וַיֵּצֵא Vayetzê ("E saiu”)

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    sofer
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    וַיֵּצֵא
    Vayetzê (“E saiu”)
    Leitura publica de Shabat – 03/12/11
    Parashá – Genesis 28:10 a 32:3-
    Haftará – Ósseas 12:13 a 14:10
    Brit Hadashá – João 1:19-5

    HaSulam – A escada
    Gênesis 28:12, ” E sonhou: Eis posta na terra uma escada cujo topo atingia o céu; e os anjos de D-us subiam e desciam por ela.”.
    Esta é a única vez que a palavra hebraica Sulam –, que significa escada, aparece nas Escrituras.

    O Lugar presente citado aqui nas escrituras, de acordo com Tradição judaica, foi o Monte Moriá. É a região onde Isaque foi oferecido como sacrifício, onde Abraão disse ‘Adonay Iriê’ (O s-nhor verá).
    Que mais tarde seria o lugar onde seria construído o Templo por Salomão e posteriormente reconstruído após o exílio da Babilônia por Esdras – Jerusalém. Dali Adonay veria o sacrifício do cordeiro imaculado que proveu para si.

    A visão de a escada com Malachim (Ângelous – Mensageiros) subindo e descendo foi discutida longamente por comentadores na tentativa de compreender seu significado.

    Entre as perguntas freqüentes são: qual foi o objetivo do sonho?
    Para quem são os “anjos de D-us”? Por que “vão para cima e depois para baixo”?

    Podemos interpretar o objetivo da escada como o de explicar a relação entre as duas realidades existentes entre a realidade da ‘presente era’ e a realidade da existência dos “mundos das esferas celestiais,” onde ambas estão sobre o total domínio de D-us, é claro. Jacó vê os “anjos de D-us” sobre a escada. Eles “sobem primeiro e depois descem” isto alude aos “justos” de D-us que fazem a conexão entre os dois “mundos”, ou seja, Eles se elevam “espiritualmente” e depois transmitem isto a nossa realidade presente.

    O fato dos Anjos subirem e só depois descerem alude as nossas ações e atitudes, pois são nossas ações e atitudes que afetam o mundo “espiritual” e não o oposto por assim dizer. As nossas orações abrem as portas dos céus, as nossas boas obras são vistas nas esferas celestiais fazendo com que as bênçãos caiam como chuvas regando a terra seca. Tudo depende de nós como escreveu o Rabino Shneur Zalman de Liade (likutei Torah)

    No que diz respeito à visão da escada “sobre a terra,”… Nota que não diz “na ou da Terra ou solo” (ba’aretz), mas sim em direção a terra ou solo (artzah), isto significa que sua base ou ancora principal está nos céus, nas realidades celestiais e de desenvolve para baixo, até atingir a terra esta realidade presente. Mostrando que as coisas da realidade presente são sombras ou copias das realidades celestiais.

    Considere isto: Ele chegou (Ba’Makom) ao lugar e passou a noite ali. Pegou uma pedra daquele lugar para servir como travesseiro e se deitou ali mesmo para dormir.. Genesis 28:11
    O interessante desta passagem é que literalmente no hebraico lemos: ‘ele adentrou no Lugar’. ‘HaMakom’ é um dos atributos (nomes) de D-us na bíblia, indicando que Jacó adentrou em D-us, notamos também que Jacó pegou uma pedra que segundo a tradição judaica seria a pedra a onde seu pai Isaque seria sacrificado, a pedra do altar do sacrifício, porem também esta pedra onde ele pós a cabeça para descansar é a pedra fundamental a pedra rejeitada pelos construtores, o Messias Yeshua (Jesus). A pedra da fundação do universo. Uma vez que colocamos nossa cabeça nesta pedra veremos a escada que leva aos céus a D-us o Eterno.

    HaMakom ( O Lugar) é um dos “nomes” de Adonay D-us; Porque D-us é o “lugar” do universo, mas o universo não é o único lugar de D-us.
    Outros nomes (atributos) também são dados a Adonay D-us tais como: Hakadosh Baruch Hú – O Santo Bendito Seja Ele, ou Ribôno shel Olam – Senhor do Universo, Avinu Shebashamayim- Nosso Pai que esta nos Céus, Shekiná – Divina Presença, (expressão “feminina”) Ruach HaKodesh – Espírito Santo (expressão “feminina”) e entre muitos outros.

    A escada e Yeshua (Jesus)
    Considere João 1:47-51, ” Yeshua viu Natanael aproximar-se e disse a seu respeito: Eis um verdadeiro israelita, em quem não há dolo! Perguntou-lhe Natanael: Da onde você me conhece? Respondeu-lhe Yeshua: Antes de Filipe te chamar, eu te vi, quando estavas debaixo da figueira. Então, exclamou Natanael: Rabino, você é o Filho de D-us, você é o Rei de Israel! Yeshua respondeu: – Você crê em mim só porque eu disse que tinha visto você debaixo da figueira? Pois você verá coisas maiores do que esta. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês verão o céu aberto e os anjos de D-us subindo e descendo sobre o ‘Ben Adam’ – ( Ser Humano – Filho do Homem.)”

    Os quatro dos Talmidim (discípulos – alunos) nas escrituras – Mateus 10: 2-4, Marcos 3:16-19, Lucas 6:12-16, atos 1:13 – testemunham que Bartolomeu é um Talmid (discípulo – aluno), ainda que Natanael nestes versos foi chamado, não está listado como discípulo. Acredita-se que Bartolomeu é Nome da família de Natanael. Poderia ser Nathan’el bar Tamai (Natanael Bartolomeu)

    No idioma Hebraico a expressão, “cada o homem sentado sob sua própria figueira,” refere-se ao bem-estar da pessoa e também a prosperidade. A referência que Yeshua (Jesus) fez à Natanael de “sob a figueira” pode indicar que ele era rico, tinha boa condição financeira.
    Para qualquer razão, os rabinos do período segundo Templo ensinaram sob figueiras aos seus discípulos e os estudantes gastavam tempo sentado sob figueiras, meditação e estudando a Torá. Não tinham preocupações econômicas. (é como nós hoje dizemos em português: ‘estar com o burro na sombra’. é em tal situação que Yeshua (Jesus) viu Natanael sentado sob uma figueira.

    Além disso, a julgar pela natureza do diálogo entre eles, parece evidente que Natanael estava meditando e estudando sobre a parashá (porção da Torá semanal) nesta época do ano: Esta Parashá da semana – Vayetze!

    Yeshua se identificou como sesta própria Sulam (Escada) na qual a humanidade poderia ascender aos Céus poderiam ascender e descender das esferas celestiais trazendo assim a sabedoria de D-us para a humanidade deixando a luz que estava neles brilhar. Assim como Moises no Monte Sinal. Do mesmo Jeito que Jacó ficou maravilhado com a visão, Natanael exclamou com a mesma surpresa dizendo: Rabino, você é O Filho de D-us, você é O Rei de Israel! Pois o Messias é a ligação entre a humanidade e ao EIN SOF – O ETERNO D-us! (Daniel 7:13, Mateus 26:64)
    Ele o Messias é a Palavra Divina de comunicação entre as esferas celestiais e esta era presente, O Anjo do S-nhor aquele que vem e vai durante a trajetória dos patriarcas e seus descendentes, ate que ele encarnou e habitou como um ser humano entre nós.
    E voltará como ben Adam (o ser humano – filho do homem) glorioso nas nuvens.

    A continuidade da Aliança
    Considere Gênesis 28:13-15, “E Adonay estava ao lado dele e disse: – Eu sou o Adonay, o Deus de Abraão e o Deus de Isaque, o seu pai. Darei a você e aos seus descendentes esta terra onde você está deitado. Os seus descendentes serão tantos como o pó da terra. Eles se espalharão de norte a sul e de leste a oeste, e por meio de você e dos seus descendentes eu abençoarei todos os povos do mundo. Eu estarei com você e o protegerei em todos os lugares aonde você for. E farei com que você volte para esta terra. Eu não o abandonarei até que cumpra tudo o que lhe prometi.”.
    A Aliança Abramica foi passada para de Isaque, e não para Ismael. A visão da escada também aplica a passagem da Aliança Abramica através Isaque e indo para Ya’akov (Jacó), não para Esaú:
    No versículo 13, D-us confirma o status de escolhido de Ya’akov (Jacó). No verso 14, D-us dá a Jacob sua missão. No versículo 15, D-us disse que ele estaria com Jacob e trá-lo-ia de volta à terra de Canaã, futura terra de Israel.
    Ya’akov (Jacó) chama o local por dois nomes: “Bet-El,” significa tanto “A Casa de D-us” aludindo ao “portal dos céus. a Casa de El”. A visão de que ali era o portal dos céus (das esferas celestiais) e não a Babilônia, considerando que: Babilônia que vem do ugarítico Babe’lu que significa “casa de D-us” e “portal dos céus”. Deixando claro que a região do monte Moriá onde está Jerusalém é a verdadeira Bet El (portal dos céus) e não Babi’lu (Babel – Babilônia) por mais que eles construíssem uma “Torre” (portal) lá eles jamais adentrariam nos Céus (HaMakom)

    D-us declara que aqueles que abençoarem Abraão e seus descendentes da aliança seria abençoados e os que os amaldiçoarem seriam amaldiçoados (Genesis 12:3 e 26:3-4 e 27:29 e 28:13-15)
    Este é um grande mistério das escrituras e devemos aceita-lo por fé, e abençoar e amar os descendentes da Aliança (Israel – Judeus) honra a D-us, o D-us de Abraão Isaque e Jacó, o D-us de Israel e também D-us e Pai de nosso senhor e salvado Yeshua (Jesus) o Messias. Ainda mais somos ordenados a orar pela paz de Jerusalém (salmo 122:6) e temos a promessa de seremos prósperos em muitos sentidos se fizermos assim.

    No Olam habá (Milênio & na Eternidade) nós todos serviremos ao nosso Rei e Senhor Judeu Yeshua (Jesus) e subiremos para adorar em uma nova Jerusalém.
    Os nomes das 12 tribos de Israel estarão inscritos nos portões da cidade (apocalipse 21:12) e com grande alegria e prazer adoraremos em comunhão com todos os patriarcas e heróis da bíblia. (hebreus 11)

    Considere sempre isto: a natureza da aliança feita com Abraão é uma Brit Olam – Uma Aliança eterna, por isto o sinal desta aliança é a circuncisão, pois passaria de geração em geração, pois cada semente de Abraão passaria por este sinal antes de fecundar o ovulo.

    BENÇÃOS DE D-US
    Uma vez, um Judeu Chassídico veio até o Rabino Israel de Ruzhin para pedir o conselho do Rabino e benção sobre um problema urgente com o qual ele teria que lidar. Quando o Chassídico saiu da sala do Rabino ele encontrou o filho mais novo do Rabino e contou a ele sobre o problema que havia discutido com seu pai.
    “O que meu pai falou a você?” Perguntou o filho do Rebbe.
    “Seu pai disse, “não se preocupe, pois D-us te ajudará!””
    “Mas o que você fará até que D-us envie seu socorro?” perguntou o garoto.
    O Judeu Chassídico percebeu que o garoto estava certo. Ele realmente tinha um problema que precisava da intervenção de D-us imediatamente. Ele novamente foi ao escritório do Rabino e perguntou, “Rabino, o que farei até que D-us me ajude?”
    “Não se preocupe,” respondeu o Rabino, “D-us te ajudará mesmo até que Ele te ajude!”
    Então o Rabino acrescentou, “Isso é exatamente o que D-us falou a Ya’akov, ‘Eu não te deixarei até que Eu tenha feito tudo o que tenho te dito.’ “D-s disse a Ya’akov que mesmo quando possa parecer que a promessa de D-us não foi ainda cumprida, ele deveria saber que mesmo durante esse tempo D-us estará com ele!

    A Torah é um ensino para todas as gerações. Nós também devemos lembrar que mesmo durante os tempos difíceis quando nós não vemos as bênçãos de D-us em uma maneira revelada, nós devemos saber que mesmo então D-us está olhando por nós e está conosco.

    A CADA MOMENTO
    A cada momento que você age gentilmente, o mundo tem mais gentileza.
    A cada momento que você é compassivo, o mundo tem mais compaixão.
    A cada momento que você sorri a alguém, o mundo é um lugar mais alegre.
    A cada momento que você dá dinheiro para a caridade, o mundo é um lugar mais caridoso.
    A cada momento que você acalma alguém que está irado, o mundo é um lugar mais agradável.
    A cada momento que você julga alguém favoravelmente, você está fazendo do mundo um lugar mais amável para se viver.
    A cada momento que você ajuda a transformar a angústia de alguém em serenidade, o mundo é um lugar mais sereno.
    A cada momento que você encoraja alguém a fazer algo por outros, você cria um parceiro para fazer um mundo melhor.
    (Rabino Zelig Pliskin. Every Time… From Kindness – Changing People’s Lives For the Better.)

    A primeira unção
    Gênesis 28:18, ” Jacó se levantou de madrugada, pegou a pedra que havia usado como travesseiro e a pôs de pé como um pilar. Depois derramou azeite em cima dela.
    Considere Gênesis 31:13, “Eu sou o D-us de Bet’El, onde você ungiu (mashach) uma pedra, derramando azeite sobre ela, e onde você me fez um voto. Agora prepare-se, saia desta terra e volte para a terra onde você nasceu.”
    A pedra que Jacó colocou sua cabeça para descansar se tornou para ele um símbolo das promessas feitas no sonho. Para consagrar a pedra como um local sagrado, Jacó derrama azeite sobre o topo. Derramar óleo desta forma é uma cerimônia de unção. Isso é a primeira cerimónia de unção na Torá. Simboliza uma consagração, neste caso marcando um objeto e o separando. Neste caso, é a pedra de Jacó já não é apenas uma pedra comum; ela foi separada para uso sagrado e é considerada como sagrada.
    Este ritual em “Beit El – casa de D-us ou Sha’ar haSahmayim portal dos céus” era o lugar sagrado onde D-us irá ser visto novamente. Tornou-se o Monte do Templo em Jerusalém. A pedra a onde seu pai Isaque seria sacrificado, a pedra do altar do sacrifício, porém também esta pedra onde ele pós a cabeça para descansar é a pedra fundamental a pedra rejeitada pelos construtores, o Messias Yeshua (Jesus). A pedra da fundação do universo. Uma vez que colocamos nossa cabeça nesta pedra veremos a escada que leva aos céus a D-us o Eterno.

    A Torá usa o verbo Hebraico, “mashach” para descrever este ritual em Genesis 31:13.
    Este ritual simples de derramar óleo sobre a cabeça de objeto definiu o padrão e começou a tradição dos rituais de unção de pessoas nas escrituras. Irá encontrar sua conclusão no O Ungido, chamado no Hebraico, “Ha-Mashiach”. Que em grego é Cristos.

    As 12 tribos de Israel

    Jacó casa-se com Lea após Labão tê-lo enganado e depois casa-se com Raquel, ambas oferecem suas servas para lhe conceder filhos.
    O significado dos nomes dos filhos de Ya’acov (Jacó)

    REUVEN – Lea disse: “D-us viu minha aflição, pois agora meu marido me amará.” (Reuven deriva da palavra re’ê – ver).
    SHME’ON – Lea disse: “D-us ouviu que sou odiada, e assim também me deu este.” (O nome Shme’on deriva do radical shamá / ouviu.)
    LEVI- Levi significa: “Agora meu marido ligar-se-á a mim.” (Levi é aqui derivado de liva / ligado.)
    YEHUDÁ – Quando Lea deu à luz a seu quarto filho, exclamou: “Agora devo louvar D-us!” – “Agora, contudo, D’us me deu um quarto filho, o que é mais que minha cota!” Assim, ela chamou-o de Yehudá, que demonstra gratidão: “Agora louvarei e agradecerei D-us!” (Yehudá vem do radical hodaah / agradecimento.)
    DAN – filho de Bil’há recebeu seu nome de Rachel, que afirmou: “D-us julgou-me (dan significa julgar ou juiz) e achou que não sou merecedora de filhos; porém agora Ele ouviu-me e deu-me um filho através de minha criada!”
    NAFTALI – filho de Bil’há também recebeu seu nome de Rachel, que disse: “Ofereci preces a D-us (Naftali vem do radical tefilah / oração.
    GAD – filho de Zilpá foi chamado assim por Lea, que afirmou: “Boa sorte veio ao mundo!” (gad significa sorte).
    ASHER, Filho da serva Zilpá e Lea exclamou: “Afortunado é aquele que tem um filho como este!” (Asher vem da raiz ashrê / afortunado).
    YISACHAR – cujo nome significa: “D-us recompensou-me por Ter dado minha criada a meu marido.” (Yisachar vem de sachar / recompensa) e ZEVULUN- que significa: “De agora em diante, o lar de meu marido será comigo, uma vez que tenho tantos filhos quanto às outras esposas juntas!” (Zevulun deriva de zevul / local de moradia.)
    YOSEF – Que significa acrescentar
    BENIAMIN – que significa ‘filho da minha mão direita’

    Os filhos de Abraão
    Você tem um coração judaico? Se você diz que ama Adonay Elohei Israel – Adonay o Deus de Israel, o Deus da bíblia, pois é claro que Adonay o Deus de Israel ama o povo de Israel & Judeu, e é muito claro que você também deveria amar o povo Judeu, pois acima de tudo Yeshua (Jesus) é chamado Melech haYehudim – O Rei dos Judeus (Mateus 2:2 e 27:11 e etc.) e o próprio termo Cristo (grego) Mashiach (hebraico) é o termo para indicar o ungido rei de Israel, e Cristãos que oram e adoram a Jesus Cristo estão realmente orando e adorando á Yeshua o Ungido Rei dos judeus… um dia (em breve) Yeshua (Jesus) retornará para a cidade de Jerusalém a cidade do grande Rei (Mateus 5:35) e estabelecer aqui o Trono de David e completar a redenção prometida ao povo Judeu e a Israel (Zacarias 12:1 á 13:1 e 14:1-9) (Ezequiel 37:12-14 e etc.) D-us mostrara a Israel que ELE é fiel.

    Negar qualquer coisa que mencionei acima é negar a fidelidade de D-us em si e ate para com a Igreja de cristãos. Falando claramente qualquer líder religioso cristão ou teólogo cristão seja lá qual denominação for que ensinar que D-us abandonou o povo judeu e se esqueceu de Israel como nação ou povo estará colocando toda a mensagem dos evangelhos e do novo testamento em descredibilidade e também a D-us, e isto é uma questão muito seria.
    Os filhos de Israel e judeus são a bavat einó – Menina dos olhos (Zacarias 2:8) um termo que D-s não usa para nenhuma outra nação da terra.

    Na verdade D-us nunca abandou Israel ou o povo judeu nem abandonará. (Isaias 14:1) os cristãos e a Igreja nunca tomaram o lugar de Israel ou dos judeus, foram enxertados neles. Lembrem se sempre do que o apostolo Paulo disse: não fiquem orgulhosos contra os ramos; porém, se vocês se orgulharem, saibam que não são vocês que sustentas a raiz (judeus), mas a raiz (judeus), que sustentam vocês. Romanos 11:18

    Considere Jeremias 31:35-37 O S-NHOR fez o sol para ser a luz do dia, a lua e as estrelas para brilharem de noite. D-us faz o mar ficar bravo e faz rugir as suas ondas; o seu nome é Adonay tzvaôt. Ele promete que, enquanto durarem as leis da natureza, Israel será sempre uma nação. Se algum dia for possível medir os céus e examinar os alicerces da terra, então eu rejeitarei o povo de Israel por causa de tudo o que ele tem feito. O S-NHOR está falando.
    Em outras palavras enquanto durar o sol a lua e as estrelas Israel e os judeus sempre serão uma nação escolhida e povo escolhido por D-us e nunca serão rejeitados.
    Muitos teólogos e líderes cristãos ignoram esta passagem de Jeremias 31:35-37 quando dizem que D-us rejeitou a seu povo e agora a igreja ou seja os cristãos são o povo de D-us.

    A Torá, entretanto, também se descreve como uma “aquisição” de Israel (Provérbios 4:2),
    Gemilut Chassidim (o Desempenho do Amor & Bondade)
    Os escritos bíblicos e rabínicos estão repletos de referências ao significado, necessidade e qualidades redentoras desta Mitzvá. Gemilut Chassidim é o próprio alicerce e pilar do universo.
    Sem justiça social e moralidade, a integridade e compaixão encerradas no conceito de Gemilut Chassadim, não pode haver sociedade; a humanidade não pode existir.
    Bereshit Rabba 3 8:7; Baba Metzi’a 30b
    Aceite sobre si o jugo do Reino dos Céus para se excederem no temor dos Céus, e para conduzir-se uns aos outros com atos de bondade e amor. Sifre, Ha’azinu, par. 323,

    Orientar outras pessoas e ensinar-lhes Torá, então, é parte da Mitzvá de Gemilut Chassidim. Tendo isso em vista, assim como fazer alguém se afastar do caminho da Torá é pior que feri-lo fisicamente, assim também, cuidar do bem-estar “espiritual” daqueles que necessitam é melhor que a provisão das necessidades físicas. Sobre isso é declarado:
    “Eles que são sábios reluzirão como o brilho do firmamento, e aqueles que levam muitos à integridade serão para sempre como as estrelas (Daniel 12:3).”
    “Seja como os discípulos de Aharon, amando a paz e promovendo a paz, amando a humanidade e aproximando-a da Torá.” (talmud. Pikei Avot 1:12)

    “Aproximando-os da Torá” significa que deve-se influenciar as pessoas e levá-las sob as asas da Shechiná (a Divina Presença). Todo aquele que está sujeito à ordem de estudar Torá é também ordenado a ensinar Torá.

    E nossa obrigação estudar e estudar, pesquisar aprofundar as escrituras sagradas, mas não é nossa obrigação chegar a uma conclusão final.
    Para finalizar, cito:
    “Com que se parece aquele cuja sabedoria excede suas boas ações?
    Com uma árvore de muitos ramos e raízes poucas, e assim, quando sopra o vento, ele a arranca e derruba, pois foi dito:… “Porque será como o arbusto no deserto, não verá a chegada do bom tempo, viverá em lugares áridos do deserto, em terra estéril e inóspita”. (Jeremias, 17:6) Mas, com que se parece aquele cujas boas ações excedem sua sabedoria? Com uma árvore de poucos ramos e raízes muitas, de modo que, embora todos os ventos do mundo soprem e a fustiguem, não a moverão do lugar, pois foi dito: “Porque será como a árvore plantada à beira da água, que estende as suas raízes para o ribeiro, não receia quando vem o calor, a sua folha fica sempre fresca; e no ano de secas não se afadiga nem deixa de dar frutos”.(Jeremias, 17:8)

    A Torá, entretanto, também se descreve como uma “aquisição” de Israel (Proverbios 4:2), bem como a “herança da congregação de Ya’akov” (Deuteronômio 33:4).
    כִּי כַמָּה אֲלָפִים מִן־הַיְּהוּדִים הָיוּ לְמַאֲמִינִים וְכֻלָּם מַחֲזִיקִים בַּתּוֹרָה
    Bem vês, irmão, quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram, e todos são zelosos da lei (atos 21:20)

    O Talmud possui grandes ensinamentos, não somente para os judeus.
    A Torá foi entregue a Moisés no Sinai e nela contêm o modelo de ética e valores escolhidos por D-us para todos os homens. No Capítulo 5, Mishná 14, vemos um exemplo claro de como nossos sábios interpretam o sentido amplo destes valores. Diz:
    “Há quatro tipos de temperamento: O que é fácil de ficar com ódio e fácil de pacificar-se, a sua perda é anulada pelo ganho. O que é difícil de encolerizar-se e difícil de pacificar-se, o seu ganho é anulado pela perda. O que é difícil de encolerizar-se e fácil de pacificar-se, esse é o Chassid (piedoso – Zeloso da Torá). O que é fácil de encolerizar-se e difícil de pacificar-se, esse é o perverso.”
    Em qual destes quatro tipos de temperamento você se enquadra? A moral da história é que o homem é freqüentemente provado ao longo de sua vida. O temperamento de uma pessoa é o parâmetro usado para definir a sua identidade. A cólera, ódio, raiva, ou falta de controle emocional, faz com que o homem seja analisado pelo Altíssimo por cada ato, palavra e gesto. O Talmud ensina: Quando um homem dá lugar a sua cólera, se ele for sábio, a sua sabedoria o abandona. Se for profeta, seu poder de profecia o abandona. E mesmo que o Céu tenha decretado grandeza para ele, quem quer que se encolerize será rebaixado. (T. B Pessachim 66b).
    E também revela que “entre aqueles a qual o Santíssimo, bendito seja, ama está o homem que não se encoleriza, e aquele que faz vistas grossas às causas de irritação que nos fazem buscar a retaliação” (Midrash Tehilim 86:1 – versão manuscritas de Ialcut Shimoni II).
    O insensato mantém na língua a sua ira como bomba relógio: qualquer irritação está prestes a explodir e levar quem estiver por perto. O homem que dificilmente se enfurece, aprende a ignorar provocações e situações familiares, profissionais e do cotidiano. Quem facilmente perde o controle da situação, eleva o tom da voz, se enraivece e não abandona este estado de espírito é considerado pela Halacha, um Rashyi, ou um homem mal. “Aquele que se entrega a raiva, até a Shechiná, a Presença Divina, não tem importância para ele” (T. B Nedarim 22b). O Rashyi responde rápido às provocações. A Mishná (Talmud) usa a palavra lirtsot para o verbo “pacificar ou apaziguar” e ser pacificador para lehitraot, palavra freqüentemente usada entre os judeus para desejar um “tudo de bom” na língua hebraica. As duas primeiras categorias de homens mencionadas na Mishná são consideradas intermediárias. Cada uma combina uma virtude com um defeito. Ao Rabi Nechuniá ben Hacaná foi perguntado certa vez a respeito do motivo de viver tão longos anos de vida. Ele respondeu que jamais havia proferido palavras negativas contra alguém que tenham o acompanhado à cama. Ele sempre fazia as pazes no mesmo dia. Rabi Ioná nos traz a informação que o chassid (devoto – Zeloso da Torá) não é imune a ira, mas para ele é muito difícil enfurecer-se. No caso do neto de Aarão, Fineias o Cohen (sacerdote), o arremesso da lança que feriu de morte o príncipe de uma tribo hebréia juntamente com uma pagã, foi necessário, pelo amor aos Céus (D-us). Salomão disse: “Em muita sabedoria há muito enfado” (sl.145:7). A maior sabedoria está na sensibilidade e consciência das injustiças, perigos, e tolices. A Mishná diz: “Que o sábio converta-se em chassid e controle sua ira”.
    Aqueles cujas boas obras excedem a seu conhecimento, mantêm o seu conhecimento; mas se seu conhecimento é superior às suas boas obras, aquela alma não se manterá. Mas qualquer um que suas boas obras são mais que seu conhecimento, tal crescerá mais em conhecimento e boas obras.
    Qualquer um em que seu conhecimento das escrituras não superar seus bons atos Tanto seu conhecimento e seus feitos falharão.
    Tratado Talmúdico Pirke Avot. Mishná capítulo 3, mishná 12

    #24749

    sofer
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