Tsha Be’Av – Nove de Av

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    sofer
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    פְּתַח לְבָנוֹן דְּלָתֶיךָ וְתֹאכַל אֵשׁ בַּאֲרָזֶיךָ
    Abre, ó Líbano, as tuas portas para que o fogo devore os teus cedros.
    Zacarias 11:1

    (OBS; Líbano ou cedros aqui é uma alusão ao Templo, que foi feito de cedros do Líbano)

    O Beit HaMikadesh (Templo) era o ponto focal da vida religiosa ou espiritual, cultural e nacional para Judeus em tempos bíblicos. Representava o lugar da habitação de D-us com o seu povo e simbolizava a Aliança com D-us.

    No Talmud os Rabinos interpretaram a profecia de Zacharias 11:1-2 como um aviso da destruição do segundo Templo que foi construído com a maior parte pelos dos cedros de Líbano:

    Os 40 anos antes da destruição do (2°) Templo… as portas do Templo costumavam abrir sozinhas durante a noite, por isto que o Rabi Yochanan ben Zakai avisava-os dizendo: “Santuário, Santuário! Por que Tu nós aterroriza? Eu sei bem que já és chegado o teu fim e deves ser destruído, porque Zacharias ben Ido (filho de Ido) profetizou contra ti há muito tempo atrás; Abre, ó Líbano, as tuas portas para que o fogo devore os teus cedros. (Talmud. Yoma 39b – Zacarias 11:1).

    Antes da destruição do segundo Templo havia uma evidência da discórdia flagrante que conduziria ao exílio.

    Qual era a razão para a destruição do segundo templo em 70 D/C e os 2000 de exílio subseqüente? Qual o pivô desta história que causou uma grande divisão no povo de Israel na época, alterando irrevogavelmente o destino do povo judeu e conduzindo finalmente à destruição do segundo templo?

    A resposta é a crucificação de Yeshua HaNotzri HaMashiach (Jesus de Nazaré o Messias) aproximadamente no ano 30 D/C que coincide com o tempo em que as portas do templo começaram aparentemente a abrir sozinhas como descrito no Talmud.

    Zacarias indica a destruição do Templo com a rejeição do Pastor enviado por D-us. Na mesma passagem alude a traição do Messias por 30 moedas de prata. Esta passagem é tida como uma passagem Messiânica pelo Rabino David Kimchi (1160-1235)

    Em Tisha B’Av, (ente ano – 29/07/12) nono dia do mês hebraico de (Menachem) Av. Este é um dos dias mais tristes da história judaica, nele se comemora a destruição dos 2 Templos:

    A destruição do primeiro templo construído por Salomão e o segundo templo construído por Esdras e Neemias e reformado por Herodes o Grande.

    Os dois fatos ocorreram no mesmo mês e segundo a tradição, na mesma data, ou seja, o dia nove do mês de Av, a diferença é que o primeiro ocorreu 556 anos antes da segunda tragédia. Jejuamos e choramos a destruição do Templo Sagrado de Jerusalém. O Segundo Templo foi destruído 490 anos após o primeiro, que também caiu por terra nessa mesma data sinistra.

    A destruição do Segundo Templo foi obra do Império Romano, que primeiro ocupou a Terra de Israel no ano 63 D/C.
    Desde, praticamente, do início da Era Comum, a Judéia (Israel) foi governada por procuradores romanos que cobravam um imposto anual em nome do Império.
    No início da Era Comum ou D/C, um grupo de rebeldes judeus decidiu enfrentar Roma. Ficaram conhecidos como os zelotas, os Canaim.

    Os zelotas acreditavam que todos os seus meios, inclusive a violência, se justificavam por terem como objetivo primordial a expulsão dos romanos de Israel.

    Nossos sábios nos dizem que não foi à superioridade militar dos romanos que fez com que o povo judeu fosse vencido. Pelo contrário, o Templo Sagrado foi destruído e os judeus exilados da Terra de Israel em virtude de terem praticado entre si o ódio gratuito – Sinat Chinam (Talmud Tratado Yomá, 9b).

    No Tratado Gittin, o Talmud narra uma história que simboliza o ódio existente entre os judeus da época e que levou à destruição de Jerusalém e do seu Segundo Templo.
    No ano 70 de nossa era, os romanos finalmente romperam as muralhas de Jerusalém.
    Em Tisha B’Av (9 de Av) daquele ano, o Segundo Templo Sagrado foi destruído.

    Calcula-se que mais de um milhão de judeus morreram na Grande Revolta contra Roma. O povo judeu foi exilado de sua terra natal, e assim começou a chamada Grande Diáspora, que dura até os dias de hoje.

    – Aprendendo com a destruição
    O Talmud nos ensina que o primeiro Templo Sagrado de Jerusalém foi destruído por causa dos atos de idolatria, homicídios e imoralidade, comuns entre os judeus na época.
    “Muitas nações passarão por esta cidade, e uma pessoa perguntará à outra: ‘Que razão levou o Eterno a agir assim para com esta grande cidade? ‘ E responderão: ‘Foi porque se esqueceram da aliança do Eterno, seu D-us, e se prostraram perante deuses estranhos e os adoraram’ Jeremias 22:8-9: ‘Por isso, meus queridos amigos, fujam da idolatria!’ – 1ºCARTA de Paulo aos Coríntios 10:14:

    Durante a época do Segundo Templo, os judeus estudavam a Torá e respeitavam suas leis, além de praticar atos de caridade. Todavia, eles se odiavam. (muitas divergências)
    Nossos sábios rabinos da antiguidade equiparam o ódio infundado ou gratuito (Sinat Chinam) com os pecados da idolatria, bestialidade sexual e homicídio.

    Um Midrash (antigo comentário rabínico) lança mão da linguagem figurativa para relatar o seguinte conto e a lição óbvia a ser tirada:

    “Na noite de Tishá B’Av – (9 de Av: a data que marca a destruição dos dois Templos Sagrados), a alma de nosso patriarca Avraham adentrou o “Santíssimo” – o lugar mais sagrado do Templo em que apenas o Sumo Sacerdote podia entrar em Yom Kipur. O Todo-Poderoso, Bendito Seja, segurou a mão de Avraham e o fez caminhar com Ele. D-us perguntou, O que te traz, filho amado, à Minha Casa?” (Jeremias 11:15). Avraham respondeu: Meu D-us, onde estão meus filhos? D-us disse, Eles pecaram, portanto os exilei entre as nações. Avraham argumentou, Mas não havia nenhum virtuoso entre eles?
    D-us explicou: …Cada um se regozijou com a ruína do outro (Midrash Eicha Rabba 1:21)

    A história de Kamtza e Bar Kamtza é outra parábola simbólica desse ódio infundado ou gratuito e de como as pessoas respeitavam “a letra” da Torá, mas desonravam seu “espírito”. (Talmud; Gitin 56ª)

    No Talmud os Sábios também ensinam que a tolerância e a compaixão quando mal orientadas, levam a destruição.

    Nossos sábios ensinam que, como os judeus foram exilados de sua Terra natal por causa do ódio infundado, a Diáspora se encerrará quando eles praticarem o amor com verdade.

    ‘O Primeiro Templo foi destruído porque o povo menosprezou a Torá. O Segundo Templo foi destruído porque os judeus se desprezaram’. Dizem os nossos Sábios. (Talmud)

    Lembre se o Messias Yeshua (Jesus) o maior judeu de todos foi desprezado. Como está escrito: e não deixarão pedra sobre pedra sobre ti, pois não recebestes o tempo da sua visitação (Lucas 19:44-45)
    ‘O Terceiro Templo será reerguido quando os judeus aprenderem a seguir a Torá, realizando atos de amor e bondade entre si’, segundo os nossos Sábios.

    Há uma tradição segundo a qual o Messias, que será o construtor do Terceiro Templo (isto não significa que o Templo não estará construído quando Ele chegar)

    As três semanas anteriores de 9 de Av é conhecido como Bein HaMeTzarim, “entre os estreitos” ou dias de aflições, porque diz o livro de Eichá/Lamentações 1:3: ‘e seus perseguidores a tomaram entre as aflições”, referindo-se aos eventos funestos que recaíram sobre os Judeus entre o Shivá Assar BeTamuz (17 de Tamuz) e o Tisha B’Av (9 de Av).

    O Templo Sagrado não beneficiava somente aos Filhos de Israel. Quando o Rei Salomão edificou o Templo, solicitou a D-us que também desse atenção à oração dos não-israelitas que iam ao Templo: ‘Também ao estrangeiro, que não for do Teu povo Israel mas vier de terras remotas por amor do Teu Nome – porque (os povos) ouvirão sobre o Teu grande Nome e sobre a Tua forte mão e o Teu braço estendido -, e vierem rezar voltado para esta casa – ouve, pois, Tu nos céus,… e faz conforme tudo o que o estrangeiro clamar a Ti, …’ (1º Reis 8:41-43).

    O profeta Isaías refere-se ao Templo como uma: Casa para todos os povos: ‘Eu os conduzirei (os gentios) a Meu santo monte e os alegrarei na Minha casa de oração. Suas ofertas de elevação e os seus sacrifícios serão aceitos com agrado no Meu altar, porque a Minha casa será chamada de Casa de Oração para todos os povos (Isaias 56:7).

    Segundo a Mishná (Talmud), Taanit 4:6, existem 5 eventos que determinam o jejum em 9 de Av.

    Neste dia Moisés teria pedido aos espias para informarem ao povo sobre a Terra de Canaã, onde a maioria trouxe más notícias dizendo que não poderiam entrar na Terra Santa, onde os Filhos de Israel choraram e temeram entrar na Terra

    Em relação a queda de Jerusalém existem ainda outros três dias que se estabeleceram que estão relacionado com ela.

    O dia 10 de Tevet quando se lembra o dia do início do cerco a Jerusalém, e o dia 17 quando foi feita a primeira fenda nas muralhas da cidade.

    No dia 3 de Tishrei e conhecido como jejum de Gedalia, dia em que ele foi assassinado (I Reis 25:25 e Jeremias 41:2). Zacarias 7:5 e 8:19 mencionam a edificação do Segundo Templo.

    Contudo, lá virá um tempo quando D-us os converterá em dias de festa (Moadim). Zacarias disse:

    Assim diz Adonay Tzeva’ot; o jejum do quarto mês, e o jejum do quinto mês e o jejum do sétimo mês, e o jejum do décimo mês, se convertera em gozo e alegria e festas solenes (moadim) para a casa de Judá; por isso, ame a verdade e a paz (Zacarias. 8-19).

    Ou seja:
    O jejum do quarto mês [17º de Tamuz] e o jejum do quinto (9º de Av), e o jejum do sétimo (3º de Tshrei – Gedalia), e o jejum do décimo [10º de Tevet – cerco de Jerusalém] serão para a Casa de Yehuda júbilo, felicidade e dias festivos. (Zacarias. 8-19).

    Este dia, “Tishá Be’Av – 9 de Av” continuou a marcar a seqüência da história judaica ate os dias de hoje:

    * Em 587 A/C, os Babilônios destruíram o primeiro Templo em Jerusalém.
    * Em 70 D/C, o segundo Templo em Jerusalém foi destruído por Roma;
    * Em 132 D/C, Betar, a última fortaleza a resistir aos romanos durante a Revolta de Bar Kochbá, foi vencida, selando o destino do Povo Judeu; a revolta do falso Messias Kochba indicado pelo Rabi Akiva começa e termina com Jerusalém completamente destruída e milhares de Judeus mortos pela espada romana e também começa a grande cisma entre os Judeus crentes em Yeshua e os Judeus não crentes e também começa a separação dos gentios crentes (cristãos) dos judeus crentes por causa da perquisição romana aos judeus.
    * Em 1095 D/C, Urbano II convocou as Cruzadas milhares judeus foram massacrados.
    * Em 1242 D/C, Queima dos Talmudes
    * Em 1290 D/C, A Grã Bretanha foi o primeiro pais a expulsar os judeus de seu império;
    * Em 1492 D/C, A Espanha expulsou todos os Judeus. Os Judeus foram expulsos da Espanha em 2 de agosto de 1492.
    A maioria fugiu para as terras de Portugal que mais tarde acabariam mortos na fogueira da inquisição e milhares conversos a força ao cristianismo, a inquisição portuguesa duraria quase 400 anos, uma grande destruição para o povo Judeu.

    No dia seguinte da expulsão da Espanha em 2 de agosto de 1492, Um homem chamado Cristovão Colombo saiu da Espanha “para as Américas”. Colombo menciona o “êxodo” da Espanha em seu diário, e conecta-o com “Tisha Be’Av.” (9 do mês de Av)
    * Em 1914 D/C , A primeira guerra mundial começou. E os problemas não resolvidos da primeira guerra culminaram com a segunda guerra mundial, levando extrema perseguição aos judeus, o que conhecemos pelo holocausto. Um anti-semitismo que fora enraizado tão bem pela inquisição, que frutificou tanto no mundo cristão católico como no mundo cristão protestante europeu.
    No ano de 1942 teve início no Campo de extermínio de Treblinka as primeiras mortes dos judeus sob a determinação de Adof Hitler.
    O início das deportações dos judeus do Gueto de Varsóvia.
    * Em 1990 D/C, a primeira guerra do golfo (tempestade do deserto) começou, La no Iraque (babilônia) trazendo conseqüências que sabemos ate os dias de hoje.
    Em 18 de Julho de 1994 foram mortos 86 judeus e mais de 120 ficaram feridos em um atentado terrorista contra a associação israelita na Argentina. E ainda não sabemos o que está a mais por vir.

    A prece para a reconstrução do Templo e o fim da Diáspora judaica é dita todos os dias pelos judeus do mundo inteiro. Três vezes ao dia rezamos o Shemone Esré (ou seja a Oração Amidá) com a seguinte meditação:
    Que seja Tua Vontade, Adonay nosso D-us e D-us de nossos antepassados, que o Templo Sagrado seja reconstruído, rapidamente, em nossos dias. Outorga-nos nossa herança na tua Torá, e que possamos servir a Ti com reverência, como nos dias de outrora e nos anos passados

    Leituras da Torá para 9 de Av:

    Tishah B’Av nos permite expressar sincero pesar pela perda de Tzion (Sião) e, portanto, sobre a fragilidade da nossa condição humana. Durante neste período é apropriado chorar sobre nossos pecados e derramar lágrimas que atestam a lev nishbar v’nikdeh, um “coração quebrado e triturado” (Salmo 51). Com efeito, durante as “três semanas de tristeza” lemos as partes dos profetas que advertiam sobre a destruição do templo (ou seja, churban: חֻרְבָּן) e o posterior exílio do povo judeu (ou seja, Galut: גָּלוּת).

    Durante nesta época do ano, podemos ouvir as lamentações do profeta Jeremias clamando por nosso arrependimento… Durante os serviços religiosos (culto) de 9 de Av nas sinagogas do mundo todo, as luzes são diminuídas e o Aron Hakodesh (Armário onde fica os rolos de Torá) é envolto em preto (em algumas sinagogas a Parochet (cortina) é removida como um sinal de luto).

    As coroas que enfeitam os Rolos de Torá são removidas dos rolos de Torá. A Congregação retira seus sapatos de couro e não cumprimentam uns aos outros. O Hazan (“cantor”) ‘canta’ as leituras de orações em voz baixa, e melodias tristes.

    Nas Sinagogas ao redor do Mundo o Serviço (culto) de 9 de Av é:
    À noite (28/07/12) – Arvit – Jeremias 8:13-9:24
    Manhã (29/07/12) – Shacharit- Deuteronômio 4:25-40, o livro de Lamentações, o Livro de Jó, Jeremias. 8:13-9:24

    #24633

    sofer
    Participante

    Tehilim 117

    O Salmo 117 é o Salmo mais curto (e Capitulo) das Escrituras Judaicas. É um dos grupos de canções de Hallel (louvor – agradecimento), ou seja, os salmos tradicionalmente recitados durante as Festas Bíblicas.
    הַלְלוּ אֶת־יְהוָה כָּל־גּוֹיִם
    שַׁבְּחוּהוּ כָּל־הָאֻמִּים
    כִּי גָבַר עָלֵינוּ חַסְדּוֹ
    וֶאֱמֶת־יְהוָה לְעוֹלָם
    הַלְלוּ־יָהּ
    Halelú et Adonay kol goyim,
    shabechuhu kol haUmim,
    ki gavar aleinu chasdo,
    ve’emet Adonay le’olam.
    Halelu-Yah!!
    Louvem Adonay, todos os gentios (as Nações)!
    Exaltem-no todos os Povos!
    Pois ‘fortemente’ é a graça DEle por nós,
    A verdade de Adonay dura pra sempre!
    Louvem a Yah
    (Salmo 117)

    Uma frase maravilhosa nesta canção triunfante é ki gavar aleinu chasdo (כִּי גָבַר עָלֵינוּ חַסְדּוֹ) – ‘Pois ‘Fortemente’ é a graça DEle por nós’.
    A palavra traduzida por ‘fortemente’ (גָּבַר – Gavar) significa “dominante” ou “triunfante”, e tem a conotação de força masculina (ou seja, as palavras ‘homem poderoso’ (גִּבּוֹר – G’bor) e ‘poder’ (גְּבוּרָה –G’vurá) vêm da mesma raiz hebraica).

    Por causa do forte amor de D-us por nós e por causa de Sua verdade (fidelidade) em curso (ou seja, Emet: אֱמֶת), somos instruídos a oferece louvores e agradecimentos a D-us.

    Nós nos “vangloriamos” na Chesed (חֶסֶד – graça) de D-us – no seu amor infalível – ao glorificar e santificar o Seu nome…

    Observe que a palavra “Aleluia” – Halelu-Yah – (הַלְלוּ־יָהּ), no final do Salmo é o plural imperativo do verbo hebraico Halal (הָלַל), que alude a “reluzir – brilhar” – louvar radiantemente em gratidão diante de D-us.

    A frase de abertura ‘Halelu et Adonay’ (louvem a Adonay), por conseguinte, claramente vincula o Nome Divino nome IHVH (יְהוָה) com a subtração do nome – Yah (יָהּ).

    Uma questão é levantada por alguns dos Sábios; ‘Por qual razão as Nações e gentios da terra deveriam louvar a Hashem (D-us) pela graça de D-us dada aos filhos de Israel? ’.

    O Rav Yitzchak respondeu: ‘Os Lideres das Nações tem planos incontáveis e regimes anti-semitas para destruir o povo judeu, mas nosso misericordioso D-us sempre consegue frustrar seus esquemas. Seus esquemas secretos são tão bem guardados que o povo judeu muitas vezes desconhece todos os esquemas das Nações para prejudicá-los, e, portanto, eles desconhecem de como D-us os tem salvado. Só as Nações perversas vêem claramente como a graça e bondade de D-us pelo povo judeu é firme – e, portanto, apenas as Nações da terra podem louvá-lo dessa forma. ’

    A Chesed (Graça) de Hashem (D-us) é ‘poderosa para conosco’ não apenas no passado, mas ‘a fidelidade (isto é, a verdade) de D-us perdura eternamente’, que significa que ela continua nesta presente hora até a eternidade de eternidades.
    Como o Emissário Paulo afirmou, a verdade de D-us é eterna, e seus dons e chamados são irrevogáveis (Romanos 11:29).

    Salmo 117 alude a ambos o louvor das Nações e gentios aos atos realizados durante o êxodo e também o futuro Reinado do Messias Yeshua (Jesus) em Tzion (Sião – Zion)

    As palavras ‘Louvem a Adonay todas as Nações (ou gentios)’
    (הַלְלוּ אֶת־יְהוָה כָּל־גּוֹיִם) profeticamente refere-se à aclamação que D-us receberá nos Reino Milenar (o Milênio), quando as Nações serão todas convertidas ao D-us de Israel e lhes serão dadas uma Lashon HaKodesh (a língua sagrada) para louvar o Seu Nome (Sofonias 3:9. Salmo 86:9 e etc.).

    Se as Nações da terra são instruídas a louvar a D-us por sua fidelidade e graça pra com Israel – tanto pela glória do êxodo e pelo Reinado do Messias em Zion (Sião) – quanto mais devemos nós louvar o Seu Nome e brilhar nossa gratidão por sermos escolhidos por ELE para seguir seu Filho Amado o Messias! Hallelu-Yah!

    E Adonay será Rei sobre toda a Terra;
    naquele dia será Adonay Um, e Seu Nome Um.
    (Zacarias 14:9)
    והיה יהוה למלך על כל הארץ
    ביום ההוא יהיה יהוה אחד ושׂמו אחד

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