Judeus zelosos que creram e foram perseguidos

Vê! Há muitos que crêem e são zelosos da Torah!

Por toda a comunidade judaica existe um equívoco generalizado no qual dizem que  nenhum dos sábios judeus e rabinos teriam acreditado que Yeshua é o Messias. Esta é uma das razões pelas quais muitos judeus de hoje não acreditam nele.

Embora a maioria rabinos não creem que Yeshua é o Messias, muitos outros passaram a acreditar que Ele é de fato e muitos destes eram rabinos famosos.

A objeção de que Yeshua não pode ser o Messias judaico está fundamentado desta maneira:

“Se estes piedosos e respeitados homens cultos não creem que Yeshua é o Messias, então, que dirá eu, uma pessoa com menos conhecimento sobre a Torá e Deus para crer Nele?”

A verdade, no entanto, é que ao longo história tem havido centenas de rabinos judeus ortodoxos e até líderes de comunidades inteiras que chegaram à conclusão de que Yeshua é definitivamente, o Messias prometido de Israel e do Mundo.

Por sua fé em Yeshua, foram perseguidos e levados ao ostracismo por suas comunidades.

Mas estes homens foram educados e  eram autoridades na Halachá judaica (Leis rabínicas e regulamentos) , assim como nos assuntos de vida e pensamento.

Seus testemunhos ajudam a dissipar a noção de que qualquer pessoa judia que acredita que “Jesus é o Messias” é um ignorante do judaísmo, “meshugah” (louco) ou algum desiludido perigoso.

Abaixo apenas uma pequena lista de alguns deles. A historia de cada um, em particular seus testemunhos de fé não são o alvo primário deste post, carecendo assim de mais detalhes, mas o objetivo é apontar que existem os que creêm.

 

Jerusalém: Rabi Chil Slostowski

Rabino Chil Slostowski – uma autoridade na kashrut (lei rabínica alimentar). Era um rabino ortodoxo que veio a crer em Yeshua como o Messias.

Ordenado aos 17 anos de idade, tornou-se um “gadol” (grande homem) na Polônia liderando congregações e servindo no Seminário Rabínico de Lodz.

Estudades de Lodz, 1910

Ele desprezava o cristianismo e Jesus por causa de todas as histórias terríveis que leu sobre ele no Talmud (Lei Oral). Como professor do seminário rabínico ele passou toda esta hostilidade sobre o Cristianismo e Jesus a seus alunos através de suas palestras.

Deus, porém, trouxe um missionário em sua vida que era muito familiar com o Talmud e o rabino Slostowski gostava de conversar com ele.

Porque sua família estava preocupada por sua associação com um cristão, ele foi convidado para ir a Israel pelo rabino-chefe de Israel, Rav Avraham Isaac Kook, e foi nomeado Secretário Chefe do Rabinato de Jerusalém.

 

 

Renomado estudioso da Torá, Avraham Isaac Kook (1865-1935) foi o primeiro rabino-chefe ashkenazi do Mandato Britânico da Palestina (Israel) e o fundador da religiosa e sionista Yeshiva Merkaz HaRav.

Avraham Isaac Kook
Avraham Isaac Kook

Depois da morte do rabino Kook, ele aceitou o convite como professor de Talmud em um seminário rabínico de Tel Aviv.

Um dia, durante uma viagem a Jerusalém, ele experimentou um milagroso encontro com o Messias a partir da leitura de um Novo Testamento em hebraico que um jovem discretamente deu a ele no trem. Ele tornou-se convencido de que Yeshua era realmente o judeu Messias.

Embora inicialmente tenha permanecido em silêncio sobre suas crenças recém-descobertas, depois de dois meses ele confessou abertamente sua fé. Por esta confissão pública, ele foi apedrejado e precisou ser hospitalizado. Ele continuou, no entanto, a proclamar que Yeshua é o Messias, apesar da perseguição.

Quando eles viram que ele não foi movido pela perseguição, tentaram reconquistá-lo através de outros meios.

Um homem judeu proeminente ofereceu-se para adotá-lo como seu filho e torná-lo herdeiro da sua fortuna se apenas ele renunciasse a sua fé em Yeshua.

 

 

Rabino Slostowski, no entanto, respondeu: “Se você pode me dar paz para o meu alma, adquirir para mim a presença de Deus e o perdão pelos meus pecados, eu voltarei para judaísmo rabínico “.

O homem rico respondeu: “Isso eu não posso fazer, pois eu não possuo o que me você está pedindo”.

O perigo se tornou tão grande que logo este judeu seguidor de Yeshua teve que fugir para Beirute, na Síria. Lá, o Rabino Slostowski continuou compartilhar a verdade de que Yeshua é o Messias, mostrando aos judeu profecias como de Isaías 53, que Yeshua cumpriu.

 

Estados Unidos: Rabino Sam Stern

O rabino Sam Stern nasceu na Polônia dentro de um estrito lar ortodoxo logo após a devastação da Primeira Guerra Mundial.

Desde cedo, o rabino Stern aprendeu hebraico e estudou os antigos escritos judaicos. Embora os judeus da Polônia vivessem entre os gentios, eles não se misturavam por causa da forma dos judeus se vestirem, a sua língua, local de adoração eram muito diferentes do povo polonês. Foi como um menino de seis anos de idade o primeiro contato do rabino Stern com não judeus, e foi traumático.

Enquanto ele andava fora do gueto judeu, um menino gentio jogou-lhe pedras gritando, “Judeu! Judeu!”.

Quando o assustado Sam correu para casa e perguntou a seus pais porque um menino no qual nunca viu, o odiava tanto, seu pai respondeu: “Ele é um cristão e os cristãos odeiam judeus. Mesmo que ele não conheça você, ele é seu inimigo.”.

O pai de Stern colocou nele a esperença de que no dia em que o Messias vier o sofrimento do povo judeu nas mãos do cristãos finalmente chegaria ao fim. Stern não sabia quando o Messias viria, mas a sua esperança na vinda do Messias o ajudou a suportar a humilhação e perseguição ele sofria de seus vizinhos pagãos.

Logo após o rabino Stern receber sua ordenação como um rabino ortodoxo, a II Guerra Mundial eclodiu em 1 de setembro de 1939. De repente, os judeus de Polônia estavam em grave perigo. Seis anos depois, no final da guerra em 1945, seis milhões de judeus, incluindo um milhão de crianças, foram assassinados pelos nazistas.

Stern tinha perdido toda sua família. Ele havia sobrevivido dos campos de concentração, mas com a sua família aniquilada se viu completamente sozinho no mundo, sem nenhum parente ou amigo. Apesar de Stern ter imigrado para os Estados Unidos, onde ele trabalhou como um rabino, eventualmente ele questionava por que Deus havia permitido que seis milhões de judeus perecessem no Holocausto.

Num dia que mudou sua vida, Stern, inadvertidamente se deparou com uma missão para os judeus. Através de um intérprete, Stern ouviu sobre como Deus, em Seu grande amor, enviou o Messias.

Cerca de 85 por cento dos judeus que morreram no Holocausto (cinco milhões de pessoas) falavam iídiche, e após a Segunda Guerra Mundial a lingua diminuiu drasticamente. Citando a história do cristianismo em maltratar o povo judeu, Rabi Stern desafiou este homem. O homem respondeu: “O Senhor nos ensina a amar nosso inimigos, para mostrar amor para aqueles que nos odeiam. Todos aqueles que não obedecem ao ensinamentos do Senhor Yeshua não são seus seguidores.”.

No Yiddish New Covenant (Novo Testamento) que foi dado a ele, Stern notou referências às profecias messiânicas nas Escrituras judaicas e ele investigou as profecias de Daniel 12, Isaías 53, Zacarias 12:10, etc…

Foi através da aprendizagem sobre as Escrituras que o rabino Sam Stern veio à conclusão de que Yeshua era realmente o Messias sofredor de Isaías 53, e voltará para reinar como Rei Messias.

Sam Stern também é lembrado por ter traduzido referencias pertinentes em hebraico e aramaico de comentadores como Rashi, Onkeles, de textos da cabalá e citações da Escritura.

Israel: Rabino Daniel Zion

Rabino Daniel Zion: imagem original do museu em Sofia, Bulgária.

Rabino Daniel Zion foi o filho do rabino que era o chefe da Yeshiva (escola rabínica) em Tessalônica, na Grécia. Quando a crescente comunidade judaica em Sofia, Bulgária precisou de rabinos ele mudou-se para Sofia. Eventualmente, ele foi escolhido como o rabino chefe da Bulgária. Durante a ocupação nazista da Bulgária, muitas mudanças chegaram para os búlgaros, incluindo uma lei proibindo os judeus de participarem do mercado como profissionais, como advogados, engenheiros, arquitetos, etc.

Quando a Bulgária decidiu expulsar os judeus, o rabino Zion disse a comunidade judaica que era melhor morrer em seu país de origem do que na Polônia. Ele organizou uma marcha de protesto e convidou toda a comunidade para a Sinagoga Central de Sofia, para orar por uma mudança de  desta decisão dos ímpios.

Todo judeus participaram da reunião de oração, mas quando eles saíram da sinagoga e começaram a sua marcha de protesto, muitos foram espancados e cerca de 250 foram presos. Apesar disso, eles continuaram a  marcha para a Igreja  Ortodoxa  Santo Sínodo da Búlgaria e pediram para ver o Bispo, Metropolite Stephen, um homem respeitado pela comunidade judaica.

 

 

Durante a ocupação nazista, o Rabino Zion foi açoitado publicamente em frente a Grande Sinagoga de Sofia. Esse rabino é mais lembrado por seus esforços ao salvar os 800 judeus búlgaros de Sofia de terem de ir para os campos concentração de extermínio nazistas. Depois do Holocausto ele levou muitos deles a Israel.

Porém, o rabino Zion também é lembrado por ser um judeu observante da Torá e crente em Yeshua. Depois de se tornar um crente, ele continuou a manter tudo conforme as leis rabínicas, naquilo que Yeshua teria mantido. Embora tenha se tornado um juiz na Corte Rabínica de Jerusalém, o rabino Daniel foi destituído de seu título rabínico quando os líderes judeus descobriram sua fé em Yeshua. Os quatro livros que tinha escrito em Búlgaro sobre Yeshua foram usados como evidência. Ele tinha isto a dizer em defesa de sua fé:

“Eu sou pobre e frágil, perseguido e vulnerável, Yeshua me conquistou e com o Novo Homem Ele me honrou. Ele livrou-me da pobreza e da auto aflição com seu grande amor; Ele cuida de mim. “

“Todo dia o sagaz satanás aspira a agarrar a minha fé, eu me seguro em meu Encorajador, e expulso satan para longe. Eu estou aqui sozinho em minha fé, o mundo inteiro está contra mim. Eu desistirei de toda honra terrena por causa do Messias, meu companheiro.”

Apesar de ter sido destituído de seu título por causa de sua fé, o judeus búlgaros continuaram a honrar Rabino Zion como seu rabino.

Após sua morte em 1979, já maduro na idade de 96 anos, a comunidade  judaica búlgara em Israel deu-lhe um enterro com todas honras militares de Estado. Eles demonstraram a profundidade de seu respeito por seu amado rabino, tendo seu caixão ficado no centro de Jaffa com toda a completa guarda militar.

Ao meio-dia, seu caixão foi carregado por homens a pé para o cemitério em Holon.

 

Roma: o rabino Israel Zolli

Prevendo que os nazistas viriam entrar em Roma, o rabino Israel Zolli, que era o rabino-chefe de Roma, advertiu os judeus italianos para destruírem seus registros e passarem à clandestinidade. Suas advertências foram ignoradas porque os judeus na Itália se sentiam seguros dos perigos do fascismo e do nazismo, pois Mussolini rejeitava o racismo biológico.

No entanto, quando o regime de Mussolini entrou em colapso em 1943, os nazistas entraram Roma.

Coronel Kappler, um oficial sênior nazista alemão, decidiu encher seus bolsos com a riqueza do povo judeu. Ele apresentou uma lista de 300 nomes que incluíam o rabino Israel Zolli.

Kappler deu à comunidade a opção de entregar 300 judeus para ele ou 50 Kg de ouro.

Uma vez que a comunidade só conseguiu reunir 35 Kg de ouro, o rabino Zolli foi nomeado para ir ao Vaticano tentar obter o resto. Como o Vaticano estava sendo acompanhado de perto pela Gestapo, Zolli disfarçou-se e entrou por uma porta discreta.

Zolli pediu ao Papa Pio XII para ajudar a cobrir o déficit através de um intermediário, o Secretário do Estado do Vaticano, Cardeal Maglione.

Zolli é lembrado por ter apelado para Maglione, dizendo: “O Novo Testamento não pode abandonar o Velho. “.

O Papa Pio XII cobriu o déficit naquele mesmo dia e mais tarde também protegeu muitos judeus ao fazer das igrejas, mosteiros e conventos do Vaticano locais de refúgio para o povo judeu.

Depois da guerra, em 1945, o Rabino Zolli confessou publicamente a sua fé em Yeshua.

Quando um entrevistador perguntou-lhe se ele acreditava que o Messias tinha vindo ele respondeu:

“Sim, positivamente. Eu tenho crido por muitos anos. E agora estou tão firmemente convencido da verdade que eu posso enfrentar o mundo inteiro e defender minha fé com a certeza e solidez das montanhas. “

Sua fé em Yeshua veio após cerca de 13 anos de estudos em busca de responder a esta pergunta. (nt.: “O Messias já veio, mesmo?”).

Embora chamado de herege e excomungado pela comunidade  judaica e seus líderes, que chegaram a convocar um jejum de vários dias para lamentar a “traição” e pranteá-lo como alguém que morreu, ele permaneceu comprometido com Yeshua.

 

Rabino Ignatz Lichtenstein

Rabino Ignatz Lichtenstein

Rabino Ignatz (Isaac) Lichtenstein era um crente chassídico (homem justo) que serviu como rabino chefe do Distrito do Norte da Hungria de 1857 até 1892.

Mais tarde na vida, quando ele chegou ao conhecimento da verdade de que Yeshua é
o Messias, ele escreveu em duas cartas:

O que eu realmente desejo: “Eu pensava que o Novo Testamento era impuro, uma fonte de orgulho, de presunçoso egoísmo, de ódio, do pior tipo de violência, mas ao abri-lo, senti-me particular e maravilhosamente envolvido. A glória repentina, uma luz, passou pela minha alma.”

“Eu olhei para os espinhos e rosas reunidas e descobri pérolas em vez de seixos, em vez de ódio o amor, em vez de vingança o perdão, em vez de servidão a liberdade, em vez do orgulho a  humildade, em vez de inimizade a conciliação, em vez da morte a vida, a salvação, a ressurreição, um tesouro celestial. “.

Enquanto ele estava oficiando como rabino, escreveu vários folhetos para provar que a fé em Yeshua é compatível com o Judaísmo.

 

Em 1892, ele renunciou à sua posição de rabino. Claro que a pressão da comunidade ajudou.

Ele permaneceu um observante da Torá e seguidor de Yeshua por toda a sua vida. Ele nunca passou por um batismo cristão ou se juntou a uma Igreja, uma vez que ele acreditava que tinha encontrado o verdadeiro judaísmo na Nova Aliança (Novo Testamento).

 

E hoje em dia

Hoje em dia estes homens tem sido esquecidos pelo judaismo tradicional, mas não pelos seus irmãos crentes e jamais serão por Hashem, para eles há uma promessa, como está escrito:

E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor do meu nome, receberá cem vezes tanto e herdará a vida eterna“, e ainda,

E digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens, também o filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus.”

Estes foram apenas alguns exemplos, a lista é maior, muito maior acreditem. Apenas entres os rabinos, ainda poderíamos citar Max Wertheimer, Asher Levy, Philipp Philips e outros.

Mas e hoje e dia? Há quem creia e permaneça zeloso na Torah, observando os seus mandamentos? SIM! Absolutamente, sim. A grande quantidade de judeus crentes ainda está oculta em meio suas comunidades. São homens comuns e também grandes mestres da atualidade, grandes rabinos de renomado nome, mas ainda estão em oculto até o momento certo.

Temos recebido relatos de muitos que são os que creem e permanecem zelosos na Lei (tal semelhança ao livro de Atos 21:20).

Há uma diferença fundamental entre crer em Yeshua e converter-se ao cristianismo, e crer em Yeshua e permanecer aonde está. O convite é crer em Yeshua e fazer discípulos e não de uma conversão de religião. Normalmente, e sem ofensas, são os gentios quem se convertem ao Deus de Israel, já que este é o Único e Verdadeiro Deus, e os gentios vem da adoração de outros deuses ou mesmo de nenhum, mas aos judeus há sim uma conversão, a do coração quando se encontra agarrando firmemente a Rocha da Salvação, rendendo-se ao chamado do Eterno.

Em Revelações sobre o Messias, o Zohar declara, por Shimon Bar Yochai:

“Há um David celeste, assim como um terrestre. Quando Deus quer mostrar sua clemência ao mundo, Ele olha para esse David, e Seu Rosto se torna iluminado. Este, por sua vez, ilumina o universo e dá vida ao mundo. A beleza desde David infunde brilho a todos os mundos. Sua cabeça dourada é coroada com sete diademas. É devido ao mérito deste David que o amor e a misericórdia despertam em todos os degraus da hierárquica celeste. É com este David que Deus deseja estar unido e de quem ele disse: ”Observai a fragrância de Meu Filho, que é a como a do campo que foi abençoado. “

Vem para Vida!

E o SENHOR teu Deus circuncidará o teu coração, e o coração de tua semente; para amares ao SENHOR teu Deus com todo o coração, e com toda a tua alma, para que vivas.” – Deuteronômio 30:6

 

10 Comments

  1. José Rafael Barbosa Ribeiro Filho said:

    YESHUA É SENHOR!!!

    1 de dezembro de 2012
  2. compreensãoverdadeira said:

    Ele é chamado na Cabalá de Adâm Qadmon, Yêshua é um dos nomes dele, o Homem Celestial que se assenta acima no Trono e dele observa todos os mundos, foi ele quem morreu pela humanidade para mostrar a todo o universo que ele é digno de estar no Trono e de ser Rei sobre o universo, e provar que Sammael não têm este direito, ele morreu para provar aos mensageiros dos céus de que ele é digno e que Sammael não têm direito sobre o Trono, e para salvar todos os que creem nele. Ele saiu de Kéter, a esféra mais elevada da criação, deixou o poderoso Trono acima para vir ao nosso mundo, o mundo inferior, para ser um carpinteiro, pobre, sem nada, e morrer por todos. Ein Sof em sua realidade estava com ele em todo o momento e em nenhum momento se apartou dele. Ele é o Melquisedeque Celestial.

    Muitos judeus não acreditam em Yêshua, porque Roma paganizou muita coisa, inclusive adulterando várias passagens dos livros da nova aliança, más muitos judeus atualmente estão conhecendo a verdadeira natureza do Mashiah através do Judaísmo Messiânico.

    9 de dezembro de 2012
  3. Joahhn rubinstein said:

    Respeitar messianicos como uma vertente neo cristã é uma coisa, mas afirmar que messianicos são judeus é um despropósito.

    Messianicos não são considerados judeus em Israel e por nenhuma instituição judaica em qualquer parte do planeta .

    9 de janeiro de 2014
    • Magno said:

      Nem todos que se dizem “messiânicos” são judeus. É fato inclusive que isto é a maioria dos que se dizem judeus, muitos recorrem a ascentralidades longínquas a fim de se afirmarem como o sendo, criando inclusive “sinagogas” para si mesmos.
      Você está certíssimo, os messiânicos não são oficialmente considerados judeus pelas instituições judaicas. Alias, elas tem regido quem é e quem não é, a despeito de tudo, independente até da questão de nascimento materno, passou a crer em Yeshua, deixa de ser judeu, simples assim, mas isto incluirá também questões quase “politicas”, podendo qualquer um ser descartado.
      Um coisa é quer e forçar ser reconhecido como judeu, por crer em Yeshua, outra é simplesmente ser e crer. Quem nos faz judeus é Hashem, não o beit din, eles tem sua autoridade sim e ela prevalece aqui no olam hazeh.
      Prefiro cristão primitivo a neo cristão 🙂
      Shalom

      9 de janeiro de 2014
      • Joahhn rubinstein said:

        Respeito e tolero todos os credos. Judaísmo e Cristianismo são excludentes e antagônicos.
        Afirmar que Jesus conhecido também como Yeshua é o Messias dos judeus soa como ofensa e provocação.
        Judeus convertidos em qualquer segmento ” válido” do Judaísmo têm a alyah facilitada e estimulada . Cristãos que desejam migrar para Israel as vezes também são aceitos..
        Messiânicos pela sua condição são barrados de forma incontinente. São considerados nocivos e prejudiciais em Israel.

        13 de janeiro de 2014
        • Magno said:

          Joahhn, compreendo seu ponto de vista, mas te peço para considerar o que seria ofensivo, provocativo e principalmente onde um judeu que se converte a Yeshua, e continua mantendo-se fiel à Torah? Exclua o argumento da idolatria e pense em outros, pois de outra forma Israel jamais terá o Messias, já que aquele que o seguir será idólatra… E se são considerados prejudiciais, são por quem e por que?
          Somos acusados de usurpação e enganadores, pessoas que querem destruir o judaismo, converter os judeus ao cristianismo e afastá-los da Torah, será mesmo? Será que é isto mesmo? São estes argumentos reais? Muitos, muitos mesmo, que ousaram na sua sinceridade analisar a profundidade destes argumentos mudaram de opinião. Mas, foi preciso coragem já que questões tipicamente espirituais serão igualmente questionadas, que vão além dos preceitos de halachah…
          Estes homens, citados neste artigo, ousaram nesta linha e por isto perderam muito aqui na terra, mas definitivamente não estavam loucos.

          14 de janeiro de 2014
          • Joahhn rubinstein said:

            Judeu que se converte a Yeshua ou qualquer outro é apóstata.
            A aversão por Yeshua , vulgo Jesus Cristo é antes de tudo emblemática.
            Jesus ou Yeshua como queira , para os judeus não foi sábio, profeta e muito mesmos Maschiac.

            Mesianicos quando se afirmam e se dizem Judeus , ofendem e agridem os símbolos e valores judaicos.

            16 de janeiro de 2014
          • Magno said:

            Gostaria de poder concordar com você. Veja o caso recentemente publicado dos haredi que se secularizaram, muitos até deixam de crer em D-us… “Continuam possuindo sua neshesh yehudi”, mas se a crença for exclusivamente em Yeshua aí é diferente, este nome [Yeshua] é anátema para muitos no judaismo, para os que dominam sobre ele.

            Seu comentário é “técnico”, pois sim seria apóstata quem se converte a qualquer outra religião, tecnicamente, mas isto perde a força se um converte-se ao budismo, por exemplo, é apóstata do judaismo, mas sua alma permanecerá sempre judia, mas se a pessoa reconhece Yeshua, este status é perdido, “perdeu a alma”. A pessoa transforma-se em goy, não vale para nada mais. Cômico.

            Se consideramos ou aceitamos que “mesmo crendo neste Yeshua ele ainda é judeu ainda que não o aceite…”, porque alguns concordam neste fato, o que difere esta pessoa daquela que crê que Rebe Schneersohn é o Messias? Seria a linha ortodoxa que estes praticam? Se sim, então esta ortodoxia é a única vertente válida do judaismo? Para muitos no judaismo tradicional, haredi e hassidim satman, estes são tão idólatras quanto os cristãos, ou messiânicos…

            Considerando que Jesus era judeu, isto é um fato e não existem argumentos contra isto. Não pode ser considerado agressão aos símbolos judaicos seu uso pelos judeus (mesmo) que creem nele pela mesma lógica acima. Diga para um judeu que crê no Rebe que ele não deve mais circuncidar seus filhos, fazer leitura da Torah ou ter qualquer símbolos pois deixaram de ser judeus. Não tem sentido algum!

            Os primeiros crentes eram todos judeus e permaneceram assim até o fim de suas vidas. Se houve, e houve, contaminação e deturpação da pessoa de Jesus pelos gentios isto é outra história, como já foi publicado em artigo aqui mesmo. Pense o que aconteceria se daqui a 100 anos varios gentios estivessem crendo no Rebe como o Messias e estes fossem a maioria, como estaria desfigurado ele para comunidade judaica e em 2000 anos, seria praticamente irreconhecível. Para descobrir se havia alguma sabedoria ou judaicidade nele, alguém precisaria recorrer e ler o que ele escreveu ou foi escrito por ele, sua história…

            Shalom.

            16 de janeiro de 2014
          • Yochanan Zeev said:

            Joahhn, ele está correto quando se trata de pesar na balança procedimentos adotados por nós judeus, procedimentos iguais, mas com veredictos diferentes para um e para outro. Não importa o que os goym fizeram com a história desse Jesus, se o transformaram em uma religião, no Cristianismo. Muitos judeus, e são JUDEUS pois não há neles nenhuma quebra ou transgressão da Torah por declararem que um homem é Messias, não estão abandonando a Religião Judaica. Se declarar um homem messias é abandonar a Halachah e a Religião Judaica, então os Rabinos já podem começar a engrossar esta lista, e a mais recente listas destes que o fazem são os próprios discípulos do Rebe, falecido a pouco tempo, que estão fazendo dele o Mashiach, mesmo o próprio Rebe não ter ensinado nada a respeito dele mesmo. É por isso que não concordo com os pesos utilizados para este julgamento movido pelo revanchismo contra os goym cristãos, a ponto de “matar”a alma judaica de um outro judeu igual a nós. Não concordo, está errado, primeiro de tudo justiça imparcial e igual para todos. Yeshua não é uma religião, isto é uma mentira, fizeram dele uma religião e mesmo que fosse uma nova religião, muitos judeus incidem neste erro de praticar outra religião e não tem o mesmo julgamento que os judeus seguidores de Yeshua. Isto tem que acabar, ISRAEL É UM. Já fomos perseguidos pelos de fora, agora vamos ser mortos internamente também? Deixe-os em paz, a perseguição ocorre quando nós judeus vamos às esferas políticas de nosso país e forçamos leis contra eles, que os impeçam. Não é justo. Israel está cheio de idolatria em suas fronteiras, das mais diversas religiões, cheio de judeus apóstatas de verdade, que praticam todo tipo de ofensa à Torah e aos Nevim de Yisrael, ao Eterno, que deveriam, segundo a Torah ser banidos, e estes que estão buscando e zelando para com a Torah são os ofensivos? TAnto empenho para destruí-los, enquanto mais e mais entram sem ser vistoriados pela Torah, destruindo as Mitzvot do Eterno e aprovando leis secundárias que anulam a Torah de nosso Adon. É com isto que fico estarrecido, com este julgamento ambíguo. Shalom.

            4 de outubro de 2014

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