Grande Som do Shofar: TROMBETA

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    sofer
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    Grande Som do Shofar:

     

    Fala aos filhos de Israel, dizendo: ‘No 7º mês, no 1º dia do mês, vocês devem ter um dia de descanso (Shabat), um ritual de sopro de Shofar, e uma Santa convocação’ (Levítico 23:24).

     

    O Shofar era/e é tocado no 1º dia do 7º Mês bíblico (Tishri). É o Yom Teruá –O dia do Soar’. Tradicionalmente chamado de Rosh Hashaná (Ano Novo Judaico) ela marcava o final da colheita do ano e também era visto como uma ocasião para toda a nação procurar uma renovação espiritual e relacional com D-us.

     

    A chamada do Shofar ao arrependimento, o tocar dos ‘berrantes de chifre de Carneiro ou cabritos’ (Shofar) fornece um lembrete “espiritual” importante: Era também uma advertência para aqueles que tinham acabado de trazer a colheita com o suor do seu próprio trabalho. Quando os trabalhadores eram tentados a olhar para os resultados de seu próprio esforço e felicidade pela colheita, eles precisavam deste ritual centrado em D-us para lembrá-los que, em todos os seus trabalhos e esforços, eles eram dependentes do poder de criação e sustentação de D-us e em Seu Nome. O trabalhador semeia, planta, labuta, rega e espera. Mas é D-us quem dá o aumento, é que faz prosperar! Rosh Hashaná é importante momento para trazer isto em mente.

    Alfred Edersheim (1825–1889 Áustria) um notável judeu Crente em Yeshua o Messias ensinava: ‘Um dos principais objetivos de Rosh Hashaná e despertar as pessoas a Teshuvá (arrependimento). ’

     

    Na verdade, o Rabino Maimônides (1135-1204 Espanha) faz uso das seguintes palavras para mostrar o significado do Tocar do Shofar: ‘despertem, despertem do vosso sono; Acordem, Acordem do vosso sono, vocês vivem em vaidades, um sono pesado tem caído sobre vocês. Abram o coração, diante de quem vocês darão conta no dia do juízo. ’

    Yom Teruá (Rosh Hashaná) também tem um significado profético. As quatro primeiras festas têm uma impressionante correlação com eventos finais da vida do Messias (sua primeira revelação como Mashiach ben Yosef). Muitos estudiosos da Bíblia acreditam que a ‘festa das Trombetas’ (Shofarim) profeticamente apontam para os eventos dos últimos-dias (sua segunda revelação como Mashiach ben David) que chamará a nação de Israel e todo o mundo, ao arrependimento em preparação para seu Reino messiânico por mil anos. (apocalipse 20:2-7)

    Compare esta esperança messiânica com uma oração que é feita em Rosh Hashaná de um ‘livro de oração judaica’ para Rosh Hashaná e Yom Kipur (Mazor) dos Judeus Ortodoxos e Ultra-ortodoxos:

    ‘Que seja tua vontade Adonay que o Som do Shofar que temos feito seja bordado no véu pelo Anjo Nomeado, como aceitastes por Elias de abençoada memória e por Yeshua, O Príncipe da Face [ou seja, Sar HaPanim – Príncipe da presença de Deus] aquele que se senta ao trono de D-us. Que tenhas compaixão para conosco. Merecedor Tu és de louvor, Oh D-us de Misericórdias’ (Mazor – Birnbaum, Behind The Curtain, pagina 282).

     

    Com esta oração, Sinagogas Ortodoxas tem invocado em Rosh Hashaná, o nome do Rei de D-us que virá: O Messias.

    Obs.: é claro que os rabinos e judeus (Não Messiânicos) insistem que essa referência clara a Yeshua [ou seja, O Príncipe da presença de D-us] não tem nada a ver com Yeshua (Jesus) da Besorá Tová HaGeulá (dos Evangelhos – Boas novas), – é claro que este Jesus romanizado e de filosofia grega e totalmente ‘gentilizado’ e paganizado, idolatrado é a fonte de toda rejeição que ainda Israel e a maioria dos Judeus tem por ele, e não poderia ser diferente.

     

    Uma razão também para rejeitar o Sacrifício da Cruz pelo Cordeiro de D-us, tem sido o parecer rabínico de que D-us nunca exigiria — nem aceitaria — um sacrifício humano.

    No entanto, em contraste com este ensinamento rabínico, existe dentro da própria tradição rabínica e judaica que se faz em muitas sinagogas através de uma prática que lembra o dia quando D-us pediu ao pai Abraão para oferecer seu amado filho Isaque como um sacrifício.

    Em cada ano durante as Grandes Festas do segundo semestre, as Sinagogas do mundo inteiro lembram-se da Akeidá (Termo hebraico, referindo-se a ‘a vinculação de Isaque’, conforme descrito em Gênesis 22:1-19).

    O símbolo mais proeminente da festa de Rosh Hashaná (Yom Teruá) é o Berrante de Chifre de Carneiro, ou seja, o Shofar.

    Os nossos Sábios Rabinos da antiguidade viam uma relação significativa entre ele e o Carneiro substitutivo que foi fornecido por D-us quando Abraham ofereceu o seu filho Isaque como um sacrifício no Monte Moriá (isto é: Sião – Jerusalém).

    A leitura da Akeidá (a vinculação de Isaac) é especialmente enfatizada nos dias de Rosh Hashaná para Yom Kipur.

    Abraham ofereceu Itzhak no Monte Moriá (o eventual lugar do Monte do Templo – Zion – Jerusalém), e No processo, nossos Sábios da Antiguidade ensinam através de Parábolas e lendas que Isaque realmente morreu e ressuscitou!

    Um livro intitulado ‘Rosh Hashanah: Its Significance, Laws, And Prayers’ afirma que; ‘uma leitura das fontes talmúdicas deixa claro que D-us aceita, como se Isaque realmente tivesse sido sacrificado e seus restos ainda queimam no altar’ (pag.31).

    Uma parábola conta que ‘Isaque estava tão aterrorizado que ele morreu de susto, mas ao som da voz do Anjo do S-nhor voltou a viver novamente’.

    Se lermos o relato bíblico em Genesis 22:1-19, não encontramos nenhuma indicação que Isaque morreu ou que seu corpo foi queimado ou ressuscitado. Aprendemos, no entanto, através destas lendas e parábolas algumas semelhanças provocativas entre Isaque e outro filho que, de acordo com testemunhas da Besorá Tová HaGeulá (Evangelhos – Boas Novas) foi oferecido como um sacrifício por um amoroso do Pai.

     

    Considere a comparação entre Isaque e O Messias, descrito nos Evangelhos.

    *Ambos eram filhos da Promessa.

    *Suas Vindas foram anunciava por Seres Celestiais (Anjos).

    *Ambos vieram ao mundo por meio de um nascimento miraculoso. *Através de ambos as pessoas do mundo inteiro seriam abençoadas. *Ambos eram filhos amados de seus pais. Eles estavam isentos de culpa — nem de merecimento de uma pena capital.

    *Ambos tiveram de transportar a madeira de seu julgamento sobre os seus ombros.

    *Ambos estavam em seu nos meados de trinta a trinta e três. (Fontes Rabínicas apontam para a idade de 30 a 33 anos de Isaac)

    *Ambos foram levados para o Monte de seu sacrifício (Atual Jerusalém).

    *Ambos foram voluntariamente foram, sem dizer uma palavra em sua defesa.

    Estes são apenas alguns paralelos dos muitos que podemos encontrar entre as escrituras hebraicas e as histórias das páginas dos Evangelhos (Besorá Tová HaGeulá).

     

    Se acrescentarmos a nossa comparação com as parábolas e lendas antigas dos Rabinos de que Isaque foi sacrificado, morreu e ressuscitou, encontramos ainda mais impressionantes paralelos.

     

    Alguns dos antigos Rabinos ainda contavam que: ‘as cinzas de Isaque diante de [Deus] sempre são um lembrete da Aliança — porque uma subida às alturas “espirituais” como a Akeidá nunca morre’.

     

    Portanto, também, a vida de Isaque após a Akeidá foi de uma ordem diferente do que qualquer outra. Ele foi um sacrifício vivo, separado e espiritualizado’ (Rosh Hoshanah Its Significance, Laws, & Prayers, p.31).

    São estas comparações, independentemente das escrituras ou das tradições judaicas, meras coincidências?

    Ou D-us colocou dentro das antigas lendas e parábolas e ensinamentos rabínicos e tradição uma pista para a identidade do seu próprio Messias?

     

    Na temporada das Festas do S-nhor do segundo semestre, Rosh Hashaná é o início de um período de 10 dias conhecido como os ‘dias de Temor’.

    Nas comunidades judaicas do mundo todo, o sopro do Shofar é seguido por um momento de introspecção, quando os membros olham para seus próprios corações, para arrependerem-se pelos erros contra os outros e pelas transgressões no coração ou ações contra D-us e o próximo. São dias de arrependimento, e a tentativa dos indivíduos corrigirem os erros que cometeram.

    É um tempo para se preparar para o próximo dia da expiação, ou seja, Yom Kipur. (Levítico 23:27-31)

     

    Após ser dito a Abraham para não sacrificar Yitzhak, na Torá é relatado: ‘E ele olhou e viu um carneiro – אַחַר/depois, preso pelos chifres num arbusto. ’ (Genesis 22:13)

    O que significa a palavra ‘אַחַר/depois’ aqui? O Rabino Huná disse em nome de Rabi Hiná bem Yitzchak que: ‘Avraham durante todo o dia assistiu o carneiro ficar agarrado no arbusto e, em seguida, se livrou’. – Então HaShem (D-us) disse-lhe; ‘Como este carneiro, seus descendentes serão pegos em seus próprios pecados e passarão de um exílio para outro’. – Avraham então perguntou, ‘Isto vai durar para sempre’? – HaShem (D-us) respondeu: ‘No final eles serão remidos com os chifres deste carneiro’, – tal como está escrito: ‘E HaShem tocará o Shofar (e tirá-lós-á  do exílio)”. (Zacarias 9:14)

     

    O Rabi Hanina ben Dosa disse que todas as partes do Carneiro foram usadas:

    ·         As veias foram usadas para fazer as 10 cordas de harpa do Rei David.

    ·         A pele foi usada para fazer um cinto de Eliyahu HaNavi (Elias o Profeta).

    ·         O chifre esquerdo foi usado para fazer o Shofar que foi tocado no Monte Sinai.

    ·         O chifre direito será o Shofar que HaShem (D-us) vai fazer soar no momento da redenção.

    (Fontes: Jer. Talmúdicas, Pirkei de’Rabi Eliezer 31)

     

    No período do Templo, estas Festas do S-nhor eram para um período anual de arrependimento nacional (coletivo congregacional, familiar) e de restituições, e continua até os dias de hoje como uma prática séria entre os judeus e aqueles que observam os mandamentos de D-us e Seus Tempos Apontados (Moadim – Festas do S-nhor).

    Que possa o Messias retornar em nossos dias, amigos!

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