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  • em resposta a: Beleza sobre cinzas (אפר תחת פאר) #26650

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    Ao contrário de todos os outros Korbanot (sacrifícios) oferecidos no Mizbeach (altar no Tabernáculo), a Novilha Vermelha (פָרָה אֲדֻמָּה) era levada para fora do acampamento e ali abatidos pelo sacerdote, que, em seguida, tomava um pouco do sangue e o aspergia sete vezes diante do Tabernáculo (designando-o, assim, como uma oferta de purificação).

    Durante o período do Segundo Templo, o Sumo Sacerdote realizava esta cerimônia de frente para o Santo dos Santos, enquanto no topo do Monte das Oliveiras, em seguida, a novilha vermelha seria queimada em sua totalidade: o couro, carne, sangue, e até o esterco eram para ser queimados (ao contrário de outros sacrifícios levíticos).

    Também ao contrário de outras ofertas, todo o sangue do sacrifício era para ser queimado no fogo. Isto é extremamente notável, uma vez que o sangue era de outra forma exigido para ser derramado ao lado do altar antes de ser oferecido ….

    hissopo, carmesim, e um pedaço de pau de cedro, então, seriam lançados sobre a novilha vermelha queimando, os mesmos itens usados ​​para purificar as pessoas com tzara’at (“lepra”).

    Em outras palavras, o sangue era assimilado as cinzas do Korban (sacrifício), que foram então misturadas com água para criar as “águas de separação” (ie; Mei Nidá: מֵי נִדָּה) para toda a comunidade.

    Note-se que a palavra “separação” ou seja, ‘Nidá’ evoca a profecia de Zacarias: “Naquele dia haverá uma fonte aberta para a casa de David e os habitantes de Jerusalém, para purificá-los do pecado e da ‘Nidá'” (Zc. 13:1).

    Entendendo que ‘separação’ refere-se aqui a ‘Morte’, pois a cinzas da Novilha Vermelha era para a purificação do contato com um cadáver, a morte.. sendo assim o sacrifício da Novilha Vermelha alude a ressurreição dos mortos.

    em resposta a: Josué (יְהוֹשֻׁעַ) e Kaleb (כָּלֵב) #26640

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    A nossa porção da Torá desta semana (Shelach lechá) é “pesada”, uma vez que incide sobre o pecado dos exploradores ou espias como queriam, e o fracasso subsequente do povo em confiar que D-us solucionar o problema, por dar ouvidos aos 10 espias. A Falta de bitachon (confiança, “fé emocional”) em D-us é um dos nossos erros mais grave registrado em toda a Torá.

    Note, no entanto, que, a fim de confiar emocionalmente em Hashem (D-us), temos que acreditar que somos * valioso para Ele e que Ele realmente nos ama. Neste contexto, é importante notar que os espiões disseram, “nós éramos aos nossos olhos como gafanhotos (insignificantes)” (Num. 13:33).

    A falta de autoestima faz sentir-nos indigno da herança eterna ou das bênçãos cotidianas e seus pequenos milagres diários.
    O pecado dos espias não foi apenas que duvidavam que pudessem superar os Nefilim (“gigantes na terra”), mas sim que a promessa de herdar a terra não ia se cumprir… Infelizmente a visão dos espias de si mesmos era mais real para eles do que visão de D-us em relação a eles e é por isso que eles acrescentaram, “e por isso somos (insignificantes) em seus olhos.”.

    “Nós andamos pela Emuná (fé), não pelas aparências.”… Isto é verdade para todas as pessoas, uma vez que cada alma vive pela fé de algum tipo ou de outra. A nossa porção da Torá desta semana (Shelach) começa com o episódio dos espiões e conclui com a advertência de “não deixeis ser arrastado pelo seu coração e pelos seus olhos.” (Números 15:39).

    A Tora menciona o coração (pensamentos, emoções e desejos) em primeiro lugar e, em seguida, os olhos para indicar que os olhos sempre seguem o coração.
    Nós vemos como nós acreditamos no nosso coração: “De acordo com a sua fé seja feito para você”…
    Quando os espias disseram: “Nós não somos capazes de tomar posse (לא נוּכַל לַעֲלוֹת)… porque é mais forte do que nós” (Num. 13:31), eles revelaram sua relutância em acreditar na promessa de D-us, ou, para colocar de uma forma verdadeira, eles revelaram sua fé na incapacidade de D-us cumprir sua palavra ….
    Na verdade, a palavra hebraica para “do que nós” (מִמֶּנּוּ) também pode significar; “do que Ele”, sugerindo que os 10 espias acreditava que mesmo D-us não seria capaz de arrancar os cananeus da terra!

    De acordo com a Emuná (fé) deles, assim foi feito; crendo que era impossível, eles e o povo que deu ouvidos a eles, perderam a possibilidade de obter a promessa de D-us, mesmo sendo já deles…

    Uma vez o Kotzer Rebe (1787 – 1859) perguntou: “Será que os espiões mentiram, será que eles falaram falsidades, pois falaram o que viram, como eles viram, então como é que eles cometeram pecado contra D-us?” (Números 13:25-32)

    Entendam; No entanto, nem tudo o que não é uma mentira é uma verdade e vice versa: podemos dar todos os fatos ‘corretos e verdadeiros’ e ainda assim estarmos falando uma mentira ou uma falsidade.

    A verdade é, portanto, mais do que a descrição de aparências ou de fatos verídicos, pois o que parece é limitado por aquilo que é, em última análise, real.
    A nossa porção da Torá novamente ilustra a responsabilidade que temos de confiar no bom, independentemente de quaisquer obstáculos momentâneos e transtornos que podem ser percebidos ou vistos.

    em resposta a: Va'yechi – "Jacó pensava estar morto,porem está vivo." #24885

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    Geralmente pensamos que a opressão do povo judeu no Egito antigo começou um dia após a morte de José, quando o novo Faraó levantou-se, embora há indícios que estava presente até mesmo durante o reinado de José (מותו של יוסף) como vice-regente da terra Egito.

    Considere; Lembre-se que quando o seu pai Jacob morreu, Joseph pediu Faraó permissão para sair do Egito para enterrá-lo na terra de Canaã (Gn 50:5). O Faraó (פרעה) concordou, embora na Torá declara-se: “só os seus filhos, seus rebanhos e seus rebanhos foram deixados no Egito” (Gênesis 50:8), talvez como “fiança” garantindo que o povo hebreu retornaria (cf. Êx 10:24). Os nossos sábios consideram isto como um presságio da escravidão por vir de acordo com a terrível visão de Abraão {על פי החזון הנורא של אברהם} – (Gênesis 15:12-13). Isso explica ainda declaração profética de José aos seus irmãos de que “D-us certamente irá leva-los de lá (פָּקד יִפְקד) e irá trazê-los até a terra que prometeu” (Gênesis 50:24), mesmo que naquela época em que as famílias dos filhos de Israel vivia e prosperavam na terra de Goshen … (בארץ גושן …)

    em resposta a: Hoshana Rabá – #24860

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    Durante Sukot (Levítico 23:39-42) usamos as ‘quatro espécies’ que simbolizam o fruto da terra (Lev. 23:40). O Etrog (אֶתְרג) , um limão como uma cidra, (limão siciliano, Cidrão) é usado como ‘o fruto de árvores formosas’, e é muitas vezes considerado como um símbolo do coração (לב). Os nossos sábios (החכמים) ensinavam que a palavra Etrog (אֶתְרג) pode ser vista como um acrônimo para a palavra ‘fé’/Emuná (אֱמוּנָה), ‘arrependimento’/Teshuvá (תְּשׁוּבָה), ‘cura’/Refuá (רְפֻאָה) e ‘redenção’/Geulá (גְּאֻלָּה). Além disso, as iniciais das palavras; ‘Que o pé da soberba não me atinja’ (Salmo 36:11-12) – אַל תְּבוֹאֵנִי רֶגֶל גַּאֲוָה – soletrar a palavra Etrog (אֶתְרג), sugerindo que o fruto do coração humilde é mais bonito aos olhos dos Céus.

    Se o Etrog (אֶתְרג) representa o coração, o Lulav (O ramo de palmeira junto as outras espécies) é dito que representa a coluna vertebral ou espinha dorsal de uma pessoa. Observe que a palavra Lulav (לוּלָב) pode ser decomposta como לוֹ (dele) e לֵב (coração). Uma pessoa que ama Hashem (D-us) ‘bechol levavechá’, de todo o seu coração, será dada uma “espinha dorsal espiritual”, ou seja, uma real convicção e força.

    Hidur Mitzvá (הִדּוּר מִצְוָה) é uma frase que significa “fazer um mandamento com agrado, lindo”, e nós queremos fazer a nossa Suká um lugar de beleza e bonito. Os sábios absorveram que a idéia por trás de Hidur Mitzvá (הִדּוּר מִצְוָה) vem do grande Cântico de Moisés: “Este é o meu D-us e eu vou ‘ter em grande conta’ (נָוָה)” (Êxodo 15:2).

    Uma vez que estamos rodeados por ‘nuvens da glória’ de D-us – e também por uma ‘grande nuvem de testemunhas’ que nos assistem à medida que caminhamos na fé (Hebreus 12:1) – é apropriado fazer o nosso melhor neste caminho ‘tendo em grande conta (נָוָה)’ Hashem!

    O Lulav – ou seja, o ‘perfumado boquet’ é feito ligando junta uma Palma de tamareira, dois ramos de salgueiro (aravot), e de três ramos de murta (hadasim).

    Está escrito no Salmo 27; ‘Pois me ocultará na sua Suká (סכה) no dia mal (ביום רעה)… e eu vou oferecer … na sua tenda com alaridos (Teruá) de cânticos (תרועה אשׂירה) , e fazer melodias para Adonay (ואזמרה ליהוה)’ (Salmo 27:5-6 ) .
    Sukot (Tabernáculo) se inicia na quarta-feira à noite. Hag Sukot same’ach!

    em resposta a: במדבר Bamidbar : Números 1: 1- 4: 20 #24828

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    em resposta a: Emor & Lag BaOmer #24825

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    שמע
    Shema /Ouvir (שמע) é “melhor do que sacrificar” ‘…כי חסד חפצתPois desejo Chesed (graça –  חסד) ודעת אלהים מעלותe o conhecimento de D-us (da’at Elohim) mais do que os holocaustos’ (1º Sam. 15:22, Oseias 6:6).
     
    Durante o Acharit HaYamim (אַחֲרִית הַיָּמִים), ou seja, o fim dos dias/Eras as pessoas vão ter uma ‘aparência’ (μόρφωσιν) de bondade, mas negam o seu poder, já que seus corações obstinadamente se afastaram da verdade.
     ‘E porque a Anomia(ou seja, νομία, a = ‘sem’ ou ‘não a’;… Nomos = Torá/Lei) aumentará, e o amor de muitos esfriará – (isto é; ψύχομαι, ‘será extinto’) (Mateus 24:12)
    Nota-se intimamente a ligação entre a Torá e o amor: o amor (Ahavah: אהבה) verdadeiro exige o respeito à instrução de D-us (תורת יהוה), pois sem isso à imagem de D-us fica desfigurada e profanada.
     
    Entra a Ideia da ‘falsa bondade’; “quando poupar o lobo levará imediatamente ao sacrifício do rebanho, ou ser benevolente com os maléficos mostrará inevitavelmente a maldade para com os benevolentes e assim por diante”…
     
    Neste contexto, nota-se que a palavra hebraica para ‘Falsidade’ (ou mentira, enganar…) é Sheker (שֶׁקֶר), que também pode ser lida como She’kar (שֶׁקַר), que significa; ‘aquele que (שׁ) faz frio’ (קַר) ou que ‘dá calafrios’… Nesta alusão podemos considerar que A verdade de D-us não pode ser conhecida fora das chamas de uma paixão. Que tipo de amante é aquele que é irresponsável ou indiferente em sua devoção? Podemos saber a verdade sobre um amor verdadeiro, sem saudade, sem vontade, e desejo?
     
    A palavra hebraica para ‘pecado’ (חֵטְא) significa literalmente ‘errar o alvo’, no entanto, essencialmente isto significa perder o foco na revelação da Tiferet (glória) de D-us, porque os pequenos medos consumem o coração e obscura o desejo pela verdade… Quando realmente vemos a vida como ela é, seremos preenchidos com admiração e reverência sobre a Tiferet (תפארת) em tudo. Nesta ideia ‘Temer’ – I’rá(יִרְאָה) e ‘Ver’ – Ra’á (רָאָה) estão ligados e unificados.
     
    Buscar a sabedoria, Reishit (רֵאשִׁית), é a primeira coisa: ‘ Adquira sabedoria (קנה חכמה) adquira entendimento (קנה בינה); não se esqueça das minhas palavras nem delas se afaste(Provérbios 4:5).
    Lembre-se e não se esqueça do que é mais importante; A coisa mais importante na vida é decidir o que é a coisa mais importante na vida – e então agir em conformidade… Aprenda a ouvir e ouvir para aprender, para discernir.
    ‘Qual é a primeira coisa de quem deseja sabedoria? Livrar-se da prepotência, pois é impossível para alguém aprender aquilo que ele acha que já sabe’.
     
    Precisamos de humildade para aprender a verdade, precisamos aquietar-nos a Shema (שָׁמַע), ouvir e ouvir.
     
    שְׁמַע יִשְׂרָאֵל יְהוָה אֱלֹהֵינוּ יְהוָה אֶחָד
    Shema Israel Adonay Eloheinu Adonay Ecad.
    Ouve Israel, Adonay é nosso D-us, Adonay é Um.
    (deuteronômio 6:4, Marcos 12:29, 1 Timóteo 2:5,)

    em resposta a: EMOR Levítico 21:1 à 24:23 #24824

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    em resposta a: Acharei Mot & Kedoshim #24821

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    em resposta a: o enigma da "impureza espiritual" #24818

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    S
    De acordo com nossos os sábios, a Tzara’at (“lepra espiritual”) era um castigo para as maledicências da nossa boca, ou seja, lashon hará (לָשׁוֹן הָרָה).
    Na literatura do Midrash (vasto e antiguíssimos comentários rabínicos), o lashon hará (לָשׁוֹן הָרָה) é considerado igual à adoração de ídolos, ou seja, Avodá Zará (עבודה זרה), as bestialidades sexuais (Levítico 20:11-23) e ao assassinato, e aquele que se entrega a lashon hará (maledicências, abuso verbal e etc.) contamina a boca de modo que mesmo as palavras da Torá e da oração estarão corrompidas. “Da mesma boca procedem às bênçãos e as maledicências; irmãos, estas coisas não deveriam ser assim” (Tiago 3:10).
     
    Os sábios (החכמים) vão ainda mais longe em seus conselhos: “a lashon hará (לָשׁוֹן הָרָה) é como um massacre, assassinatos, homicídios, latrocínios, aquele que fala lashon hará (maledicências, abuso verbal e etc.) mata, rouba… três pessoas ou mais:. Quem fala, quem ouve, e aquele, de quem se é falado.”
     
    Lashon hará (לָשׁוֹן הָרָה) é comparado ao “homicídio emocional” quando publicamente humilhamos uma pessoa, ou quando fazemos alguém passar vergonha em publico propositalmente. De acordo com a percepção dos Os sábios (החכמים), eles ensinam no Talmud que; o rosto da pessoa envergonhada ou humilhada publicamente fica pálido por causa da circunstância emocional e, portanto, a humilhação é chamada de Halbanat Panim (הלבנת פנים) – ‘Palidez’, ou seja, derramamento de sangue inocente. Portanto, os sábios identificam o Metzorá (ou seja, a pessoa com Tzara’at) como Hamotzi rá (המוציא רע) “aquele que espalha o mal ou a maldade”, e consequentemente os Sábios (החכמים) enfatizam a Shemirat HaLashon (שמירת לשון) “guardar a língua“, como uma virtude visceral da justiça.
     
    Aqueles que pensam que é fácil controlar a língua, provavelmente nunca realmente tentaram fazer isso. “A língua é um pequeno membro, mas orgulha-se de grandes coisas” (Tiago 3:5-6). Em última instância, controlar a sua língua é uma questão de controlar os seus impulsos, seu coração, e sua atitude (Shemirat HaLevשמירת הלב). (Tiago 1:19).
    Embora a concepção da vida humana (ou seja, o nascimento) é considerada como um dos eventos maravilhosos, na Torá podemos ver que começa na impureza (טֻמְאָה), indicando que a vida natural por si só é insuficiente para alcançar a vida plena (João 3:7).
     
    Assim lemos na nossa porção da Torá desta semana (Levitico 12:1-15:33) que o nascimento de uma criança resulta em impureza para a mãe que resultaria em uma expiação de sangue (Levitico 12:2-7). A nova mãe é tratada como uma Nidá (uma mulher com fluxo de sangue) e é considerada impura (isto é, Tamei, טָמֵא) por 40 dias (se for um menino) ou 80 dias (se uma menina).
    Somente depois de fazer uma oferenda de sangue (por exemplo, um cordeiro, um pombinho ou uma rolinha) ela era declarada “limpa” (טָהֵר) pelos Cohanim (sacerdotes). Isso também aconteceu com Miriam (ou seja, Maria, a mãe de Yeshua) que cumpriu seus ‘dias de purificação’ e ofereceu os sacrifícios prescritos de acordo com a Torá (Lucas 2:22-24).
     
    A Torá deixa claro que o sangue (דָּם) é usado como um meio de consagração, bem como um meio de obter expiação (כַּפָּרָה) com D-us. O sangue foi utilizado nas ombreiras das portas das casas no Egito para afastar julgamento e foi posteriormente usado para ratificar a aliança dada no Sinai (Êxodo 24:8). Todos os elementos do Mishkan (Tabernáculo) também foram “separados” pelo seu uso: o altar, o mobiliário diverso do Templo, os paramentos dos sacerdotes, e até mesmo os próprios sacerdotes foram santificados pelo sangue (Êxodo 29:20-21 , Hebreus 9:21).
    Mas, objetivamente o sangue era usado para “fazer expiação” pela alma em cima do altar. (Levítico 17:11) Como na Torá diz claramente: “Porque a Alma do corpo está no sangue (כִּי נֶפֶשׁ הַבָּשָׂר בַּדָּם), e EU dei-o para você no altar para expiar (לְכַפֵּר) pelas as vossas almas, pois é o sangue que faz expiação pela Nefesh – Alma (כִּי – הַדָּם הוּא בַּנֶּפֶשׁ יְכַפֵּר). O sangue é, portanto, ligado à santidade da Alma (נֶפֶשׁ) através da morte sacrificial …

    em resposta a: O Centro da Sacralidade e o Holocausto (שואה) #24813

    sofer
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    O Holocausto (השואה) não aconteceu no vácuo, mas foi justificado teoricamente por apelos ao pragmatismo e à negação da verdade moral… 
     
    Tem sido dito que a política moderna opera na base da chamada ‘dialética hegeliana’, um método de engenharia social baseada em uma teoria funesta sobre como pessoas comuns podem realmente conhecer. Essa teoria pode ser facilmente rastreada a “filosofia crítica” de Immanuel Kant (1724-1804), que ensinou que a mente humana não pode transcender a si mesmo, a fim de apreender a realidade final.
     
    Há limites ou fronteiras para a capacidade da mente para descobrir “coisas em si”, e na melhor das hipóteses, ficamos com métodos (ou paradigmas) pelo qual “gerenciarmos as aparências”. Mesmo ciências como a física quântica, só podem lidar com o âmbito fenomenal da vida. O funcionamento interno da realidade, o “numênico”, é vedado como essencialmente incognoscível.
     
    Ficamos somente com postulados, construções hipotéticas, modelos, etc., mas o conhecimento é essencialmente limitado por estruturas fundamentais da consciência (por exemplo, as categorias de espaço e tempo) de quais interpretamos qualquer experiência possível.
     
    Em vez de aceitar os limites da mente humana, que Kant delineou (as “antinomias da razão”), Hegel (1770-1831) passou a afirmar que a própria mente é o seu ponto final próprio e, portanto, a interação de idéias é a própria realidade final. Em outras palavras, Hegel era um “idealista”, pelo que se entende que ele considerava ideias a ser o substrato da realidade. O âmbito fenomenal é o produto da mente, depois de tudo, e afinal de contas, portanto é a mesma coisa que Kant disse que não poderia ser conhecido. Isto é, o “numênico”.
     
    A dialética hegeliana é o que alguns chamam de “lógica do diabo”, que se baseia no compromisso de, “chamar o mal de bem e o bem de mal”, sussurrando um apelo sedutor para uma suposta “síntese superior” do conhecimento hermético, alegando superioridade sobre a verdade do senso comum, justificando atrocidades humanas, barbáries, o pragmatismo insensível e até assassinato a sangue-frio por causa do poder e do controle. É o dogma predominante da maioria dos lideres neste mundo, e está nas muitas reuniões nos salões do poder hoje.
     
    Ao contrário da filosofia deste sistema de mundo caído, a essência do amor é odiar o que é maléfico; assim como é odioso ser tolerante com o que é maléfico…  Os Seguidores do Messias (חסידים של ישוע) devem amar a verdade e abominar a falsidade. Tolerar a maldade em um mundo prestes para um julgamento é uma forma tácita de “colaboração” com o inimigo…
     
    Na verdade, a única coisa considerada como intolerável para esta sociedade decaída é a objeção de que as pessoas têm uma suposta “liberdade” para fazer o que é maléfico. Mas D-us é claro neste ponto: aqueles que chamam o mal de bem e ao bem de mal são tão bons como a morte. Por isso somos conclamados: “Ó vós que amais Adonay, odeiem a maldade” (Salmo 97:10). “Sim, odeio o que é maléfico e amo o que é bom” (Amós 5:15).
    A conexão entre amar a D-us e odiar o mal é repetida no Novo Testamento (ברית חדשה): “Deixe seu amor ser genuíno (νυπόκριτος, literalmente ‘sem máscaras’): abominem a maldade; apegai-vos ao bem (Romanos 12:9)”.
     
    Todos os dias nós tomamos decisões sobre o bem e o mal, e, portanto, a cada dia estamos decidindo o que amamos e o que odiamos. Optar por não escolher é em si uma escolha… A questão não é se amamos ou se odiamos, mas o que amamos e o que odiamos. Como está escrito: “O temor a Adonay é aborrecer o mal. A soberba e a arrogância e a maldade e o discurso falso eu odeio.” (Provérbios 8:13)
     
    As Escrituras Sagradas (כתובים) não brincam com esta questão. “Há seis coisas que Adonay odeia, sete que são uma abominação para ELE: soberba, discursos falsos, assassinatos, coração que trama projetos corruptos, pés que se apressam para fazer maldades, uma falsa testemunha, e aquele que semeia discórdias entre irmãos” (Provérbios 6:16-19).
    שׂקר שׁנאתי ואתעבה תורתך אהבתי
    Odeio e detesto a falsidade, mas amo a tua Torá(Salmo 119:163)

    em resposta a: Transexualismo no judaismo #24804

    sofer
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    Shalom

    não existe alma feminina em corpo de homem ou vice verça ,

    e sim um transtorno psicológico de não aceitação…

    já vi tal entrevista que é totalmente  tendenciosa   e totalmente contraria a Torá …

    isto é uma abominação segundo a Torá…..  mas podem ter vertentes judaicas liberais que rasgam esta parte da Tora

    em resposta a: PURIM – MEGILAH ESTHER #24794

    sofer
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    em resposta a: יתרו Yitro (Jetro) Parashá: Êxodo 18:1 – 20:23 #24783

    sofer
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    em resposta a: Tu B’Shevat – ט״ו בשבט‎ #24782

    sofer
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    em resposta a: Reflexões sobre o Kidush (Santificação) do Sábado #24781

    sofer
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