Uma unidade absoluta –

Uma unidade absoluta –

Uma unidade absoluta

O Judaísmo é baseado em um estrito monoteísmo unitário e uma crença em um D-us indivisível.

O ‘Shemá’, uma das orações judaicas mais importantes, encapsula a natureza monoteísta do judaísmo. (veja; Deuteronômio 6:4-9 – Marcos 12:29-30)

Lemos nas Escrituras Sagradas: Shemá Israel, Hashem Eloheinu, Hashem Echad Escuta, ó Israel, Adonay é nosso D-us, Adonay é Um… Deuteronômio 6:4 (Marcos 12:29-30)

Judaísmo e a ideia bíblica rejeitam veementemente qualquer conceito de pluralidade, com respeito a D-us, rejeitando explicitamente o politeísmo, dualismo, e trinitarianismo, que são incompatíveis com o monoteísmo como o judaísmo e a ideia bíblica entendem.

O Eterno (D-us) é uma unidade perfeita. Isto significa que Ele não tem partes divisíveis ou características humanas. A multidão de alegorias, que empregamos a ELE não pode levar-nos a errar na questão da unicidade.

Todas as várias alegorias que nós empregamos relacionam-se com um D-us que, na verdade é UM . Ele não tem várias características ou quaisquer características humanas. ELE é a unidade perfeita. Mesmo quando nos referimos a D-us como uma espécie ou onisciente, devemos reconhecer a limitação desta referência… Estas são caracterizações alegóricas.

Ate mesmo quando usamos a palavra Deus, Dios, God ou Elohim, El ou Eloach e etc devemos lembrar que isto são títulos ou atributos que em algumas partes das escrituras são direcionadas ate mesmo a pessoas, ate mesmo estas palavras ou atributos não contem tudo que D-us é.

No pensamento judaico, um nome não é apenas uma designação arbitrária, uma combinação aleatória de sons. O nome traduz a natureza e a essência da coisa nomeada. Ele representa a história e a reputação do que está sendo chamado.

Isto não é um conceito tão estranho ou desconhecido à primeira vista. Em nossas línguas, que muitas vezes referem-se à reputação de uma pessoa como “o seu bom nome”. Quando uma empresa é vendida, uma coisa que pode ser vendido é o direito de usar o nome da empresa. O conceito hebraico/Judaico de um nome é muito semelhante a essas idéias.

Um exemplo desta utilização ocorre no Êxodo 3:13-22: Moisés pede a Hashem que dê o Seu “nome”. Moisés não está perguntando; ‘de que devo chamá-lo’, ao contrário, ele está perguntando; ‘quem é você, qual sua essência’, ‘O que você faz’.

Isso está claro na resposta de D-us. D-us responde que Ele é ETERNO EXISTENTE, que Ele é o D-us de nossos antepassados, que viu a nossa aflição e redimir-nos da escravidão.

Êxodo 3:14-15: Respondeu D-us a Moshé: Ehyé Asher Ehyé (ETERNO) Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel: EHYÉ (Aquele que Existe) me enviou a vós.

Em hebraico, dois “nomes” diferentes são usados para indicar as ações de D-us através de dois atributos diferentes. A Torá usa o titulo Elohim quando D-us age de uma forma de estrita justiça. E O Tetragrama (Havayah) – (יהוה) indicando que D-us está agindo com misericórdia.

D-us é também conhecido como El Shaday. Este atributo é geralmente traduzido como ‘D-us Todo-Poderoso’.

Cada atributo (nome) é ligado a diferentes concepções da natureza de D-us e os aspectos do divino.

Como vemos; D-us é Um, revelado em muitas maneiras, mas nunca um nome se torna personificado. Caso contrário, teríamos um deus extra, que nunca seria a verdade.

 

Não há crença em um D-us politeísta (Plural ou Triuno) na bíblia, mesmo que na própria bíblia encontremos o Messias nomeado com vários atributos divinos. Pelo contrário, as Escrituras declararam a unicidade de D-us, mesmo que as mesmas Escrituras atribuam títulos divinos ao Messias.

Após a morte dos Emissários judeus crentes em Yeshua (Jesus) a influência judaica e do pensamento judaico de Jerusalém diminuíram drasticamente. O Trinitarianismo ou a Trindade (3 deuses em um ou um panteão de 3 pessoas Deuses) tornou-se um firme credo sobre a igreja cristã que se desenvolvia. Logo se Jesus era deus… Maria certamente seria a mãe de deus.

 

Com a morte dos seguidores originais judeus de Yeshua (Jesus) e as verdades judaicas por eles promovidas desaparecerem, o pensamento trinitário se solidificou como doutrina da fé para a nova igreja no século 4, sob a autoridade do imperador romano Constantino que continuaram as suas ideias e pensamentos pagãos sem nenhuma influencia judaica.

O Concílio de Nicéia de 325 D/C legitimou o cristianismo e o conceito da trindade. Logo se Jesus era deus… Maria certamente seria a mãe de deus.

 

Na Torá ou no resto das Escrituras não contém nenhuma informação sobre a “Santíssima Trindade” (3 deuses em um ou um panteão de 3 pessoas deuses) em qualquer livro, capítulo, parágrafo ou verso.

Os judeus seguidores do Messias Yeshua (Jesus) do 1º século nunca acreditavam em tal doutrina, e nunca ensinaram tal doutrina, pois eles acreditam que D-us é um!

Como ensinava o Emissário Paulo; ‘D-us é a cabeça de Cristo’.

(1º Coríntios 11:3) – D-us está acima de Yeshua (Jesus), D-us é o Cabeça… (João 14:28) Assim como o Messias é a cabeça da Congregação. D-us não é um Ser Humano. (João 4:24)

 

Não devemos crer em uma trindade, ou uma tri-unidade ou três em um… e etc.

Pode o sopro de D-us (Ruach HaKodesh – Espírito Santo) ser outra pessoa fora de D-us?

D-us é UM, e : ‘E será que naquele dia Adonay será Um e o Seu Nome será Um.’ (Zacarias 14:9)- 1º Coríntios 15:24

Como lhes foi ensinado: Esta é a vida eterna: que te conheçam, ‘O único D-us verdadeiro’, e a Yeshua HaMashiach, a quem enviastes. João 17:3

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