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  • em resposta a: בא Bó (“vai”) Parashá: Êxodo 10:1 – 13 #24779

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    em resposta a: 10 de Tevet #24776

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    em resposta a: וישב Vayeshev ("E residiu") #24752

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    em resposta a: וישלח. Vaishlach – E enviou #24751

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    em resposta a: וַיֵּצֵא Vayetzê ("E saiu”) #24749

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    em resposta a: תולדות Toldot – Gerações #24746

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    em resposta a: חיי שרה Chayê Sarah #24742

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    em resposta a: Sukot e as águas da salvação-Mayim haYeshuah #24713

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    Sukot e A Transfiguração – Moises e Elias.
    סוכות והשתנות – משה ואליהו.
    Fazendo uma analogia entre a Festa das Cabanas (Sukot) ou comumente conhecida como Tabernaculos e a transfiguração… Moisés e Elias, os representantes da Torá e dos Profetas, apareceram e conversaram com Yeshua (Jesus). E um dos Talmidim תלמידים (discípulos), Sh’mon Kefah- שמעון כיפא (Pedro), sugeriu a construção de três Sukot’- סוכות (cabanas), sendo uma para Yeshua O Messias, Moisés e Elias, ‘porque era necessário para a festa’, mas ele não entendeu que os três estavam cumprindo o que a estação festiva simbolizava: eles estavam morando em suas ‘Sukot’ (tendas) temporárias, esperando suas ‘Sukoteternas, a ressurreição para a vida Eterna.

    Moisés e Elias – משה ואליהו
    Os três Talmidim- תלמידים (discípulos) viram Yeshua na glória de seu PAI, que é D-us. O texto de Marcos 9:2 diz literalmente: ‘Ele foi transfigurado diante deles

    A metamorfose é o processo de mudança substancial (ou transfigurando) de um estado físico para outro. Eles o viram em uma forma e um estado em que nunca tinham visto antes. Seus olhos se abriram para a Sua glória. Está escrito em Marcos 9:03, ‘Suas vestes tornaram-se radiante e extremamente brancas

    Moisés e Elias apareceram a Yeshua (Jesus) como duas testemunhas. Eles são uma linguagem figurativa da Torá e os Profetas. Moisés referente à Torah, e Elias representa o resto das Escrituras Hebraicas. Nesse sentido, Moisés e Elias podem ser entendidos pela representação do testemunho do Tanach- תנ”ך (Escrituras) inteiro. Yeshua referia a este testemunho com freqüência.

    Um comentário Rabínico da antiguidade o Midrash Rabbah antecipava Moisés e Elias, para anunciar o advento do Messias: ‘O Santo, bendito seja Ele, disse a Moisés: ‘Moisés, pela sua vida, assim como você tem dado sua alma por Israel neste mundo, portanto, no futuro por vir, quando eu trazer o profeta Elias, o dois de vocês virão como um… Nesta hora que virão e confortarão Israel …’ (Devarim Midrash Rabbah 3:17)

    Em termos de vida e morte, Moisés e Elias formam um par interessante. Moisés morreu Elias não. Em 2°Reis 2, ele foi levado aos Céus num redemoinho. Porque ele nunca morreu, ele frequentemente faz aparições nas literaturas e contos judaicos. Ninguém sabe quando Elias pode aparecer. Um lugar é guardado para ele na mesa da Páscoa, e uma cadeira é geralmente guardada para ele no ritual da circuncisão. Elias não provou a morte.

    A presença de Moisés (que morreu) e Elias (que não morreu) no alto do Monte, com o testemunho de Yeshua constitui os vivos e os mortos. O Messias é, de acordo com Romanos 14:9, ‘Senhor tanto dos mortos como dos vivos.

    As Três Sukot
    Shmon Kefah- שמעון כיפא (Pedro) desajeitadamente sugere que eles devem construir Sukot, para os três. Em Marcos 9:6, os comentários sobre a sugestão estranha de Shmon Kefah (Pedro), dizendo: ‘Ele não sabia o que falar, porque ficaram aterrorizados’.

    A palavra hebraica para Tenta ou cabana (ou Tabernaculo), como indicado nas bíblias em Português é ‘Sukah’ Considere isto: É uma tradição judaica convidar pessoas para serem hóspedes na Suká durante a festa de Sukot. Como deve ter sido interessante para Pedro se encontrar nesta tradição, oferecendo para construir Sukot para Moisés e Elias.

    Agora considere Marcos 9:7: ‘Então, uma nuvem apareceu e os envolveu, e uma bat kol- בּת קול (voz Celestial, manifestação Divina) saiu da nuvem: ‘Este é o meu Filho amado. Ouça-o!’ A Bat Kol- בּת קול (voz Celestial, manifestação Divina) que veio da nuvem é para o benefício de Pedro, Jacó (Tiago) e João (e todos nós que lemos a sua história).

    A Voz ( manifestação Divina) dirigiu-se diretamente e explicitamente declarando Yeshua (Jesus) como o Messias, Filho de D-us, o Filho-Amado – O profeta como Moisés, cujas palavras devem ser ouvidas. Suas esperanças não foram em vão. Eles estavam seguindo o homem certo, mesmo que isso significasse que o seguir para Jerusalém, para a prisão, o sofrimento e a morte Dele.

    A Festa das Nuvens
    Surpreendentemente, a nuvem da glória também está associada com a Festa de Sukot (Tabernaculos- cabanas). Baseado na versão de tradução aramaica da Torá, alguns dos Sábios refere à festa de Sukot como a “Festa das Nuvens”, especificamente a Nuvem da glória que protegeu os Filhos de Israel no deserto.

    No Talmud há o registro de uma opinião que a Suká na qual os filhos de Israel estavam debaixo na época do deserto, era ninguém menos que a Nuvem da Glória (Shechinah, Manifestação Divina) que passou diante do exército de Israel.

    Rabi Eliezer disse: ‘Tem sido ensinado: ‘EU tive os israelitas sobre Sukot (cabanas)’. ‘Essas Sukot (cabanas) eram a Nuvem da Glória’. (Talmud Sukah 11b)

    Essa associação se baseia nas traduções aramaico da Torá. O ‘Targum’ traduz a palavra Suká com uma palavra hebraica que pode significar “nuvens” – que é Metalaya. O duplo sentido da palavra aramaica levou os Sábios Rabinos da antiguidade a interpretar as estruturas da Festa dos Tabernáculos como símbolos para a Nuvem da Glória (isto é, a Presença Divina) – Shechiná-, השכינה que cobria Israel no deserto.

    Na narrativa da Transfiguração, a Nuvem da GlóriaShechiná aparece imediatamente depois de Sh’mon Kefah- שמעון פטרוס (Pedro) se oferecer para construir três ‘Sukot(Cabanas). A conexão entre o Sukot, a festa de Sukot, e a Nuvem da GlóriaShechiná – השכינה é óbvia por este ponto de vista.

    Além disso, a interpretação que liga a Festa de Sukot (Tabernaculos) e a Nuvem da Glória pode vir, em parte, de Isaías 4, onde o profeta Isaías chama a imagens de Sukot quando ele fala da Jerusalém da Era Messiânica.

    Então Adonay irá criar em toda a área do Monte Sião (הר ציון -Har Tzion) e sobre as suas assembléias uma nuvem durante o dia, e o brilho de um fogo flamejante de noite… Haverá uma Suká- סוכה para dar sombra contra o calor durante o dia, e refúgio e proteção contra a tempestade e a chuva. Isaias 4:5-6

    As narrativas de Isaías sobre a Jerusalém são, obviamente, emprestadas das narrativas encontradas na Torá na época do êxodo no deserto. Ele a chama de uma ‘Sukah’. Assim, como no deserto a Nuvem da GlóriaShechiná (Presença Divina – Espírito Santo) que conduziu Israel através do deserto e descansou sobre o Monte Sinai, e encheu o Mishkan- משכן (Tabernáculo), isto é especificamente relacionado com a Festa de Sukot e a Era Messiânica por vir (o milênio).

    O Messias como a ‘Luz do Mundo’
    De acordo com as Escrituras, a experiência da alegria, que durante Sukot, é apenas uma amostra de uma maior alegria por vir. “Na verdade, todo o simbolismo da festa, que começa com a colheita concluída, para o qual foi uma ‘ação de graças’, aponta para o futuro. Os antigos rabinos admitiam isso.” Edersheim [, Alfred. The Life and times of Yeshua the Messiah. Grand Rapids, Eerdmans, 1976, p. 149.]
    Aqueles que viviam no tempo de Yeshua (Jesus) reconheciam o significado profético da festa de Sukot e assim a cerimônia celebrada nesses dias tem implicações proféticas e escatologias. Um dos maiores desses rituais era a iluminação do Beit HaMikadesh בית המקדש – Templo.

    Ao longo dos anos, o templo tornou-se central para a festa de Sukot. Na verdade, o Rei Salomão escolheu a Festa dos Tabernáculos (Sukot) como o tempo para dedicar o primeiro Beit HaMikadesh בית המקדשTemplo.

    Com as pessoas celebrando, a glória de D-us a Nuvem da GloriaShechiná (Presença Divina – Espírito Santo) enchia o Beit HaMikadeshTemplo. D-us mostrou sua Graça e misericórdia, vindo novamente a habitar entre o SEU povo, assim como havia feito no deserto.
    Muitos Anos mais tarde, a Arca da Aliança foi capturada e a glória do S-nhor se “retirou” do Templo. No entanto, o Templo permaneceu o foco da festa através de cerimônias esplêndidas, como o ‘Ritual da Iluminação’.

    A história registra que 4 Menoras’- מנורות (candelabros) enormes foram construídas, iluminadas, com a participação de jovens subindo as escadas, periodicamente, com jarros de óleo para mantê-las acesas. As luzes dessas lâmpadas iluminavam para a cidade inteira, e em torno deles os homens dançaram com tochas nas mãos, cantando hinos e cânticos de louvor (Salmos). A dança, assim como a música continuava até o amanhecer. Era uma esplêndido.

    Além disso, no centro do Pátio, lá estavam 3 ‘Menoras’ de 75 pés. Suas mechas eram fabricadas a partir das peças desgastadas das roupas dos sacerdotes. Cada Menorá – מנורה tinha quatro longas escadas que conduzem as lâmpadas e eram usadas para encher as lâmpadas com azeite. Contra o pano de fundo a lua cheia, a luz do Templo era de tirar o fôlego. Os membros do Sinédrio realizavam bailes de tochas acesas, enquanto a luz das ‘menoras’ inundavam o Templo e vistas pelas ruas de Jerusalém

    Em seguida, um grupo de levitas reunia-se no Pátio Interior. Uma vez formado, o grupo de levitas seguiam pelo ‘Portão de Nicanor’ para ficar no topo dos 15° degraus que levam até o Pátio das Mulheres. Todas as flautas, trompetes, harpas e outros instrumentos de corda eram usados enquanto os levitas cantavam os 15° salmos dos degraus [Salmos 120-134]. Com cada Salmo, desciam para o próximo degrau. Nada no antigo Israel é comparado em relação como o ‘Ritual da Iluminação’.
    O PONTO: a ‘celebração da Luz’ lembrava os Filhos de Israel da Descida da Nuvem da GloriaShechiná nos dias de Salomão. Nos também aguardamos com expectativa o retorno Nuvem da GloriaShechiná ‘nos dias do Messias’ [Ezequiel 43:1-6]

    HaOhr – האור A Luz
    Quando O Messias declarou-se como A Luz do Universo, Ele refere também à salvação e perdão dos pecados que Ele ofereceu a todos os que confiam Nele. Está escrito em Isaías 49:6: ‘Vou te dar também como a luz para os gentios, para ser a minha salvação até os confins da terra’. (João 8:12).

    em resposta a: Selichot #24682

    sofer
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    Duas trilhas no caminho.

    Como você se sente sobre D-us? Sabe por quê?

    Muitos de nós temos um perrengue, uma luta com D-us, por assim dizer.

    Um momento ou outro em nossas vidas nós ficamos aborrecidos e chateados com D-us.

    Sabe de uma coisa, não há problema nenhum nisso!

     

    Uma vez um Rabino que me ensinava disse; ‘é melhor ficar com raiva, aborrecido com D-us do que não ter nenhum relacionamento com ELE. ’

    Interessante que, nós estamos em Rosh Hashaná (17/9/12) e nós temos duas trilhas no nosso caminho que nos conecta à D-us, que aparentemente parecem opostas e nós vivemos com ambas ao mesmo tempo, e ambas nos proporcionam um relacionamento pleno.

    O que são estas duas faixas na pista?

    Nós somos chamados de Judeus, mas qual a etimologia da palavra ‘judeu’, vem da ‘judeulândia’? Não!

    Judeu vem de Yehudá (Judá), porem a palavra Yehudá (Judá) vem da raiz hebraica Iadá que significa ‘Agradecer’ (ser grato) a D-us. (Genesis 29:35)

    Nós somos o povo que ‘sai agradecendo a D-us’, nós entramos em Rosh Hashaná sendo gratos a D-us e agradecendo por mais um ano de vida.

    Agradecendo todas as nossas bênçãos na vida, olhando pra todas elas. Estamos vivos, estamos juntos, somos Yehudimjudeus.

    Porem, por outro lado… Nós podemos ter tido um ano amargo, cheio de dificuldades e dor, lutas sem fim, um ano desafiador e etc. Na nossa vida ou talvez vendo pessoas ao nosso redor com estes problemas.

     

    Mas, olhe! Nós somos chamados de Judeu (Yehudi), mas também somos chamados de Benei Israel – Os Filhos de Israel.

     

    O que a palavra Israel significa? Significa ‘Lutar (Sarita) com D-us’.  (Sarita literalmente significa levantar poeira de tanta luta)

    Jacó lutou com O Anjo do S-nhor e seu nome foi mudado para Israel (Aquele que luta com D-us e as pessoas e prevalece) Genesis 32:28

    Sim! Nós somos o ‘povo que sai agradecendo’ à D-us, somos Judeus. Porem também nós somos o ‘povo que peleja’ com D-us. (Israel). E podemos ser assim ao mesmo tempo.

    Quando passamos pela porta de nossa casa, passamos pela Mezuzá no umbral de nossas portas. O que está lá dentro? Um pergaminho com o ‘Shemá’ – ‘Escuta o Israel Adonay é nosso D-us Adonay é Um’… UM. D-us é UM.  (Deuteronômio 6:4-9, Lucas 10:25-28)

    A unicidade que nos traz a capacidade de amar a D-us, sentir o amor de D-us sem dualismos, sem divisão com todas as bênçãos, e gratidão a D-us, mas também convivendo com todas as lutas, com as dores, desafios, decepções e etc.

    Todo este pacote vem de uma só fonte, do El Shaday (Todo Poderoso) (Isaías 45:7). E tudo isto vem pra o nosso bem.

    Está é a sabedoria desta época do ano, estamos entrando nas grandes Festas separadas por D-us, este é o seu dia com D-us, estaremos coroando D-us como O Rei em nossas vidas, porque somos seus servos, isto é relacionamento. Mas este relacionamento não é sempre fácil. Mas está aqui para nós.

     

    E tudo isto é um lembrete para lembramos que; está tudo bem, não há problema ter a alegria e gratidão junto com as lutas e problemas na vida, não está errado ter as bênçãos junto com as dores que a vida nos traz.

     Shaná Tová (Feliz ano novo) que neste ano 5773 D-us possa lhe conceder sabedoria pra entender todas estas coisas que nos assolam na vida, mas também que nos fazem suspirar de alegria e felicidade, pois ambas, amigos, vem da mesma Fonte, pois não há nada alem do Rei do rei dos reis. El Elion (D-us Altíssimo Pai do nosso Senhor Yeshua HaMashiach)

    Que seu nome e dos seus sejam inscritos no livro da Vida.
    Estes serão chamados os Benei El Haiבנין אל חי
    Filhos do D-us Vivo (Romanos 9:25-26, ósseas 1:10 , 2:23).
     Deleito-me em fazer a tua vontade, ó D-us meu; Sim, a tua Torá está dentro do meu coração.
    Tenho proclamado boas-novas (em grego Evangélion) da justiça na (Kahal Gedolá) Grande Congregação (Ekklesia – Igreja):
    – Salmo 40:8
     Porque o desprezo e violação da Torá (Lei) já têm operado agora em segredo, e é apenas impedido de revelar-se
    até que venha o que está no centro (desta operação).
    E então se revelará o destituído e inimigo da Torá (Lei), o qual Adonay consumirá com o Ruach (Sopro – espírito) da sua boca,
    e anulará (porá um fim) a força da manifestação da sua vinda.
     O qual (Anticristo – Armilus – o homem da anomia), a vinda é de acordo com a obra de HaSatan (O Opositor)
    com todo tipo de poderes e sinais e prodígios enganosos (falsos).
    E também em todo o tipo de engano de injustiça nos que perecem,
    pois não receberão a Chesed ve’Emet (Graça e a Verdade) para alcançarem Geulá (Salvação /redenção)
     E, por isto, D-us enviará para eles a operação do erro (desvio),
    para acreditarem na mentira (verdades, mentiras que parecem ser verdades).
    A fim de que sejam julgados todos estes que não acreditaram na verdade,
    mas tiveram o seu prazer (pareceu bem para eles estar) na injustiça. (anomia – fora da lei)
    2º Tessalonicenses 2:7-11.

    em resposta a: O que é a Torá Oral? #24674

    sofer
    Participante

    A Mishná (משנה – “repetição”) essencialmente registra os debates dos antigos Sábios da era Pós Templo 70-200 DC. (chamados Tanaim) e é considerado o primeiro grande trabalho do Judaísmo Pós-Templo. (D/C)

    É composto por 6 ordens (Sedarim) que contêm 63 tratados (às vezes é chamado de Shás (ש”ס), um acrônimo para Shisha Sedarim, as “seis ordens“).

    em resposta a: O que é a Torá Oral? #24673

    sofer
    Participante

    Após a publicação da Mishná, ela foi estudada exaustivamente por gerações de rabinos na Babilônia e em Israel. Ao longo dos próximos três séculos seguintes comentários adicionais sobre a Mishná foram compilados e juntos, isto é a Gemará.

    Na verdade, existem duas diferentes versões da Gemará, uma compilada por estudiosos em Israel (c. 400 DC) e o outro por estudiosos da Babilônia (c. 500 DC.).

    Juntos, a Mishná e a Gemará formam o que conhecemos como Talmud, mas desde que há duas Gemaras diferentes, há dois Talmudes diferentes.

    A Mishná com a Gemará das Escolas rabínicas da Babilônia formam o Talmud Bavli

    A Mishná com a Gemará das Escolas Rabínicas de Israel formam o Talmud Yerushalami  (Talmude de Jerusalém).

    Desde que a função da Gemará é um comentário para a Mishná, as ordens da Mishná formam um quadro geral do Talmud como um todo.

    Com o surgimento destas Escolas Rabínicas Pós Segundo Templo, o significado para Torá veio a significar algo muito mais do que palavras escritas de Moisés.

    A Torá Oral foi considerada  juridicamente um comentário sobre a Torá escrita, interpretação e explicava como seus mandamentos deveriam ser colocados em pratica.

    A citação no tratado de Pirkei Avot 1:1 é parte da reinvenção do Judaísmo Pós Segundo Templo onde a autoridade religiosa é dito ter passado de Moisés, Josué (por Semichá – imposição de mãos), através de várias gerações de os Anciãos e eventualmente para os Rabinos.

    No seu sentido mais amplo, em seguida, a Torá Oral inclui todas as interpretações e conclusões que os sábios judeus deduziram da Torá Escrito, bem como os regulamentos instituídos por eles.

    Porque as Escolas Rabínicas postularam uma linha de sucessão de Moisés os Rabinos pós Templo, alguns rabinos como rabino Yehoshua ben Levi (que contribuiu para a Gemará) foram tão longe como a alegação de que a essência dos ensinamentos mais tarde (ou seja os rabínicos) foram “dados” para Moisés no Monte Sinai (Talmud: Peah 2:17a, 5a Berachot).

    Durante as gerações que sucederam a Grande Assembléia, a Mishná foi expandida pela nova legislação e leis de casos.

    As controvérsias começaram a surgir, variações na Mishná dos vários mestres começaram a aparecer. Ao mesmo tempo, a ordem da Mishná foi melhorada, especialmente por Rabi Akiva. Para acabar com as disputas, Rabi Judah, o Príncipe, redigiu uma edição definitiva da Mishná que é aquela que temos hoje.

    Esta foi terminada no ano 188 DC e publicada aproximadamente 30 anos depois.

    Dividiu a Torá sistematicamente em seis ordens e subdividiu estas ordens em tratados, com um total de 63 tratados entre as 6 ordens. [Kaplan, 9:37, 39]

    A importância da “Torá” ou Tradição Oral

    Há uma razão para a existência da Torá oral?

    Sim, é claro!

    Em primeiro lugar deve notar-se que a Torá oral é às vezes considerada mais básica do que a Torá escrita de Moisés.

    Ela argumenta que desde que D-us falou primeiro os dez mandamentos aos judeus antes de Moisés subiu ao Sinai para obter os detalhes, a Torá Oral  realmente precede  a dádiva da Torá no Sinai.

    O mesmo ponto pode ser feito, aliás, sobre as instruções de D-us dadas para Adão, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, José e até mesmo para o próprio Moisés antes de ele ser ordenado a escrever as leis para Israel no Monte Sinai.

    Quando Moisés desceu do Sinai (pela segunda vez), ele verbalmente explicou as Mitzvot (mandamentos) dos específicos: Mishpatim e Chukim (e Eidot) para os 70 anciãos de Israel, passando assim a Torá oral para a liderança de Israel.

    Quando o sogro de Moisés Jetro viu como as pessoas vinham a Moisés para que este os ajudasse a cerca das coisas, ele aconselhou á Moisés designar vários Juízes (Shofetim) para interpretar os mandamentos na Torá Escrita para casos específicos (êxodo 18:20, Deuteronômio 16: 18, Deuteronômio 17: 8-11).

    Mais tarde Moisés antecipou a necessidade desses juízes ao mostrar da necessidade de ser nomeados juízes em cada cidade na Terra prometida para decidir as leis civis, controvérsias internas e até religiosas.

    Esta é a origem do Bet Din – o sistema de Tribunal de lei judaica e se baseia na idéia fundamental da Torá oral.

    A Torá escrita, como todos os outros escritos, está sujeita a interpretação. Por exemplo, considere esta declaração em escrito Torá: “Isso será para vocês o início de meses” (êxodo 12: 2).

    Mas aqui está se referido a que mês? A Torá é silenciosa e o assunto deve ser resolvido pela Torá oral. Ou considere a proibição de “trabalho” no sábado para mantê-lo Santo.

    Como é que vamos definir a idéia de trabalho ou promover a idéia de santidade?

    A Torá Escrita fornece apenas mandamentos contra acender fogo no Sábado, corte uma árvore, arar a colheita, mas santificar o Sábado significa apenas abster-se  apenas destas coisas?

    A Torá oral encoraja a ler porções semanais  da Torá, ascender as velas para receber o sábado, ir aos serviços religiosos na Sinagoga para oferecer orações.

    Considere também as leis sobre herança ou a execução de várias leis civis de Israel.

    A Torá assume que as pessoas devem se casar, mas ele não fornece quaisquer detalhes sobre a cerimônia de casamento. Ou Considere o mandamento a usar “tefilin” no braço e na testa entre os olhos (Deuteronômio 6: 8). Não existem detalhes textuais sobre o Tefilin (Filactérios) ou como eles deveriam ser feitos, ou como eles deveriam ser colocados. A única maneira que sabemos sobre eles é através da Torá oral.

    O mesmo acontece sobre colocar a Mezuzá nos patentes das portas e portões (Deuteronômio 6: 9), o que – exatamente – deve ser escrito, e como deveria se fazer isto?

    Em suma, é impossível compreender os mandamentos da Torá escrita sem fazer decisões interpretativas sobre questões não explicitamente ditas.

    Agora pense sobre o Templo sagrado.  O Rei David não encontrou um explícito mandamento na Torá escrita para construir o Templo, mas ele, no entanto, planejou (com a aprovação Divina) após o modelo do Mishkan (Tabernáculo). Considere ainda que seu filho, o Rei Salomão, mais tarde dedicando no Templo oferecendo, ele mesmo, sacrifícios para o S-nhor (1º Reis 8:64). Mas como isso poderia ser possível e aceitável a D-us se a Torá escrita proibiu sacrifícios para pessoas que não eram Sacerdotes?

    A mesma questão poderia ser feita sobre os Sacrifícios de Elias no Monte Carmelo (1 Reis 18: 3-38, CP Deuteronômio 12: 13-14).

    Finalmente, considere como o profeta Ageu testou os Sacerdotes, fazendo lhes perguntas sobre leis de pureza – respostas que não são explicitamente reveladas na Torá escrita (Ageu 2:12-13).

    Mesmo os manuscritos existentes das próprias escrituras hebraicas são diretamente influenciados pela Torá oral. Sem a Masorah (Tradição judaica) dos Soferim (Escribas), não iria entender como pontuar ou vocalizar o texto Sagrado. Nem nós seriamos capazes de definir corretamente o uso de várias palavras obscuras encontrados no texto Escrito.

    A conjugação de esforços de Escribas (massorético) ajudou a preservar as Escrituras ate este dia.

    A interpretação das palavras de D-us poderia “encher o mundo com os livros” (Eclesiastes 12: 12. João 21: 25), e, por conseguinte, a Tradição (Torá) oral é considerada infinita, assim como os caminhos do S-nhor são considerados infinito.

    Isso explica por que a Torá oral (como expressa nos dois Talmudes) é pelo menos 50 vezes o tamanho da Torá escrita.

     

    Isso também explica a importância do diálogo e da Comunidade em Noções básicas sobre a Torá.

    Na verdade, a Torá escrita é considerada um resumo ou um subconjunto da Torá oral muito mais vasta.

    Desde que a soma da Torá nunca poderia ser completamente escrita em um pergaminho, nós, por conseguinte, temos o papel da Torá oral como a autoridade interpretativa e expressão da tradição judaica.

    A “Torá,”, por conseguinte, não se só a Escrita de Moisés ou o curso de Comentários e discussão sobre estes escritos entre a comunidade Judaica.  A Torá se refere a ambos.

    A essência do Talmud é extraída de seus ensinamentos, mesmo que pelo excesso de zelo, exijam-se anos de dedicação e instrução:

    Os caraítas e a Torá Oral

    O Judaísmo caraíta rejeita a autoridade de interpretações rabínicas e a Torá oral, porque a Mishná (ou seja, A forma escrita da Torá oral) Cotações opiniões diferentes que contradizem uma a outra. Suas palavras são dos homens que vivem em 2-5 séculos. E seus escritos não atestam da autoridade Divina como os profetas que falam “Assim diz o S-nhor, mas sim, O rabino Fulano de tal, disse ao rabino Fulano de tal…”.

     

    As caraítas também notam que a Torá oral é mencionado explicitamente em qualquer lugar das Escrituras, e, de fato, a própria palavra “Torá” é singular, não plural.

    Quando a Torá foi perdida por 50 anos e mais tarde restaurada pelos Sacerdotes (2º Reis 22: 8; 2º crônicas 34:15), é duvidoso que a Torá oral poderia ter sido mantida, especialmente desde que é baseado em na Torá escrita.

     

    em resposta a: Uma unidade absoluta – #24655

    sofer
    Participante

    tenho não…

    abraços

    em resposta a: Uma unidade absoluta – #24653

    sofer
    Participante

    A Grandeza do Messias
    Para o Messias será dado todos os reinos da terra por sua herança:

    E foi lhe dado o domínio e a honra e o reino para que todos os povos da terra nações e línguas o servissem; e seu domínio é eterno, que não passará e seu reino não será destruído. Daniel 7:13-14, p. 1797.

     

    Rashi fala que aquele que; “veio ate ao ancião de Dias (ETERNO)” na passagem acima todas as nações e povos servirão ao Rei Messias:

    Rashi: ‘Um parecido com um ser humano’ – Este é o Rei Messias. “E chegou ate ao Ancião de Dias (Eterno) – que estava sentado para julgar e estava julgando as nações”

    Nachmanides também identifica “aquele como um ser humano” em Daniel 7:13 sendo o Rei Messias “e todas as nações e línguas o servirão” continuando ele proclama que o Mashiach irá exceder todos os homens por causa do conhecimento do Todo Poderoso,

    Ramban: “E a sabedoria o acompanhará esta é a elevação do Messias, e sua intimidade com D-us: Pois nem Abraham, no qual HASHEM (D-us) chama de seu amigo (Isaias 41:8), e com Moises que ELE fez uma aliança, que esteve mais próximo da Divindade do que qualquer outro homem, nem mesmo os arcanjos que ‘estão diante do trono a sua direita e esquerda’ (II Reis 22:29), puderam aproximar mais da intimidade e conhecimento do Todo poderoso do que o Messias; por que está escrito sobre o Messias ‘ e se aproximou se do Ancião de Dias’ (Daniel 7:13).”

     

    1 1 A. J. Rosenberg, trans., Mikraoth Gedolot: Daniel, Ezra, Nehemiah; A New

    English Translation (New York: The Judaica Press, 2000), pp. 67, 68.

    2 Ibid. p. 67. 3 Shaval, Rabbi Chaim Dov. P’rushei HaRamban al Neviim v’Ketuvim.

    (Jerusalem: Boys Town Jerusalem Press, 1963), p. 87.

     

    Malbim Também como os outros atribui “aquele como um ser humano (filho do homem, Ben Adam) em Daniel 7:13, Diz ser o Rei Mashiach (Messias) e escolhido D-us virá em forma humana:

    Malbim:… diferente daqueles que aparecem em forma de animais, aquele escolhido por D-us (o Messias) virá em forma humana… o Ben Adam (filho do homem, ser humano) herdará o Reino dos Céus e ele virá sobre as nuvens… Pois sua vinda é atribuída aos Céus.”3

     

    1 S. R. Driver, A. D. Neubauer, Edited by Prof. Harry M. Orlinsky, The Fifty

    Third Chapter of Isaiah According to Jewish Interpreters (New York: KTAV

    Publishing House, Inc., 1969), Vol. I (English translation), pp. 79, 80.

    2 Meir Loeb ben Y’hiel Mikhael (Malbim) Perush HaMalbim al Mikrei Kodesh

    (Israel: Meshor Holy Books, 1998), Commentary on Daniel 7:13.

    3 Rosenberg (English translation), p. 66.

     

    Hai Gaon:

    “… E naquele tempo, quando um homem aparecerá entre os filhos de Yosef (José)… e ele será chamado O Messias de D-us. E muitas pessoas se ajuntarão com ele na Galileia, e ele (Messias) será o Rei deles…

    Mas muitos em Israel estarão no exílio, estará claro para eles que o fim está próximo. E então o Mashiach Ben Yosef (Messias filho de José) com os homens que estão ao seu redor subirão da Galileia para Jerusalém… e quando o Messias filho de José e todos seus seguidores estiverem em Jerusalém, Armilus (anti-messias) ouvirá as boas novas e virá com mágicas e feitiçarias para enganar e desviar os seguidores do Messias filho de José.

    E Armilus (Anticristo) virá e fará guerra contra Jerusalém e matará o Messias filho de José (Mashiach ben Yosef) e seus seguidores, e matará muitos deles,…e o Messias filho de José será morto e haverá grande calamidade para Israel deste então… então por isto dizem: ‘Este é o homem pelo qual esperávamos; agora veio e foi morto …”

     

     

    1

    1 Eliezer Ashkenazi, Sefer Ta’am Z’qenim (Frankfurt am Main: 1854 – copy in

    The Jewish Theological Seminary of America, New York), p. 58

     

    Talmud tratado; Sucah 52a:

    “Os rabinos já ensinaram: O Hakadosh Baruch HÚ (D-us) falará para o Mashiach ben David (Messias filho de David – Rei), possa ele ser revelado ainda em nossos dias! (D-us dirá) ‘pesa-me qualquer coisa, e eu darei para você,’  por que está escrito, ‘Adonay me disse, você é meu filho, eu hoje te gerei, pede-me e eu te darei as nações por herança’ (salmo 2:7-8).”3

     

    Midrash Tehilim – Salmos 21:12

    ‘D-us chamará o Rei Messias pelo seu próprio nome (IHVH), porque é dito do Rei Messias seu nome era chamado: (IHVH) Adonay Tzadikeinu (nossa justiça).

    (Jeremias 23:6). Jerusalém também terá o nome de Adonay, por que é dito de Jerusalém ‘ o nome da cidade daquele dia em diante será Adonay’1

     

    No Midrash Mishlê – provérbios; Rav Huna fala dos sete nomes para o Mashiach, também tirado de Isaias 9:5:

    Rav Huna disse: ‘o Messias será chamado por sete nomes dos quais são; Yinon, Tzidikeinu [‘nossa justiça’], Tzemach [‘rebento’], Menachem [‘Conforto’],

    {Filho de} David, Shiloh, e Eliahu.{D-us é Yahu} 3

     

    ‘O Messias é chamado por oito nomes: Yinon, Tzemach, Pele [‘Milagre’], Yo’etz [‘Consolador’], Mashiach [‘Messias’], El [‘D-us’], Gibor [‘Forte’], e Avi ’Ad Shalom [‘Pai eterno da Paz’].’4.

     

    Midrash Rabbah Deuteronômio:

    “Eu tenho levantado Messias, por que do qual está escrito, ‘porque um menino nos nasceu(Isaias 9:5).”2

     

    Pesikta Rabbati, Piska 33:6

    “Você encontrara que no comecinho da criação do universo, O Rei Messias já veio a ser, porque ele já existia no pensamento de D-us muito antes de o universo ter sido criado. Da sua existência as escrituras dizem, ‘é brotou um tronco de Jesé(Isaias 11:1), não diz ‘ e brotará’ <mas sim ‘brotou>, implicando que o ‘rebento’ da raiz de Jesé já veio a existir.”2

     

    Pesikta Rabbati, Piska 36:

    “O que significa ‘ na sua luz nos podemos ver luz? ’… é a luz do Messias porque está escrito ‘ e viu D-us que a luz era boa(Genesis 1:4). Este verso prova que

    Dus Hakadosh Baruch HÚ, contemplava o Messias e sua obra antes do universo ser criado, e então sob seu trono de Gloria colocou seu Messias até poder aparecer na geração indicada. ”2

     

    Midrash Yemenita:

    “No futuro O Hakadosh Baruch HÚ (D-us), colocará o Messias na “Yeshiva Celestial”. E então todos chamarão o Messias de Adonay (IHVH). ’ Assim como eles chamam o Criador [Jeremias 23:6]…

     

    1 Shalom, Piska 36, p. 41.

    2 Braude, Piska 36, p.671.

    3 Yehuda ibn-Shmuel, ed., Midr’she G’ula (“Midrashim of Redemption”)

    (Jerusalem-Tel Aviv: Mosad Bialik-Massada, 1954; collection of Midrashim

    dealing with the Messanic Age and events.), p. 349.

     

     

     

     

     

    No Pirkei Mashiach, nós lemos sobre a parte do Messias do dia da ressurreição dos mortos:

    Pirke Mashiach:

    “Naquela hora (dia da ressurreição), O Hakadosh Baruch HÚ (D-us) coroará o Messias e colocará o capacete da salvação na sua cabeça e lhe dará esplendor e iluminação, e ele será adornado com roupas de honra, e D-us lhe colocará e uma alta montanha para que ele traga boas novas a Israel, dirá aos ouvidos de Israel ‘Yeshuah Karov’ (a salvação está próxima)

     

    “… Naquele dia das boas novas e regozijo, aqueles que dormem em Machpela, ele o Messias dirá: Abraão, Isaque e Jacó levantem! Basta! ‘E eles dirão quem é este que removeu o pó de nós?’ E ele dirá para eles Eu sou o Messias de Adonay. ‘Yeshuah Karov (a salvação está próxima!).’

    E eles responderão: ‘Se isto é verdade realmente vá e leve as boas novas a Adão o primeiro homem, para que ele ressuscite primeiro.

    Naquela hora ele dirá a Adão o primeiro homem, basta de dormir! E adão dirá quem e este que tira o peso dos meus olhos? E ele responderá ‘Eu sou o Messias de D-us dentre os seus filhos’. Em um piscar de olhos, Adão e toda sua geração ressuscitarão e Abraão, Isaque e Jacó e todos os fieis de todas as tribos e gerações por gerações do começo ao fim ressuscitarão no mundo com o som de jubilo e musica…”2

    1 Jellinek, Pirke Mashiach, p. 73.

    2 Patai (English translation), Pirke Mashiach, p. 202.

     

    Midrash Rabbah Esther:

    “E Jonas esteve nas entranhas do grande peixe por três dias e três noites…

    Os mortos também virão à vida após três dias e três noites… Porque está escrito,

    ‘no terceiro dia nos ressuscitará, e viremos diante dele. (ósseas 6:2).” 2

     

    1 Rabbi R. H. Goldman, Midrash Rabbah Esther (New York: Tiferet Zion

    Publication Society Inc., 1959), Parashah tet, gimel.

    2 Rabbi Dr. H. Freedman, ed., Midrash Rabbah Esther (London, New York:

    Soncino Press, 1983), Parashah 9.3.

     

    Apenas os sacrifícios de ação de graças permanecerão:

    Midrash Rabbah Levitico:

    “Rabi. Phinehas e Rabi. Levi e Rabi. Yohanan dizeram em nome do Rabino Menahim de Gallia: ‘Na Era por vir ‘todos os sacrifícios terão terminados, menos o de ações de graça não será terminado, e todas as orações terão terminadas, menos as orações (louvores) de ação de graça’.

    Como nós podemos ler: ‘A voz de gozo e a voz de alegria, a voz do esposo e a voz da esposa, e a voz dos que dizem louvai a Adonay Tzevaot (S-nhor dos exércitos). (Jeremias 33:11)

    – Isto se refere a ação de graça: as ofertas de ação de graça trazidas na casa de Adonay… Como também David disse: ‘os teus votos estão sobre mim, ó D-us, eu te renderei ações de graças (salmos 56:12).

    Isto se refere às orações “ações de graças” 1

     

    Mirkin, Midrash Rabbah Leviticus, Seder Tsav, parashah 9.7, pp. 95, 96.

    Midrash Rabbah Genesis, Seder Vayeshev, 88:7:

    Quem poderia esperar que uma criança pudesse nascer para Abraão e Sara na sua idade avançada?… Quem poderia imaginar que José pudesse se tornar um ‘rei’ após todos os seus infortúnios?… Quem poderia imaginar Moises depois que foi jogado no rio se tornaria o que se tornou?… Quem poderia imaginar Ruth, a gentia prosélita, se tornar parte da linhagem real de Israel? Quem poderia esperar que O Hakadosh Baruch HÚ (D-us) restaurar o Tabernaculo caído de David?… (Amos 9:11).

    Quem poderia esperar que o mundo inteiro seja restaurado como um, como se diz: ‘e então darei uma língua pura aos povos da terra para que todos invoquem o nome de Adonay, para que todos o sirvam com um só consenso’ (sofonias 3:9)

     

    Rabbi Dr. H. Freedman, trans., Midrash Rabbah Genesis, Seder Vayeshev,

    parashah 88:7 (London, New York: Soncino Press, 1983), pp. 818, 819.

    ———————————————————————————————————————————————

     

    Genesis Rabbah (Midrashim) do Rabi Moshe haDarshan:

    … Por que ele (o Messias) é maior do que os patriarcas, como é dito: ‘meu servo prosperará’ [Isaias 52:13]. Eu tenho aprendido isto da boca do Rabino Moshe haDarshan: que o redentor será concebido entre vocês não terá pai (humano), como podemos ler; ‘Eis aqui o homem cujo o nome é Tzemach (renovo), ‘e ele brotará do seu lugar(Zacarias 6:12); e então Isaias disse: ‘porque foi subido como renovo’ [Isaias 53:2] etc. Disse o Rabi Berhyah: O Kadosh Baruch HÚ (D-us) disse para Israel: vocês tem falando perante mim; Nós somos órfãos e não temos pai! (Lamentações 5:3): O Redentor que levantarei no meio de vocês também não terá pai (humano).

    Como podemos ler: ‘Eis aqui o homem cujo nome é Tzemach (renovo), ‘e ele brotará do seu lugar(Zacarias 6:12); e similar a Isaias‘porque foi subido como renovo perante ele’ [Isaias 53:2]2

    Book, Driver and Neubauer (English translation), p. 33.

     

    Philo de Alexandria (20 A/C á 50 D/C), embora não fosse um Rabino, este famoso judeu Grego e filosofo escreveu um comentário da Torá. Neste comentário sobre Genesis, ele fala sobre um homem no qual é chamado de “Tzemach” -“o renovo” Zacarias 6:12:

    Philo de Alexandria disse:

    “Eu tenho ouvido também um oráculo dos lábios de um dos discípulos Moises, no qual declara; ‘Eis aqui o homem cujo nome é Tzemach’ (Zacarias 6:12), um dos mais estranhos atributos (nomes), certamente, se supor que um ser é composto de alma e corpo como descrito. Mas se você supor que é este incorpóreo, que não difere da imagem Divina, então você concordará que o nome ‘Tzemach’ é bem empregado para descrevê-lo. Por que este homem (Tzemach . Messias) é o filho mais velho, no qual o Pai o gerou, e deste então o chamou de primogênito, em verdade o Filho assim gerado, seguiu os caminhos do seu Pai, e o moldou em muitas maneiras, olhando para o modelo patrão no qual o Pai forneceu”2

    F. H. Colson, trans., Philo, in eleven volumes (Cambridge: Harvard

    University Press, 1932), p. 45 (in “The Confusion of Tongues, 60-65).

     

    Rabino Rashi, (midrashim)  Miqueias 5:1:

    “ E tu Belem Efrata – Pois  David saiu como lemos (I Samuel 17:58): ‘ seu servo Jessé de Belém.’  E Belém é chamada Efrata, como é dito (Genesis 48:7): ‘ no caminho de Efrata, que é Belém.’ E ‘ Tu Belém Efrata é a menor no clã de Judá’ –  Isto é dito por causa da estigma de Rute a Moabita (conversa). ‘E de ti sairá o que governará (Rei Messias) Israel cujas saídas são deste os tempos antigos deste a Eternidade. – O Messias Filho de David. Como é dito: (salmos 118:22): ‘ A pedra que os construtores rejeitaram se tornou a pedra fundamental’. E sua origem é muito antiga- como é dito: ‘Antes do Sol existir seu nome é Yinon’ (salmos 72:17).”1

    (Nota: Rashi cita aqui o salmo 118:22, indicando o Mashiach (Messias) como ‘a pedra fundamental que os construtores rejeitaram’)

     

    Complete Tanach with Rashi, Commentary on Micah and Isaiah, CD ROM.

    Chicago, IL: Davka Corp.).

    em resposta a: Tsha Be’Av – Nove de Av #24633

    sofer
    Participante

    Tehilim 117

    O Salmo 117 é o Salmo mais curto (e Capitulo) das Escrituras Judaicas. É um dos grupos de canções de Hallel (louvor – agradecimento), ou seja, os salmos tradicionalmente recitados durante as Festas Bíblicas.
    הַלְלוּ אֶת־יְהוָה כָּל־גּוֹיִם
    שַׁבְּחוּהוּ כָּל־הָאֻמִּים
    כִּי גָבַר עָלֵינוּ חַסְדּוֹ
    וֶאֱמֶת־יְהוָה לְעוֹלָם
    הַלְלוּ־יָהּ
    Halelú et Adonay kol goyim,
    shabechuhu kol haUmim,
    ki gavar aleinu chasdo,
    ve’emet Adonay le’olam.
    Halelu-Yah!!
    Louvem Adonay, todos os gentios (as Nações)!
    Exaltem-no todos os Povos!
    Pois ‘fortemente’ é a graça DEle por nós,
    A verdade de Adonay dura pra sempre!
    Louvem a Yah
    (Salmo 117)

    Uma frase maravilhosa nesta canção triunfante é ki gavar aleinu chasdo (כִּי גָבַר עָלֵינוּ חַסְדּוֹ) – ‘Pois ‘Fortemente’ é a graça DEle por nós’.
    A palavra traduzida por ‘fortemente’ (גָּבַר – Gavar) significa “dominante” ou “triunfante”, e tem a conotação de força masculina (ou seja, as palavras ‘homem poderoso’ (גִּבּוֹר – G’bor) e ‘poder’ (גְּבוּרָה –G’vurá) vêm da mesma raiz hebraica).

    Por causa do forte amor de D-us por nós e por causa de Sua verdade (fidelidade) em curso (ou seja, Emet: אֱמֶת), somos instruídos a oferece louvores e agradecimentos a D-us.

    Nós nos “vangloriamos” na Chesed (חֶסֶד – graça) de D-us – no seu amor infalível – ao glorificar e santificar o Seu nome…

    Observe que a palavra “Aleluia” – Halelu-Yah – (הַלְלוּ־יָהּ), no final do Salmo é o plural imperativo do verbo hebraico Halal (הָלַל), que alude a “reluzir – brilhar” – louvar radiantemente em gratidão diante de D-us.

    A frase de abertura ‘Halelu et Adonay’ (louvem a Adonay), por conseguinte, claramente vincula o Nome Divino nome IHVH (יְהוָה) com a subtração do nome – Yah (יָהּ).

    Uma questão é levantada por alguns dos Sábios; ‘Por qual razão as Nações e gentios da terra deveriam louvar a Hashem (D-us) pela graça de D-us dada aos filhos de Israel? ’.

    O Rav Yitzchak respondeu: ‘Os Lideres das Nações tem planos incontáveis e regimes anti-semitas para destruir o povo judeu, mas nosso misericordioso D-us sempre consegue frustrar seus esquemas. Seus esquemas secretos são tão bem guardados que o povo judeu muitas vezes desconhece todos os esquemas das Nações para prejudicá-los, e, portanto, eles desconhecem de como D-us os tem salvado. Só as Nações perversas vêem claramente como a graça e bondade de D-us pelo povo judeu é firme – e, portanto, apenas as Nações da terra podem louvá-lo dessa forma. ’

    A Chesed (Graça) de Hashem (D-us) é ‘poderosa para conosco’ não apenas no passado, mas ‘a fidelidade (isto é, a verdade) de D-us perdura eternamente’, que significa que ela continua nesta presente hora até a eternidade de eternidades.
    Como o Emissário Paulo afirmou, a verdade de D-us é eterna, e seus dons e chamados são irrevogáveis (Romanos 11:29).

    Salmo 117 alude a ambos o louvor das Nações e gentios aos atos realizados durante o êxodo e também o futuro Reinado do Messias Yeshua (Jesus) em Tzion (Sião – Zion)

    As palavras ‘Louvem a Adonay todas as Nações (ou gentios)’
    (הַלְלוּ אֶת־יְהוָה כָּל־גּוֹיִם) profeticamente refere-se à aclamação que D-us receberá nos Reino Milenar (o Milênio), quando as Nações serão todas convertidas ao D-us de Israel e lhes serão dadas uma Lashon HaKodesh (a língua sagrada) para louvar o Seu Nome (Sofonias 3:9. Salmo 86:9 e etc.).

    Se as Nações da terra são instruídas a louvar a D-us por sua fidelidade e graça pra com Israel – tanto pela glória do êxodo e pelo Reinado do Messias em Zion (Sião) – quanto mais devemos nós louvar o Seu Nome e brilhar nossa gratidão por sermos escolhidos por ELE para seguir seu Filho Amado o Messias! Hallelu-Yah!

    E Adonay será Rei sobre toda a Terra;
    naquele dia será Adonay Um, e Seu Nome Um.
    (Zacarias 14:9)
    והיה יהוה למלך על כל הארץ
    ביום ההוא יהיה יהוה אחד ושׂמו אחד

    em resposta a: ‘Para o judeu primeiro… ’ #24628

    sofer
    Participante

    Shabat Shalom Vaneide…

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