre vós e quiser celebrar a páscoa ao Senhor, circuncidem-se todos os seus varões; então se chegará e a celebrará, e será como o natural da terra; mas nenhum incircunciso comerá dela. Haverá uma mesma lei para o natural e para o estrangeiro que peregrinar entre vós.

    Bom hoje não temos o Beit haMikadesh (TEMPLO), então não são mais oferecidos os cordeiros pra serem imolados e preparados pra o SEDER de Páscoa. (ordenança de Páscoa, Mas para nós crentes Yeshua haMashiach Adoneinu, hoje e sempre Yeshua (Jesus) é este cordeiro de Pesach.) Mais os gentios crentes (cristãos) são chamados a participar do SEDER como mesmo disse Paulo: 1°. Corintos -5:7.8.
    E somos convocados a celebrá-la para sempre: Observem este estatuto para vocês e para seus descendentes, para sempre. Êxodo 12:24

    E assim é que foi fixada uma lei pelas gerações vindouras: “Todos os profetas nos comandaram de fazer Teshuvá (arrependimento – retorno aos caminhos de D-us), e assim os judeus serão redimidos no futuro, só fazendo Teshuvá”.
    E se os filhos de Israel farão Teshuvá de espontânea vontade, merecerão também a promessa do profeta Miquéias: ‘Eu lhes mostrarei maravilhas, como nos dias da tua saída da terra do Egito… Mostrarás a Jacó a fidelidade, e a Abraão a benignidade, conforme juraste a nossos pais desde os dias antigos. ’
    Lembre se não guardamos o sábado e as festas pra que?
    E sim PARA QUEM!!

    A Torá chama a noite do Seder de “A noite protegida”, pois D’us distinguiu essa noite como noite de milagres para os justos – Tzadikim de todas as gerações.
    Que milagres?
    Alguns dos que ocorreram na primeira noite da Páscoa (bíblica) são:
    *Abraão lutou contra os quatro reis que haviam feito Ló prisioneiro e ganhou a guerra.
    *Durante a época do rei Ezequias, o anjo de D-us matou o exército dos assírios que estavam em guerra contra os judeus. Isto aconteceu na primeira noite da Páscoa.
    *Daniel foi jogado à jaula dos leões e salvo durante esta noite.
    *Durante a noite de Páscoa, o rei Asueros não conseguia dormir. Fez com que lessem suas crônicas, e assim a história de Purim teve um final feliz.

    “Judaicidade”
    Considere por um instante as narrativas na Torá sobre Caim e Abel, Ismael e Isaque, Esaú e Jacó, Rubens e Judá e Manasses e Efraim, ou pense nas escolhas de Moises e o Rei David. Em cada caso destes a primogenitura não foi levada em conta por D-us. Em cada um destes casos um coração devotado a D-us sobrepujou a ordem familiar de primogenitura. Em outras palavras Haverim (amigos) a Torá nos afirma repetidamente que santidade e relacionamento com D-us é mais importante do que genealogia familiar ou linhagem religiosa cultural familiar ou sobrenomes. Mas, e o chamado de Israel como povo escolhido – Am Segulah? Nossos Sábios nos ensinaram que esse título deve ser levando em conta como sagrado por causa das promessas de D-us ao povo judeu. Mas individualmente falando se um judeu não observar a Torá e não tiver fidelidade e fé em Adonay D-us, ele será cortado de suas raízes judaicas. A idéia aqui é que a credencial de filhos de D-us vem através da fé e obediência, com o fim do levirato deste a destruição do Templo a “liderança espiritual” judaica passou para as mãos dos Sábios que através de devoção e estudo da Torá se qualificaram como os filhos escolhidos de Israel. Mesmo na Época de Yeshua (Jesus) a santificação e devoção pessoal eram mais importantes do que linhagem familiar ou genealogias. Todas estas coisas nos levam a essência da Judaicidade ou do que realmente é ser judeu.

    O nome Judeu – Yehudi vem do patriarca Judá – Yehudah do qual deriva da raiz hebraica Yadah que significa ‘dar louvores’ ou ‘fazer ações de graça’. Note que cada letra hebraica do nome Divino está contido no nome Judá (Yehudah).

    Na tradição judaica há duas visões básicas sobre o caráter de ser judeu.

    Primeiro (e erroneamente, talvez) o Rabino Judá haLevy (1075–1141 – Toledo-Espanha) egocentricamente ensinou que ‘a alma de um judeu era diferente e superior da alma dos gentios.’ (muito provável ensinasse assim por causa da forte perseguição e humilhações por intermédio dos cristãos na Espanha e Portugal) e este pensamento egocêntrico ainda e passado nos meios ultra ortodoxos judaicos nos dias de hoje, principalmente no meio dos místicos. Já por outro lado outro, o grande sábio rabino chamado Maimônides (Moshe ben Maimon ou Mussa bin Maimun ibn Abdallah. Córdoba – Espanha:1135 -1204) apelidado de Rambam pensava diferente e sabiamente.
    O Rabi Maimônides ensinava que ‘não havia nada de especial na alma judaica em si. Mas somente se o judeu mantivesse a fé em Adonay e observasse a Torá, assim ele seria digno de levar o nome Judeu sobre si, e se ele não o fizesse assim não passaria de um gentio qualquer ou um simples pagão. É a Torá, e a Torá somente que faz um judeu ser santo e especial. ’

    O Rabino Abraham Issac Kook (1865-1935) o primeiro rabino asquenazita do estado moderno de Israel, uma vez citou o Talmud ao meditar sobre este assunto:
    ‘Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardarão; cumprindo-os, o ser humano (Adam) viverá por eles. Eu sou o S-NHOR. Levitico 18:5… O

    Rabino Meir interpreta a escolha de D-us na Torá pela palavra Ser Humano (Adam) significando que mesmo um gentio que observa a Torá e seus mandamentos, sim ele é maior do que o Cohen HaGadol (Sumo Sacerdote) – Talmud Trat. Sanhedrim 59ª.’

    Em outras palavras santificação e relacionamento com D-us é o que importa e não linhagem cultural religiosa familiar ou sobrenomes e etc.. Nos judeus não podemos nos apoiar meramente em uma linhagem cultural religiosa familiar ou sobrenomes para garantirmos justificação ou direitos de D-us (embora, sim D-us tem uma promessa futura para todo o Israel).
    E na verdade um Judeu que se aparta de D-us e da Sua Torá em relação a um gentio que observa a Tora e se achega ao D-us de Israel, Este gentio é considerado mais justo do que ele. Mais uma vez santidade e relacionamento com D-us é mais importante do que linhagem cultural religiosa familiar, ou genealogia ou sobrenomes.
    O Shliach Shaul (Apostolo Paulo) ensinava isto há muito tempo antes destes sábios Judeus (Romanos 2:25-29).
    Umas das ocorrências da palavra hebraica Torah nas escrituras relacionada também aos gentios está em Êxodo 12:49: A mesma Torá (lei) será para vocês e para os estrangeiros que vivem entre vocês. – Torah achat yhié. A Torá sempre foi direcionada a todas as pessoas.

    Finalmente, o que nós fazemos com a idéia de que Israel é o primogênito de D-us o Am Segulá – povo escolhido (Êxodo 4:22). Bem, indiferente que a Judaicidade é uma questão de coração voltado para D-us e não necessariamente de linhagem cultural religiosa familiar ou sobrenomes. Ainda assim a uma promessa dada aos descendentes físicos de Abraão, Isaque e Jacó, para herdarem a terra de Israel, para serem preservados miraculosamente como um povo e para serem os receptores do Reino Milenial do Messias aqui na Terra.
    Lembrem se D-us sempre teve um remanescente (Shearit Israel) durante todas as eras e hoje os Judeus Messiânicos, Nazarenos, Yeshuim ou simplesmente judeus crentes fazem também parte deste remanescente. Mas, os profetas judeus são explícitos; ‘ainda há um futuro glorioso a se cumprir com todo o Israel’ e Yeshua (Jesus) confirma isto quando disse que retornaria a Jerusalém no fim dos dias. Como disse o apostolo Paulo: É assim que todo o Israel será salvo. Como dizem as Escrituras Sagradas: “O Redentor virá de Sião e tirará todo o pecado dos descendentes de Jacó. Romanos 11:26.

    Então o que tudo isto poderia ou deveria significar pra você que é um Cristão? Bom, se você é uma daquelas pessoas que colocou sua confiança em Yeshua (Jesus) o Judeu, como o Messias e seu Rei e Salvador. Então você compartilha a hereditariedade e a gloria de Israel independente de ter ou não linhagem religiosa cultural familiar ou genética ou etc. Pela fé e fidelidade ao El Elohei Israel – Deus, o Deus de Israel você está inserido nas promessas, alianças e bênçãos dadas a comunidade de Israel, como o próprio apostolo Paulo disse: Naquele tempo vocês estavam separados do Messias; eram gentios e não pertenciam a comunidade de Israel. Não tinham parte nas suas alianças, que eram baseadas nas promessas de D-us para o seu povo. E neste mundo viviam sem esperança e sem D-us. Efésios 2:12. Como um fiel servo do Messias Judeu Yeshua (Jesus) agora você é pare da grande família chamada Israel. (Romanos 2:29, Colossenses 2:11)
    Você tem que entender que D-us não ira quebrar as alianças feitas com Abraão, Isaque e Jacó, sendo assim você deve ter um amor fraternal para com Israel e para com o povo Judeu.
    Uma boa pergunta; Abraão era Judeu ou Gentio? Na verdade Abraão era Gentio que na velhice de sua vida se tornou um Judeu. Foi a aliança da circuncisão – Brit Milá que o tornou em um Judeu. Abraão também é chamado de pai de multidões, e aqueles que estão no Mashiach – Messias são chamados seus desentendes (gálatas 3:7). Um verdadeiro judeu – Yehud é aquele que honra – Iadah a D-us não meramente aquele nascido de uma cultura familiar religiosa.

    Maldito aquele que não confirmar as palavras desta Torá (lei), não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém!
    (Deuteronômio 27:15-26)
    Tu repreendes os orgulhosos; os que se desviam dos Teus mandamentos (Mitzvot) são malditos.
    Salmo 119:21

    O Tefilin interior
    A obrigação da colocação dos tefilin (filactérios) também provém deste trecho: “E será para ti como um sinal sobre tua mão e como um símbolo entre os teus olhos” (Êxodos. 13:9) Amarre-as como um sinal nos braços e prenda-as na testa. Deuteronômio 6:8. Os Sábios no Talmud explicam que o verso, “Todas as nações da terra verão que o Nome de D-us é chamado sobre vocês e eles respeitarão e temerão vocês,” se refere ao Tefillin (filactérios) colocado na cabeça. O Rabino Vilna Gaon (1720-1797 – Lituânia) acrescentou que isso significa não somente o Tefillin na cabeça, mas o Tefillin dentro da cabeça – Isto é a intenção internalizada com a qual as Mitzvot (mandamentos de D-s) são realizadas’. Com amor e fidelidade a D-us.

    O Endurecimento do Coração & Livre Arbítrio
    O termo Hashgachá (providencia Divina) muitas vezes é usado para mostrar os decretos de D-us. Um Midrash Rabínico nos ensina: ‘D-us escolhe um Anjo e diz a ele para que faça a grama crescer, somente então a grama cresce’ (Midrash Rabba). Não há nenhuma coincidência no universo, absolutamente nada acontece fora das mãos de D-us.

    No pensamento Judaico há grandes elaboradas discussões sobre os decretos de
    D-us – gezera merosh em não violar o livre arbítrio – bechirá chofshit das pessoas. Em geral nossos sábios Rabinos acham que a intervenção divina geralmente refere se a eventos nos quais não podemos controlar. Mas de qualquer forma a responsabilidade é nossa em escolher de acordo com os caminhos de D-us. Este pensamento ficou reforçado pelos rabinos no Talmud que diz: ‘Tudo é previsto por D-us, mas ainda assim as pessoas tem o livre arbítrio’ Talmud.Pirkei Avot 3:19.
    Embora esta idéia que conciliar a onisciência de D-us e a livre escolha das pessoas pareça ser paradoxal, as escrituras sagradas ainda vão mais longe e nos ensinam que as intervenções de D-us podem comandar as livres escolhas das pessoas totalmente e ate mudá-las. Considere isto: O coração do rei é como um rio controlado pelo S-nhor; ele o dirige para onde quer. Provérbios 21:1 .

    Em diversas partes da historia do êxodo a Torá nos diz que ‘D-us varias vezes endureceu o coração de Faraó.’ – ‘Va’ychazek Adonay et lev Faraó’ ‘para que ele não mudasse sua mente e deixa-se os israelitas irem’. Como nós podemos tirar um consenso disto? Será que isto implica que nenhuma pessoa tem o livre arbítrio?
    Há um Midrash Rabínico que nos ensina que: ‘Que D-us realmente endureceu o coração de Faraó, mas somente depois que faraó endureceu a si mesmo ao recusar os avisos das cinco primeiras pragas. (Êxodos 7:22, 8:15, 8:18, 8:32, 9:7). Após a sexta praga é que podemos ler que: ‘e D-us endureceu o coração de Faraó’. (êxodo 9:12). (Midrash Rabba Shemot). Note que o verbo hebraico para ‘endurecer’ é Chazak, isto significa que o coração de Faraó a cada dia ficaria mais forte, obstinado e desafiador.

    Tal ‘endurecimento de Coração’ é uma forma de punição ou correção. Se alguém se recusa a submeter-se a vontade D-us e resolve assim ficar cada vez mais obstinado no seu intento, D-us pode ratificar a decisão da pessoa e fechar a porta para o arrependimento. Como diz um outro Midrash Rabínico: ‘ O ‘Hakadosh Baruch HÚ’ (D-us) dá a uma pessoa a chance de se arrepender, e não somente uma só vez mas varias vezes. E então se a pessoa não se arrepende, D-us fecha o coração desta pessoa fechando a porta para um futuro arrependimento.’ (Midrash Rabba Shemot 13:5).
    Considere o que Salomão ensinou: Feliz o homem constante no temor de D-us; mas o que endurece o coração cairá no mal. Provérbios 28:14. Se nós formos encontrados opondo-se a Torá, estaremos entrando no processo de endurecimento. E isto é o aspecto fenomenológico da nossa própria rebeldia interior. Se sempre nós permanecermos indiferentes e inconscientes do que está realmente criando raízes dentro de nossos corações, acontecerá que quando ficarmos conscientes do que verdadeiramente se enraizou em nossos corações.
    Nós nos acharemos sem ajuda para mudar a direção errada que tomamos em nossas vidas. Nossos sábios ensinaram que; D-us conduz a pessoa no caminho que ela mesma escolheu, se uma pessoa escolhe o que é bom, D-us o conduz pelo caminho da bondade e se ela escolhe o caminho maléfico, D-us a conduz desta mesma forma. ’ Considerando provérbios 16:9 O coração do homem traça o seu caminho, mas o S-NHOR lhe dirige os passos.
    O que podemos considerar talvez, é que poucas vezes o endurecimento de nossos corações de nossa parte pode nos levar ao desamparo e ao quebrantamento, provando que a nossa alto-suficiência é de nenhum valor. Voltando-se para D-us em quebrantamento é um sinal de humildade. Quando nós esvaziamos de nós mesmos, nós somos direcionados para fora do nosso ego e ficamos capazes de confessar que precisamos de D-us. “E isto é um milagre desde que se notarmos, acho que todos nós temos um ‘pequeno faraó’ dentro de nós que diz que tudo tem que girar em nossa volta e se recusa a submeter a presença de D-us”

    Finalmente nunca devemos esquecer o que o Rav Shaul (apostolo Paulo) nos ensinou em todo o capitulo de Romanos 9. Quando discursava sobre a eleição de Israel como povo escolhido pela soberania de D-us, ele cita o profeta Malaquias que escreveu: ‘Todavia amei Jacó, mas tive desgostei de Esaú’ (Romanos 9:13 – Malaquias 1:2-3). Note Esaú e Jacó nem haviam nascido para fazerem o bem ou o mal, a D-us pela sua soberania escolhei Jacó para ser o receptáculo das alianças e bênçãos divinas (Romanos 9:11).

    Paulo antecipa também citando a Torá em que D-us diz: ‘eu darei graça para quem eu quiser ser gracioso e terei misericórdia pra quem eu quiser ser misericordioso’. (êxodo 33:19 – Romanos 9:15).

    Então não depende do ser humano ou do seu esforço, mas sim de D-us, que tem misericórdia. Então Paulo aplica este principio ao caso de Faraó ao citar a Torá (êxodo 9:16 – Romanos 9:17) ‘Mas por causa disto estou te mantendo para mostrar a você o meu poder e para fazer com que o meu nome seja conhecido no mundo inteiro.’ Êxodo 9:16. e então Paulo conclui: ‘Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer e endurece o coração de quem ele quer.’ Romanos 9:18.
    Novamente Rav Shaul (Apostolo Paulo) antecipa o problema da nossa suposta auto-suficiência, isto é a o endurecimento de nossos corações por nós mesmos. E neste problema ele retoricamente pergunta: ‘Por que D-us ainda acha culpa, pode alguém resistir Sua vontade’? Em outras palavras se D-us endurece o coração de alguém como ELE pode achar culpa nesta pessoa por continuar com o coração endurecido? Daí Paulo responde citando Isaias ‘Um vaso de barro não briga com quem o fez. O barro não pergunta ao oleiro: “O que é que você está fazendo?”, nem diz: “Você não sabe trabalhar.”’ Isaias 45:9. Ou seja, e prerrogativa de D-us usar a mesma massa de barro para vasos de honra e outros pra desonra, e sito é um problema de D-us não nosso. E para aqueles que são chamados de Judeus ou Não judeus que constituem a promessa gloriosa: ‘para aqueles que não eram meu povo, mas agora são chamado meu povo’ e ‘para aqueles que não eram amado e agora são chamados amados’.
    Estes serão chamados os Benei El Chay – בנין אל חי – Filhos do D-us Vivo (Romanos 9:25-26, ósseas 1:10 , 2:23).

    Pré-destinação e livre arbítrio ambos existem, mas ambos estão debaixo da soberania de D-us.

    Deleito-me em fazer a tua vontade, ó D-us meu; Sim, a tua Torá está dentro do meu coração. Tenho proclamado boas-novas da justiça na (Kahal gedolá) grande congregação;
    – Salmo 40:8

    Porque o desprezo e violação da Lei (Torah) já operam agora em segredo, e é apenas impedido de revelar-se até que venha o que está no centro (desta operação).

    E então se revelará o destituído e inimigo da Lei (Torah), o qual o S-nhor consumirá com o sopro (espírito) da sua boca, e anulará (porá um fim) a força da manifestação da sua vinda.
    O qual (anticristo), a vinda é de acordo com a obra de Satanás com todo tipo de poderes e sinais e prodígios enganosos (falsos).

    E também em todo o tipo de engano de injustiça nos que perecem, pois não receberão a Graça e a Verdade (Chesed ve’Emet) para alcançarem a salvação.

    E, por isto, D-us enviará para eles a operação do erro (desviou), para acreditarem na mentira (verdades, mentiras que parecem ser verdades).

    A fim de que sejam julgados todos estes que não acreditaram na verdade, mas tiveram o seu prazer (pareceu bem para eles estar) na injustiça. 2 Tessalonicenses 2:7-11.

    #24779

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