Reflexões sobre o Mundo Vindouro – A Ciência

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    Reflexões sobre o Mundo Vindouro

    A Ciência

    “Procurai aquele que fez as Plêiades e Órion, e torna a sombra da noite em manhã, e transforma o dia em noite; o que chama as águas do mar, e as derrama sobre a terra; ADONAI é o seu nome.”

    Na revelação da plenitude, quando aquele que é Eterno revelar a sua face, todas as dúvidas serão coisas do passado. Será a nova alvorada do Homem, que agora já maduro em relação ao conhecimento do bem e do mal, terá diante de si novos horizontes, antes jamais imaginados e outros apenas sonhandos, que lhe despontarão.

    O Eterno dotou o homem de conhecimento, ele mesmo dá sabedoria aos que pedem e no mundo vindouro receberemos além do que pedimos ou sequer supomos.

    Neste entendimento a ciência será transformada, seu contexto e utilidade será um tanto quanto diferente. Áreas como cosmologia, física, biologia entre outras terão mudanças profundas. E a medicina, bem está será encerrada, tal qual outras profissões que com o tempo se tornaram obsoletas, porém seus profissionais se adaptaram, desta forma os conhecimentos adquiridos na ciências da medicina seriam aproveitados de outra forma. Como a medicina, outras profissões e funções igualmente seguirão este caminho.

    Seria este o fim da ciência? Acabaria a necessidade de busca por conhecimento? A curiosidade humana seria dissipada? Afinal, estaremos diante daquele que tudo criou e a disponibilidade de acesso ao Criador será total, então qualquer dúvida será rapidamente solicitada. Qual seria o novo sentido disto tudo?

    São muitas perguntas, e aqui são apenas algumas. A revelação seria o fim da curiosidade?

    Não, em absoluto. No momento estamos apenas enxergando através de uma fechadura, vagamente vislumbrando e tentando compreender o mundo lá fora, quando a porta for aberta então todo o conhecimento adquirido será como de uma criança que acabou de esboçar a primeira letra do alfabeto que tem pela frente, e não sabe ela o muito mais que há por vir, em sua ingenuidade.

    Se, entretanto, temos no mundo vindouro acesso ao Doador da Sabedoria e sabendo nós que qualquer dúvida seria sanada, não iria Ele em seu gesto de paternidade e compreensão de nossas limitações rapidamente saciar nossa curiosidade e dúvida é com isso ao poucos minar nosso desejo de exploração do novo mundo? Não.

    Quando criou o homem, o Senhor Eterno lhe concedeu atributos que são únicos e entre eles a curiosidade e a sede pelo conhecimento e observação. Somos naturalmente curiosos e nossa curiosidade tem nos levado bem longe.

    A Adão foi dada a tarefa de nomear os animais. Deus poderia ter colocado todos eles diante do homem e pedir que lhes desse um nome. Com o atributo da sede de conhecimento, certamente seria muito mais coerente e proveitoso que Adão sim, viajasse o mundo procurando as espécies e observado-as em seus habitats naturais.

    Dizem que Adão foi um jardineiro, mas não, o Gan Eden era o local de sua morada e ali ele jardinava e cultivava, mas não podemos crer e não há espaço para uma interpretação que indique que Adão estava confinado àquele lugar, por outro lado, após a desobediência ele foi sim proibido de para lá retornar, até que que algumas coisas fossem resolvidas.

    Assim, Adão foi muito mais, ele foi o primeiro explorador e naturalista – a separação entre o sobrenatural e natural é uma coisa moderna. Seu instinto pela exploração, busca, senso de curiosidade até hoje está impresso em nosso DNA.

    De igual modo, não creio que Deus irá simplesmente revelar tudo de uma forma simples assim. Será como um pai que leva seu filho a um novo parque e fica olhando ele vislumbrar e descobrir o novo lugar, contente, correndo de um lado para o outro é de vez em quando vindo atrás com alguma pergunta. E quantos são os novos lugares que foram preparados? Podemos medir o tamanho da criação? Quais novas espécies e irmãos nos esperam?

    Ele nos dará algo muito mais importante que respostas, mas os meios de encontra-las.

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